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mil esboços para sermões parte 5

A BATALHA DA VIDA
Heb. 11

A luta pela vida é comum até aos animais.
I – Heróis antigos.
1. Josué. - Jos. 11:23.
2. Gideão. - Juí. 7:14.
3. Jônatas. - I Sam. 14:6.
4. Davi. - I Sam. 17:46.
5. Eliseu. - II Reis 6:17.

II – A luta atual do Cristão.
1. Consigo mesmo. - Rom. 7:23.
2. Contra as hostes do mal. - Efés. 6:12; I Ped. 5:8.
3. A favor da Verdade. - I Tim. 1:18; 6:12; Apoc. 12:17.

III – As Armas dos Santos.
1. A Espada – A Palavra. - Heb. 4:12; Efés. 6:17.
a) Ex. : Davi. - I Sam. 17:45; II Cor. 10:4; Apoc. 12:11.
2. Outras armas. - II Cor. 6:7; I Tess. 5:8; Efés. 6:12-17.

IV – A Proteção Divina na Batalha.
1. Promessa. - II Crôn. 16:9; Ex. 14:14; Sal. 34:7.
2. Exemplos. - Gên. 35:5; Ex. 14:20; II Reis 6:17; Esdras 8:31.

V – A Recompensa da Batalha.
1. O alimento espiritual. - Apoc. 2:7; II Cor. 12:2-4.
2. Um novo nome. - Apoc. 2:17; Ex. : Jacó - Israel.
3. Autoridade. - Apoc. 2 :26.
4. Vestes de justiça. - Apoc. 3 :5.
5. Um memorial. - Apoc. 3:21.
6. Entronização. - Apoc. 3:21.
 7. Uma herança eterna. - Apoc. 21:7.
"SEMPRE VENCENDO".

COMO ADESTRAR-SE PARA TRIUNFAR

1. Mantenha um espírito entusiasta e otimista.
2. Esforce-se para vencer as pequenas dificuldades e encontre prazer em solucionar seus problemas diários.
3. Domine todos os dias c seu temor e retifique alguma deficiência.
4. Traga em sua mente idéias construtivas e animadoras.
5. Tenha mais confiança em si mesmo e creia mais em suas capacidades.
6. Anime a outros; imite os que se distinguem por sua vida prática e útil.
7. Defina sua responsabilidade e comporte-se como corresponde « um filho de Deus.
8. Não perca tempo em lamentações, evite os erros e terá mais de que regozijar-se.
9. Fixe em seu horizonte ideais práticos, elevados e generosos; não viva unicamente para si mesmo.
10. Atue com planos definidos, saiba para onde quer dirigir-se, proponha-se vencer e TRIUNFE!

DOZE COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER

1. O valor do tempo.
2. O êxito da temperança.
3. O prazer do trabalho.
4. A dignidade da simplicidade.
5. A necessidade de um caráter cristão.
6. O poder da bondade.
7. A influência do exemplo.
8. A obrigação de cumprir um dever.
9. A sabedoria da economia.
10. A virtude da paciência.
11. O constante desenvolvimento dos talentos.
12. O gozo da originalidade.

TEMPO DE CALAR

I – "Cale-se diante de Deus toda a terra" - Hab. 2:20.
1. A grandeza e majestade de Deus são tão infinitas que temos de sentir nossa pequenez.

II – "Cale-se toda a carne diante dEle" - Zac. 2:13.
1. Assentou-Se como Juiz.
2. Troca de vestidos - Símbolo de Salvação. - Zac. 3:3-4.

III – "Que toda a boca se feche" - Bom. 3:19.
1. Reconhecer nossa culpa.
2. Sem desculpas, sem protesto, sem justificação própria. Jó 39:37.

IV – "Mas ele emudeceu" - Mat. 22:12.
1. Sem os vestidos para as bodas.
2. Alegou sua idoneidade para assistir ao banquete - aos servos.
3. Diante da majestade do Rei, nada pode dizer.
4. Não podemos queixar-nos da sentença de condenação.
5. Só Deus nos pode justificar. - Luc. 15:22.

OS TRÊS

Três coisas se devem cultivar: a sabedoria, a bondade, a virtude.
Três se devem ensinar: a verdade, a operosidade, a resignação.
Três se devem amar: o valor, a honestidade, o desinteresse.
Três se devem governar: o caráter, a língua, a conduta.
Três se devem apreciar: a cordialidade, a simplicidade, o bom humor.
Três se devem defender: a honra, a pátria, os amigos.
Três se devem aborrecer: a crueldade, a arrogância, a ingratidão.
Três se devem perdoar: a ofensa, a inveja, a petulância.
Três se devem imitar: o trabalho, a constância, a lealdade.
Três se devem combater: a mentira, a farsa, a calúnia.

RAPOSINHAS
Cant. 2:15

Consideremos algumas raposinhas que estragam os tenros frutos do Espírito, conforme Gál. 5:22-23.
1. O egoísmo, que estraga o amor.
2. A tristeza, que estraga o gozo.
3. A ansiedade, que estraga a paz.
4. A impaciência, que estraga a longaminidade.
5. A amargura, que estraga a benignidade.
6. A indolência, que estraga a bondade.
7. A dúvida, que estraga a fé.
8. O orgulho, que estraga a mansidão.
9. A concupiscência, que estraga a temperança.

PUREZA E MORALIDADE
Prov. 4:23.

I – Guardando a Alma do Mal.
1. Fonte de pureza e conduta moral. - Tito 1:15; Prov. 15:26; S. Mat. 15:19.
2. Segura barreira contra o mal. - Hab. 1:13 p.p. Gên. 16:13.
3. Condição natural do coração. - Jer. 17:9.
4. Como são guardados da impureza. - Prov. 4:23; Filip. 4:8; Sal. 51:10.

II – Lições do Passado.
5. José na casa de Potifar. - Gên. 39:9 ú.p.
6. Davi reconhece o pecado. Relembra o que Deus exige. - Sal. 51:7; 24:3,4.
7. Salomão descreve a esposa e a mãe virtuosas. - Prov. 31:10-12, 20,27-29.
8. Rute é preservada devido à sua devoção. - Rute 1:16.

III – Integridade na Família.
9. Declaração de Jesus sobre o casamento. - S. Mat. 19:4-6.
10. Relação entre o marido e a esposa. - Efés. 5:22 e 25.
11. Os filhos devem honrar aos pais. - Efés. 6:1-3.
12. Regras para a harmonia no lar. - Efés. 6:4. Prov. 6:20.
IV - Aspectos da Religião Pura.
13. Definição da religião pura. - S. Tia. 1:27.
14. Admoestações quanto a conservar vida pura. - Col. 3:5; Rom. 8:12-14.
15. Protegendo nossa influência. - I Tess. 5 :22.

ASSOCIAÇÕES

I – Associação Maligna.
1. Advertências:
Êxodo 23:2 (23:33); 34:12.
Sal. 1:1 (Prov. 1:15).
Prov. 4:14 (22:24; 23:6).
Prov. 24:1 (1Cor. 5:9); 5:11.
II Cor. 6:14 (II João 10).

II – Os Resultados da Associação.
1. Miséria. Núm. 33:55; Juízes 16:4.
2. Apostasia. - I Reis 11:2.
3. Ira divina. - II Crôn. 19:2; Prov. 13:20.
4. Vergonha para os pais. - Prov. 28:7.
5. Depravação. - I Cor. 15:33.
6. Negar a Cristo. - Jo. 18:18,25.

A NECESSIDADE DE COMPANHIA

I – Com Deus.
1. Sal. 119:63; Prov. 2:20.
Prov. 13:20; I Cor. 5:11; Efés. 5:7.
II Tim. 3:14.

II – Com ser humano, para conforto e auxílio.
1. Prevista no plano original de Deus. - Gên. 2:18.
2. Ilustrada na vida de Moisés. - Núm. 10:31.
3. Ressaltada por Salomão. - Ecl. 4:9.
4. Apreciada por Jesus. - Mat. 26:37.
5. Recomendada por Jesus. - Luc. 10:1.
6. Reconhecida por Paulo. - Atos 13:2.










NATAL

O PRIMEIRO NATAL
Mat. 2:1-12
O primeiro Natal atraiu homens sábios, guiados por uma estrela, para encontrar e adorar o Rei recém-nascido, a Quem ofertaram ricos presentes.

I – Os sábios – Mat. 2:1-2.
a) Tradições a respeito.
b) Sua origem – "Do Oriente".
c) Sua pergunta – "Onde está Aquele que é nascido Rei dos Judeus"?
d) Sua visão – "vimos a Sua estrela".
e) Seu objetivo – "Viemos adorá-Lo".

II – A estrela – Mat. 2:2,10.
a) Era uma estrela notável – perturbou ao rei; – Confirmou as Escrituras (Miq. 5:2). Produziu uma conclusão vs. 7-8.
b) Era uma estrela guiadora - V. 9.
c) Era uma estrela alegradora – V. 10.
d) Era uma estrela particular: "Sua estrela" - V. 2. Comparar Núm. 24:17; II Ped. 1:19; Apoc. 22:16.

III – O Rei nascido - Mat. 2:11-12.
a) O lugar do Seu nascimento – Belém, ou "Casa do Pão". Jesus, Pão da Vida. V. 1. Jo. 6:48.
b) Sua missão. – Mat. 1:21.
c) Sua recepção. Adorado pelos magos (sábios). Presenteado com presentes raros e valiosos. Significados das dádivas.
d) Sua proteção sobrenatural, - V. 12. A significação do Natal para nós hoje.

BOAS NOVAS DE GRANDE ALEGRIA
Luc. 2:10

O nascimento de Jesus é o ponto central na história humana. Cumpriu de modo cabal a profecia, foi claramente miraculoso e assinalado por manifestações sobrenaturais. Ele é o Cristo ungido por Deus e prometido no passado. É o Salvador único e suficiente, capaz de satisfazer plenamente. É o nosso Senhor e Soberano, o único habilitado ao trono de nosso coração e ao domínio sobre nossa vida. Verdadeiramente o anjo do Senhor trouxe boas novas exatamente o melhor que a terra podia receber. Este é o único Evangelho "de grande alegria". É para qualquer um, em qualquer lugar.

1. Boas novas do domínio de Deus:
"Um decreto de César Augusto, sendo Cirênio presidente da Síria".
2. Boas novas da obediência dos homens:
"José também foi... com Maria, sua mulher".
3. Boas novas da encarnação de Cristo:
"E deu à luz seu filho primogênito".
4. Grande alegria de certeza tranqüilizadora:
"E tiveram grande temor. E o anjo lhes disse: Não temais".
5. Grande alegria do fato atestado:
"Na cidade de Davi vos nasceu hoje".
6. Grande alegria da identidade infalível:
"O Salvador, que é Cristo, o Senhor".
7. Grande alegria do livre acesso do homem:
"E achareis o menino".
8. Grande alegria da aclamação angelical:
"Apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus".
9. Grande alegria no céu:
"Glória a Deus nas alturas".
10. Grande alegria na terra:
"Paz na terra, boa vontade para com os homens"!

QUE FAZER NO NATAL DE JESUS?

1. Buscar a Jesus.
Os pastores o buscaram.
Os magos o buscaram (tempos depois).
2. Adorá-lo.
Foi o que fizeram os Magos, ao encontrá-Lo.
Encontraram Maria, José e o Menino. Adoraram o Menino.
3. Presenteá-lo.
Os Magos deram-Lhe o melhor.
Deram o que tinham.
A melhor oferta é o coração.

OS ANJOS E OS PASTORES - Luc. 2:1-20

I – A proclamação dos anjos.
1. De coragem – "Não temais".
2. De alegria – "Eu vos trago novas de grande alegria".
3. De universalidade – "Que será para todo o povo".
4. O assunto da mensagem – "Cristo".
5. De salvação – "O Salvador".
II – O que fizeram os pastores.
a) Trabalhavam até alta noite – eram laboriosos.
b) Louvaram e glorificaram a Deus – eram piedosos.
e) "Foram apressadamente" – eram entusiasmados e oportunos.
d) "Acharam o menino" – eram diligentes.
Os pastores ouviram a mensagem, aceitaram-na, e "divulgaram a palavra acerca do Menino".

NATAL, OS ANJOS E OS PASTORES
Luc. 2:8-9

1. O mensageiro do Evangelho – "Um anjo do Senhor". V. 9.
2. As pessoas evangelizadas – "Os pastores de Belém".
3. O assunto do Evangelho – Cristo.
4. O alcance do Evangelho:
a) Particularidade do Evangelho – "A vós".
b) A universalidade do Evangelho – "Todo o povo".
Quando a mensagem do Evangelho é trazida por um anjo, deve ser uma mensagem de importância.

A MENSAGEM DOS ANJOS
Luc. 2:8-9

1. Coragem – "Não temais".
2. Alegria – "Novas de grande alegria... Vos nasceu o Salvador".
3. Adoração – "Glória a Deus nas alturas"!
4. Bondade – "Paz na terra, boa vontade aos homens".
5. Universalidade – "Que será para todo o povo".
6. Eternidade – "O Salvador, que é Cristo, o Senhor".











ORAÇÃO

O DEVER E A MANEIRA DE ORAR

A Oração é o veículo que nos leva a Deus, a uma comunhão perfeita e a uma vida pura.

1. O que é oração.
a) Um meio de nos aproximarmos de Deus. - Sal. 73:28; Heb. 10:22.
b) Confissão de pecados. - Rom. 9:20.
c) Humildade. - II Cor. 7:14.
d) Ação de graças a Deus. - Dan. 6:16.
e) Vigilância. - Mat. 26:41.
f) Louvor a Deus. - Sal. 22:22.
2. Por que orar.
a) Porque somos fracos e necessitados. - Sal. 70:5.
b) Para uma comunhão íntima com Deus. - Mat. 6:6.
3. Quando orar.
a) Ao deitar e ao levantar.
b) Nas horas das refeições. - Mar. 6:41.
c) Nas dificuldades e perigos. - Mat. 14:30; 8:25.
d) Depois de fazer a vontade de Deus. - I Jo. 3:22.
e) Depois de receber uma bênção. - Filip. 4:6.
f) Em todo tempo e lugar.
4 . Como orar.
a) Com confiança em Deus. - Sal. 56:9; 86:7.
b) Com fé. - Heb. 10:22; Mar. 11:24; Tia. 1:6.
c) Com persistência. - Luc. 11:5-10.
d) Com inteligência, quando se percebe resposta negativa ou ind.reta (quem pede paciência e recebe tribulação deve saber que Deus atendeu ao seu pedido. - Rom. 5:3).
e) Confiando unicamente nos méritos de Cristo, e em Seu nome. - Jo. 14:13, etc.
f) Em espírito e em verdade. - Jo. 4:24.

COMO ORAR

1. Sem hipocrisia. - Mat. 6:5-8.
2. Com fé. - Tia. 1:6-7.
3. Com perseverança. - I Tes. 5:17.
4. Com submissão à vontade de Deus. - Mat. 26:39-42.
5. Com consciência sincera e pura. - I Tim. 2:8.
6. Com humildade e espírito perdoador. - Mar. 11:25-26.
7. Com fervor. - Nee. 4:9; Sal. 55:17.
8. Com confiança na mediação de Cristo. - Jo. 14:13-14; Heb. 10:21-22.

A ORAÇÃO

1. O que significa.
a) Reconhecimento de nossa insuficiência.
b) Confiança na proteção divina.
c) Humildade, que conta com a resposta de amor.
2. O que a oração não faz.
a) Não persuade a Deus fazer o que Ele não quer.
b) Não capacita ao homem viver sem trabalhar.
c) Não evita a ninguém de ceifar o que semeou.
d) Não comunica nenhum poder mágico.
3. O que a oração faz.
a) Estabelece a relação entre a necessidade humana e a onipotência divina.
b) Agrada o Pai, que deseja a confiança dos filhos.
c) Revela a fé, que, não achando recurso em si, espera a proteção do Alto.
d) Salva o homem do desespero, tornando-o "mais que vencedor" sobre as provações da vida. O vencedor é aquele que não é esmagado pela provação; o mais que vencedor é aquele que dá graças por ela.
e) Permite o poder divino agir em circunstâncias humanas.

O ALCANCE DA ORAÇÃO

1. A oração dá livre curso à palavra do Senhor. - II Tes. 3:1; Col. 4:3.
2. A oração faz-nos dignos da vocação de Deus. - II Tes. 1:11.
3. A oração enche-nos do conhecimento de Deus. - Col. 1:9.
4. A oração aumenta-nos o amor. - Filip. 1:9; Jud. 20-21.
5. A oração proporciona-nos a paz. - Jer. 29:7; Sal. 122:6.
6. A oração angaria-nos o perdão dos pecados. - Tia. 5:15; II Crôn. 7:14.
7. A oração dispensa-nos a cura das enfermidades. - Tia. 5:14-16; II Crôn. 30:18-20.
8. A oração guarda-nos vitoriosos na tentação. - Mat. 26:41; Luc. 22 :46.
9. A oração livra-nos das aflições. - Tia. 5:3; Sal. 54:2,7; 86:6-7.
10. A oração faz com que a terra produza frutos. - Tia. 5:18.
11. A oração aviva a obra do Senhor. - Hab. 3:1-2.
12. A oração prodigaliza-nos tudo. - Mat. 21:22; Fil. 4:6.

INSTRUÇÕES SOBRE A ORAÇÃO
Mat. 7:7

O dever de orar. É mandamento de Jesus. Todos os servos de Deus do Antigo e do Novo Testamento oravam muito.
1. O lugar da oração - "Em todo lugar". - I Tim. 2:8.
2. O tempo para oração - "Sempre". - Luc. 18:1; Efés. I Tes. 5:17.
3. O assunto da oração - "Tudo". - Fil. 4:6.
4. Respostas à oração - "Todas as coisas" - Mat. 21:22.
5 . Condições para a oração :
a) Em nome de Cristo. - Jo. 14:13-14.
b) No Espírito Santo. - Jud. 20.
c) Com fé. - Tia, 1:6.
6. A extensão da oração:
a) "Por todos os santos". - Ef. 6:18.
b) "Por todos os homens". - Tim. 2:1; Mat. 6:18.
c) "Por todas as coisas". - Mat. 21:12; Fil. 4:6.

A FILOSOFIA DA ORAÇÃO - Heb. 11:6.

I – A natureza da oração.
1. Não é uma mera atitude formal.
2. Não é meditação religiosa.
3. Não é vãs repetições.
4. É uma comunhão consciente da alma com Deus.

II – Suas limitações.
1. As leis naturais.
2. Os meios apontados.
3. As promessas de Deus.
4. O espírito de santidade.

III – Sua condição – Fé:
1. Na personalidade de Deus.
2. Na liberalidade de Deus.
3. Na fidelidade de Deus.

ORAÇÃO

I – A quem devemos orar?
1. A Jesus. - S. João 15:16.
a) Ele é o único intercessor. - Heb. 7:25; 4-16.
2. A nenhum suposto santo ou morto devemos orar, pois há um só intermediário. - I Tim. 2:5; Jo. 14:6.
a) Ouvir-nos-á um santo? Atos 10:25,26; Apoc. 19:10; Heb. 11:32-40.
3. Ao nome de Jesus todos os joelhos devem dobrar-se. - Filip. 2:9,10.

II – Por quem devemos orar?
1. Pelos mortos? - Ecl. 9:5,6; Jó 14:21.
2. Pelos vivos? Sim!
a) Por nós. - Sal. 51:1-40,17.
b) Pelos doentes. - Tia. 5:14.
c) Pelos inimigos. - Mat. 5 :44.
d) Pelo pão nosso. - Mat. 6:11.
e) Pela vinda do reino. - Mat. 6:10.

III – Como, quando e onde orar?
1. De coração e não ladainhas. - Mat. 6:5,7.
2. Quando sentimos necessidade, nas lutas e sofrimentos. - Tia. 5:13; Sal. 72:12; 50:15.
3. No quarto, em qualquer lugar. - Mat. 6:6.
A condição para sermos ouvidos: Sal. 66:18; Prov. 28:9.





TRÊS PASSOS NA ORAÇÃO
Sal. 5:1-7

I – O pedido da oração - V. l.
1. Ele ouve cada palavra que falamos em conversação diária.
a) Quantas vezes O ofendemos!
2. Ele conhece nossos pensamentos.
a) Tal fato deve nos humilhar.
3. Ele ouve nossas orações públicas ou secretas.

II – A determinação da oração como preservação própria - V. 2-3.
1. Aconteça o que acontecer, "a Ti orarei".
2. Pela oração ganhamos força para evitar e vencer o mal e a tentação.
3. É bom e necessário começarmos o dia com oração.

III – A atitude na oração - V. 7.
1. Não nos aproximemos de Deus no terreno da nossa bondade, mas da misericórdia de Deus.
2. Devemos nos aproximar do trono da graça com reverência e temor.

VELAI – ORAI – TRABALHAI
Marcos 13:13-37

I – Velai – Por que devemos velar? - I Ped. 4:7.
1. Porque Jesus prometeu vir pela segunda vez nesta geração (V. 30), devemos nos preparar (V. 27).
2. Porque ninguém sabe o dia nem a hora de sua vinda. - Vs. 33,34.
3. Devemos velar para conhecer os sinais dos tempos e o cumprimento das muitas profecias.
4. Velemos para que, quando Ele vier, não nos ache dormindo. Vs. 35,36; I Tess. 5:6-8.
5. Devemos velar para que nossos corações não se carreguem de cuidados desta vida. - Luc. 21:34.
6. Oremos para não entrarmos em tentações. - Mar. 14:34, 38.
7. Porque o diabo como um leão rugindo, anda em derredor buscando a quem possa devorar. - I Ped. 5:8. 8. Devemos velar para ver as oportunidades de testificar de Cristo.
9. Devemos velar pelas almas perdidas. - Heb. 13:7.
a) Somos, pois, atalaias por Jesus. - Ez. 33:7.
b) "Bem.-aventurados o que vela". - Apoc. 16:15.

II – Orai – Por que devemos orar? - Luc. 21:36.
1. Jesus nos manda orar pelas mesmas razões por que nos manda velar.
2. Por poder.
3. Pelo Espírito Santo e a chuva serôdia. - Zac. 10:1.
4. Para a terminação da obra.
5. Por obreiros na s.erra. - Mat. 9:37,39; João 4:35.

III – Trabalhai – Por que devemos trabalhar?
1. Devemos trabalhar porque Jesus deu a cada um sua obra. - Mar. 13:34.
2. Jesus nos comissionou a fazer uma obra especial. - Mat. 28:18; 21:28; João 20:21.
3. Porque devemos trabalhar hoje com toda força e energia. - Jo. 9:4; Gál. 6:9,10.





A CHAMADA À ORAÇÃO - I
Luc. 18:1-14; Mat. 9:38

I – A Palavra de Deus é uma Chamada à Oração.
1. Pedi e dar-se-vos-á. - Mat. 7:7.
2. Orai para que não entreis em tentação. - Luc. 22:40.
3. Orai sempre e nunca desfaleçais. - Luc. 18:1.
4. Rogai ao Senhor da seara. - Mar. 9:38.
5. Orai sem cessar. - I Tess. 5:17.
6. Está alguém aflito? Ore. - Tia. 5:13.

II – Exemplo do Filho é uma Chamada à Oração.
Sua vida foi de constante oração.
1. No batismo.
2. Antes da escolha dos setenta discípulos.
3. Em todas as fases de Sua vida até o Getsêmani e finalmente na cruz.
4. Hoje ainda intercede por nós. - Rom. 8:34; Heb. 7:25.
5. Se Cristo, sendo divino, viveu uma vida de constante oração, o que devemos nós fazer?

III – Cada Necessidade é uma Chamada à Oração.
Salmo 72:12.
1. No Oriente, para se chegar a um rei, é necessário levar presentes caros; mas o nosso Deus é um Deus de graça. - Sal. 103:13.
2. Ele nos livrará quando não tivermos quem nos ajude. - Sal. 72:12 ú.p.
a) Temos chegado a um tal estado de vida?
3. Ele livrará "quando clamar".
4. A necessidade é o sinal para "clamar".
a) Na estrada de ferro, em lugar de perigo, vê-se a advertência - "Apite"!
b) Na estrada da vida o sinal divino é "CLAMA"!
c) Clamando, seremos socorridos. - Sal. 50:15; 34:6.

A CHAMADA À ORAÇÃO – II

I – Toda a Ansiedade é uma Chamada à Oração.
O Senhor nos adverte sobre a ansiedade. - Fil. 4:6.
1. A ansiedade impede a nossa fé em Deus.
a) A fé consiste em olhar para Jesus, e a ansiedade desvia os nossos olhos de Jesus para circunstâncias da vida.
b) O princípio da ansiedade é o fim da fé.
2. A ansiedade impede o poder de Deus.
a) A fé é o canal por onde o Senhor derrama o Seu poder sobre nós, e, uma vez desaparecendo a fé, o canal fica destruído.
b) Em Nazaré, a falta de fé impediu o poder maravilhoso de Jesus. - Mar. 6:4-6.
c) Devemos lançar a ansiedade sobre o Senhor.
3. A ansiedade se opõe à paz de Deus. - Isa. 26:3.
a) A ansiedade faz barreira à paz de Deus.
b) A paz é a pomba; a ansiedade é o abutre.
c) Toda a ansiedade é um sinal de Deus para que oremos; é como a luz vermelha para o maquinista.

II – Toda Tentação é uma Chamada à Oração - Mat. 26:41.
1. Um trio terrível de inimigos levanta-se a cada passo contra o crente:
a) O mundo – o inimigo em redor de nós.
b) O diabo – o inimigo ao nosso lado - Ex. : Davi e Jó.
c) A carne – o inimigo dentro de nós. O menor e o pior inimigo - Confiança própria.
(1) Não é certo o dito: "Deus ajuda aos que se ajudam", isso implica em dependência própria.
(2) Devemos seguir o exemplo do coelho. - Prov. 30:26.
(3) Cristo é a nossa Rocha; refugiemo-nos nEle em oração confiança e proteção!

A CERTEZA DA ORAÇÃO
Mat. 7:7, 8, 11; 6:8

Ao ouvirmos a chamada de Deus e entrarmos na câmara de oração, a primeira grande verdade com que Ele nos recebe é a da CERTEZA da oração, como se deduz destas palavras:

I – "Aquele que pede, recebe".
Antes de tudo, é bom observar que Cristo não afirma que aquele que pede recebe justamente o que pede.
1. A nossa experiência concorda com essa asserção.
2. A Palavra somente diz: "Aquele que pede, recebe".
a) Exemplo do filho que pede ao pai uma navalha.

II – Aquele que pede, recebe - Alguma coisa.
1. Eis a certeza! A oração não deixa de ser atendida.
Deus a ninguém despede com as mãos vazias.
2. Esse é o caso com os nossos filhos.
3. Deve ser isso para nós uma animação, ainda que não saibamos orar.

III – Aquele que pede, recebe – Boas coisas.
1. Deus tem um tesouro de bens. - Mat. 7:11.
2. É como se fôssemos ao negociante e pedíssemos algo e no-lo negasse, mas enchesse nossas mãos de seda, ouro, pérolas – boas coisas.
3. Eis algumas "boas coisas" que Deus nos quer dar por intermédio da oração:
a) Luz. - Jer. 33:3. O aposento da oração é lugar de revelação.
(1) Aí o Espírito Santo ilumina algumas passagens das Escrituras.
(2) É como ao entrarmos num quarto escuro e apertar o botão elétrico: logo temos luz; assim nas perplexidades e dúvidas, pela oração vem luz que salva e guia.
(3) A mente de Pedro estava cheia de trevas de preconceitos, mas na oração achou luz. - Atos 10:9-15.
(4) Enquanto Paulo orava, os olhos foram-lhe abertos à luz. - Atos 9:11, 17-18.
(5) O mesmo foi com Cornélio. - Atos 10:29-32.
b) Na oração Deus dá Submissão - II Cor. 12:8,9.
(1) Não raro pedirmos a Deus alguma coisa em desacordo com Sua vontade, porém no meio da oração somos levados à submissão, abandonando a nossa própria vontade e submetendo-nos à de Deus.
(2) Exemplo de Paulo sobre "o espinho na carne".
(3) O caso de Getsêmani - "Tua vontade" e "Minha vontade". A vitória de Jesus nessa oração foi que no princípio havia petição e no fim submissão.
(4) Não pode haver bênção mais preciosa e sublime na vida que a de uma vontade absolutamente submissa a Deus!
c) Outra das "boas coisas" que Deus nos concede na oração é Paz. - Fil. 4:6,7.
(1) A ansiosa solicitude em que vivemos por causa dos fardos da vida provém de querermos nós próprios carregá-los, mas se levarmos esses fardos a Deus em oração, e os depositarmos aos Seus pés, Ele nos dará paz. – Mat. 11:28-30.
(2) O aposento da oração é o lugar onde nasce a paz. - Ex.: Jacó.
(3) Como a criança que por qualquer coisa corre à mãe, assim nós, se quisermos ter a paz de Deus constantemente, devemos procurá-Lo em oração em todas as coisas.
(4) A promessa é: "a paz de Deus guardará os vossos corações".
Que beleza! O exército acampa-se aqui e acolá, mas uma guarnição fixa-se numa fortaleza e aí fica para sempre.
Assim acontece com a PAZ!

A CERTEZA DA ORAÇÃO (continuação)
Mat. 7:7,8, 11;6:8

d) Também na oração Deus dá o Espírito Santo. – Luc. 11:13.
(1) Isso não quer dizer que no batismo não tenhamos recebido o Espírito Santo.
(2) Uma coisa é termos o Espírito Santo em nós; mas estarmos todos os dias e horas no Espírito Santo, é outra. A oração faz o contato diário do Espírito Santo em nossas vidas. - Gál. 5:16,22,25.
(3) Uma vez que estamos no Espírito Santo, não falaremos palavras duras e mordazes. Não faremos censuras senão com amor. Não faremos mal.
(4) No Espírito Santo faremos obras do Espírito, transbordaremos em amor, compaixão, alegria e paz.
(5) Esta é a maior bênção – O Espírito Santo em nós.

IV – Aquele que pede, recebe – justamente o que necessita.
- Mat. 6:8.
1. Deus nos dá o que necessitamos, e não importa se recebemos o que pedimos ou não. - Fil. 4:19.
2. A oração é o clamor da alma a Deus em razão de alguma grande necessidade.
3. Graças demos a Deus que, embora nos equivoquemos em Lhe fazermos pedidos, Ele nunca Se engana nas dádivas que nos faz.


V – Eis a certeza.
1. Aquele que pede, recebe – alguma coisa.
2. Aquele que pede, recebe – boas coisas.
3. Aquele que pede, recebe – justamente o que necessita.
4. Aquele que pede, conforme a vontade de Deus, recebe justamente o que pede.

ORAÇÃO E CURA - Tiago 5:7-19,15

Devemos considerar este fato sob quatro pontos de vista.
I – Pode Deus curar?
1. Sim, Ele é onipotente, Senhor da alma e do corpo.

II – Curou Deus alguma vez?
1. Sim, no passado, no presente e no futuro.

III – É sempre a vontade de Deus curar?
1. Alguns dizem que sim, e argumentam:
a) Que a cura é parte da expiação. Nem sempre.
(1) A expiação será futura e não presente. - Isa. 33:24.
2. Outros dizem que Jesus Se fez maldição por nós e que por isso estamos livres da lei do sofrimento.
a) Não será agora; a lei da maldição só desaparecerá na vinda de Jesus. - Rom. 8:19-23.
3. Outros dizem: a enfermidade é de Satanás e por isso tem de desaparecer.
a) Há muitas coisas próprias de Satanás e que Deus permite: a morte, a tribulação, as enfermidades, etc.
b) Ele permitiu a Satanás atacar a Jó, Paulo, etc.
4. Nem sempre é a vontade de Deus curar.
a) Às vezes Ele deixa o crente no leito sofrendo para o purificar e o educar.
(1) A obreira que esteve 16 anos no leito e numa noite viu que estava em rebelião com Deus – tinha amargura no coração. Confessou e sarou.
5. A enfermidade na esfera da oração. - Tia. 5:15.
a) O mero fato de orar a Deus por cura, não traz cura; deve haver certa espécie de oração – a oração da fé. O que é?
(1) Não é uma fé forçada: "Estou pedindo cura, só tenho de a esperar" – isso é confiança própria.
(2) A oração da fé é segundo "a Sua vontade".
A oração da fé, pois, é a certeza que Deus dá por intuição do Espírito Santo.
(3) A ausência da certeza é, pois, prova de não ser a vontade de Deus a cura da enfermidade pela qual oramos.

IV – Serve-se Deus de meios para curar?
Há duas classes de crentes em equívoco:
1. Os que só esperam em Deus e recusam os meios.
a) Há três formas de curas:
(1) A sobrenatural – intervenção divina direta.
(2) A natural – sono, repouso, sol, banhos etc.
(3) A que emprega remédios, cirurgia etc.
b) Esta classe é extremista. Deus é que deve decidir se devemos usar tais meios, e não nós.
2. Os que dependem inteiramente dos meios e se esquecem de Deus. Isso é um grande erro!
a) Devemos recorrer a Deus por causa da obediência: "Se está alguém aflito, ore". - Êx. 15:26 (Trad. Alemã).
b) Por causa do ensino – O corpo é o templo de Deus. Muitos crentes empregam mal os cuidados do seu corpo.
- I Cor. 11:30. Drogas fortes etc.


A EFICÁCIA DA ORAÇÃO NA OBRA DE DEUS
Luc. 11:1

I – O exemplo deixado por Jesus.
1. Iniciou Seu ministério com oração. - Luc. 3:21,22.
2. Continuou Seu ministério com oração. - Mar. 1:35, 34-39; Luc. 5:15,16; Jo. 11:41, 42.
3. Concluiu Sua obra orando. - Mat. 26 :37-39.

II – O exemplo seguido pela Igreja Apostólica.
1. Nos seus primórdios. - Atos 1:14.
2. Na escolha de um obreiro. - Atos 1:24.
3. Constantemente. - Atos 2:42.
4. Na escolha dos diáconos. - Atos 6:6.
5. Na execução dos trabalhos difíceis. - Atos 9 :40.
6. Na ocasião da perseguição. - Atos 12:5,12.

III – Exemplos hodiernos.
1. Wesley tinha sua sala de oração.
2. Lutero e Moody oravam muito.
3. O Capitão Bates e o Pastor White foram homens de ação e oração.
4. J. Müler construiu orfanatos e os manteve por meio de suas orações.
Compreendamos a eficácia da oração!
Tiago 5:16

ORAR SEM CESSAR
I Tes. 5:12-23, 17

I – A oração, uma necessidade universal.
1. De toda a carne. - Sal. 65:2.
a) Do homem. A oração é o alento da alma.
b) Dos pássaros. Seus cânticos.
c) Das flores. A rosa abre corola de madrugada.

II – O cristão necessita orar.
1. Conhecendo a Deus, é seu primeiro dever. - Gên. 4:26.
2. É ordem divina. - I Cor. 16:11; Mat. 26:41; Jo. 16:24.
3. É o único meio pelo qual Deus Se chega ao cristão. - Tiago 4:9 pp. - Ex.: Enoque (Gên. 5:21-24).
a) Em lugar de andarmos falando dos irmãos e das suas fraquezas, vamos procurar a Deus e andar com Ele. - Fil. 3:14.

III – O exemplo de Jesus.
1. Era uma necessidade. - Luc. 11:1; Mar. 1:35.
a) Se Jesus reconhecia a necessidade da oração, o que devemos nós fazer?
b) Quantas vezes o sono nos vence e nem oramos?
2. Orar quando bem sucedido. - Luc. 5:15,16.
a) Quando bem sucedidos e na prosperidade, temos procurado a Deus?
b) Quando orgulhosos com nossa popularidade, devemos buscar a Deus, senão há perigo.
3. Orar quando aflito. - Mat. 26:36-39.
a) Na vida de cada cristão há Getsêmanis indescritíveis.
b) Em lugar de nos queixarmos e murmurarmos, devemos buscar a Deus.
4. Orar para certos deveres da vida. - Luc. 6:12.
a) Passando em revista os passos mais importantes de nossa vida, quantos de nós podemos contemplá-los sem horror por ver que os demos sem a devida consagração e oração?
b) Temos nós orado pela conversão das almas?
Irmãos, oremos sem cessar!

A ORAÇÃO DO PAI NOSSO, DO SENHOR - I
Mat. 6:1-15; Vs. 9-13

É a oração modelo e sublime. É a essência. Devido à sua sublimidade e santidade não é contada nos Atos, nem nos escritos eclesiásticos dos três primeiros séculos.
São sete orações em uma, e sob dois aspectos diversos: em relação a Deus e ao homem.

I – O Prefácio.
1. "Pai nosso que estás no céu".
a) No sentido geral, Deus é pai de toda a humanidade. - Atos 17:28; Mal. 2:10.
b) No sentido restrito, Deus é pai, em especial, dos cristãos. - Efés. 1:5; Gál. 4:6. Que bênção!
c) Sendo Ele nosso pai, compadecer-Se-á e cuidará de nós. - Sal. 103:13; 37:25; Mal. 3:17.
d) Quando nos arrependemos de nossos pecados, devemos olhar a Deus como um pai de amor, como o fez o filho pródigo. - Luc. 15:18: Jer. 3:19.
e) Seu trono "está no Céu" e em toda parte. - Sal. 103:19.
(1) Sendo Seu trono de inacessível luz, não podemos, por nós mesmos, lá chegar, mas sim por Jesus.
Heb. 8:1; Jo. 16:23.

II – As petições em relação a Deus.
1. "Santificado seja Teu nome".
a) O nome de Deus, nas Escrituras, não significa apenas a palavra que nossos lábios pronunciam.
(1) Ex. : Os escribas, ao escrevê-lo, usavam pena de ouro.
b) Devemos desejar que o nome de Deus seja santificado entre os pagãos, incrédulos etc. - Sal. 46:10.
(1) Mas, para isso, devemos santificá-lo em nossa vida, atos e palavras.
2. "Venha o Teu reino".
a) A petição aqui é quanto ao reino espiritual e literal, que pedira o bom ladrão e o anelava o apóstolo amado. - Apoc. 11:15; 22:20.
b) Esse reino está às portas.
c) Temos feito algo para apressar esse reino?
d) Será para nós bênção ou maldição?
e) Estamos preparados para esse reino?
3. "Seja feita a Tua vontade".
a) Sendo Deus e Rei, requer de nós obediência. Teremos a Deus como um Rei titular?
b) O súdito leal estará sempre pronto a dizer como Eli. I Sam. 3:18.
c) Os lugares – céu e terra.
(1) A terra – o lugar de nossa provação. Será que nos submetemos à vontade de Deus nas aflições mínimas - no lar e na vida em geral?
(2) Estaremos em condições de dizer como Jó? – Jó 1:21; 2:9,10; Rom. 8:28.
d) O céu.
(1) Quem faz a vontade de Deus no céu? - Sal, 103:20.
(2) Sempre louvam ao Senhor. - Apoc. 4:8.
(3) Devemos assim glorificar a Deus. - I Cor. 6:20.

A ORAÇÃO DO PAI NOSSO, DO SENHOR - II
Mat. 6:1-15; Vs. 9-13

I – A petição em relação ao homem.
1. "O pão nosso de cada dia".
a) O pão é o alimento que reúne em si todos os elementos necessários para o sustento do corpo, seu crescimento e saúde.
b) Devemos pedir só o necessário. Nada de luxo.
(1) Ex. : - a oração de Agar. - Prov. 30:8.
(2) Como Deus fez com o povo de Israel, dando-lhe "cada dia o maná", assim fará conosco. - Sal. 37:25.
(3) Não devemos nos inquietar pelo dia de amanhã. Mat. 6:34; 1 Tim. 6:8.
c) Pedimos o pão "nosso" - Isso implica a caridade e compaixão com os pobres.
2. "Perdoa as nossas dívidas".
a) Nossos pecados são como débitos diante de Deus.
b) Sendo devedores, não podemos ter verdadeira alegria. Sal. 32:1.
c) O que não está perdoado anda sem esperança para o futuro. - Heb. 10:27.
3. "Como nós perdoamos aos nossos devedores".
a) O perdão divino será proporcional. - Vs. 14,15.
b) Quem não está pronto a perdoar, não pode oferecer a Deus culto aceitável, nem tão pouco esperar perdão. - I Jo. 3:14; 4:20; Mat. 18:21.
c) A malícia e a vingança não é de um coração verdadeiramente crente.
4. "Não nos deixes cair em tentação".
a) Quanto ao passado, pedimos perdão de nossos pecados; quanto ao futuro, pedimos a graça divina para nos livrar de pecar.
b) O diabo anda bramando em redor de nós. - II Ped. 5:9.
c) Deus a ninguém tenta, mas permite a tentação como um meio de prova e disciplina. - Tia. 1:13,2,3. Ex.: o caso de Jó.
5. "Mas livra-nos do mal".
a) Deve ser um anelo fervoroso da alma sincera e crente.
- Rom. 8:23.
b) Livra-nos de tudo que possa injuriar a verdade. e o reino celeste.
c) Livra-nos para em tudo sermos vencedores. - Rom. 8:37.
d) O Senhor tem prometido nos livrar do mal. - Prov. 8:17; Isa. 43:1,2 ; Sal. 29:11.

COMO DEUS NOS OUVE
João 9:15,16

Muitas vezes falhamos usando passagens sem consultar o contexto, quem disse, etc. V. 31. A asserção do cego é verdadeira ou não, segundo o modo de encará-la.

I – Não é verdadeira em alguns sentidos.
Não podemos dizer de maneira absoluta que Deus não ouve os pecadores, pois:
1. Ele tem ouvido homens que pecaram, senão Ele não teria ouvido a nenhum, pois todos pecaram. - I Reis 8:46..
2. Deus tem ouvido e respondido orações de homens degenerados.
a) Para mostrar que Ele é o verdadeiro Deus. - Sal. 106:44.
b) Para mostrar Sua grande compaixão até para com os animais. - Sal. 147:9.
c) Para levar os homens ao arrependimento. - I Reis 21:27.
d) Para deixá-los sem escusa. - Êx. 10:16,17.
e) Para puni-los. - Núm. 11:33; 1 Sam. 12:17.
3. Deus ouve com satisfação a pecadores quando clamam por misericórdia.
a) Exs.: - o publicano, o bom ladrão, Davi, Madalena.

II – É verdade em outros sentidos.
O Senhor não ouve a pecadores como ouve a Seu próprio povo.
1. Ele não ouve orações de picadores, a não ser pela mediação de Cristo. - I Tim. 2:5; Jo. 15:16.
a) A nossa justiça é imunda. - Isa. 64:6.
b) Jesus é a nossa justiça. - Isa. 53:11.
2. Não ouvirá ao que não perdoa. - Mar. 11:25-26.
3. Não ouvirá quando um pecado é acariciado no coração e vida. - Sal. 66:18.
a) Ex.: - a falta d'água na cidade; sujeira no cano.
b) Às vezes não sabemos o motivo do fracasso em nossa vida espiritual – pecado escondido.
c) Livra-nos para em tudo sermos vencedores. - Rom. 8:37.
d) O Senhor tem prometido nos livrar do mal. - Prov. 8:17; Isa. 43:1,2; Sal. 29:11.

A ORAÇÃO DE CRISTO JESUS POR UM DISCÍPULO
Luc. 22:32

A mulher que disse que ninguém havia orado por ela.
A experiência do Getsêmani: Pedro dormia e Jesus em grande agonia orava por ele.
Havia um combate entre Cristo e Satanás por causa de Pedro, mas Cristo por Sua oração ganhou a vitória. Nas horas de crises e tentações, acharemos forças na oração e nas orações feitas em nosso favor.

I – Nossas próprias orações.
1. É bom recordá-las para fortificar a nossa fé.
a) A lenda do espírito que tinha sido banido do céu e que para entrar, devia trazer a dádiva mais preciosa ao céu; a lágrima do militar moribundo, o beijo da noiva sobre seu noivo ao morrer e a menina orando junto a uma fonte nas ruínas de Balbeque e o pecador que parou para apanhar água, o qual, vendo a menina orando, lembrou-se da sua meninice, ficou transformado, deixando cair uma lágrima pela face.
2. Foi a oração da juventude que trouxe Jacó ao arrependimento e contrição.
a) A experiência sua quando estava fugindo da casa paterna.
O sonho que teve, a oração que fez.
b) Sua experiência ao voltar no vão de Joboque.
3. É bom recordar nossas orações passadas para reforçar nossa confiança em Deus e nos animar para as lutas vindouras.

II – As orações dos outros.
1. Um nobre ato que podemos praticar é orar pelos outros.
a) No céu há um altar de ouro onde são reunidas as orações feitas. - Apoc. 8:3,4.
2. Devemos orar uns pelos outros. Paulo reconheceu essa grande necessidade.
3. As mães têm sido um exemplo do poder da oração em favor de seus filhos.

III – A oração de Cristo.
1. Não há nada na história do Evangelho que nos una tão intimamente com Cristo, em nossas franquezas, perigos e necessidades, como este grande fato de que Cristo orou por Pedro, e continua a orar por você e por mim. - Heb. 7:25.
a) Jesus ora por nós nas nossas fraquezas, tristezas, doenças, tentações, perigos e morte.
b) Nessas ocasiões Ele torna-Se o nosso Amigo e Irmão mais velho. - Prov. 17:17.
2. As orações de Cristo e Sua morte mostram o valor da alma humana.
a) Quão triste o contraste: Cristo sobre a cruz, Cristo no Getsêmani, Cristo no céu orando e intercedendo pelos homens e estes procurando por todos os meios o orgulho, a incredulidade, o mundanismo e o pecado, destruindo as suas almas!
3. Podemos cessar de orar. Ainda a nossa própria mãe poderá cessar de orar, mas Jesus ora por você e por mim!
a) Cheguemos com confiança a Jesus. - Heb. 4:14-18

A RESPOSTA DE DEUS A SEU POVO
Atos 12:1-12,5,7

Intervenção maravilhosa. Pedro liberto da prisão como resultado da oração.

I – Experiências - Mat. 7:7.
1. A oração de Elias. - Tia. 5:17-18.
2. A oração de Moisés. - Êx. 32:32.
3. A experiência da rainha Ester.

II – Como nos aproximar de Deus? - Heb. 13:3.
1. Crendo. - Mar. 11:24.
2. Suplicando com fé. - Tia. 1:6-7.
3. De acordo com Sua vontade. - I Jo. 5:14-15.
4. Podemos confiar em Deus. - Sal. 62:8; Isa. 26:4.
Oremos para que as portas se abram. - I Cor, 16:7-9.

ORAÇÃO PÚBLICA E ORAÇÃO SECRETA

Em quaisquer circunstâncias, a oração deve ser: espontânea; reverente; singela; fervorosa.

1. Oração pública.
a) Com dois ou três. - Mat. 18:19.
b) Com os discípulos. - Atos 1:14.
c) Com grandes multidões. - Luc. 1:10.
d) Com a comunidade. - Atos 4:24-31.
e) Com muitos irmãos. - Atos 12:12.
f) Com famílias inteiras. - Atos 21:5.

2. Oração secreta.
(Nos problemas particulares e íntimos).
a) Cristo. - Mat. 6:6.
b) Moisés. - Deut. 9 :25.
c) Samuel. - I Sam. 15:11.
d) Elias. - I Reis 17 :19-22.
e) Daniel. - Dan. 6:10.
f) Pedro. - Atos 10:9.
g) Cornélio. - Atos 10 :30.

OREMOS POR NOSSOS FILHOS

1. Abraão orou por Ismael. - Gên. 17:18.
2. Davi pela vida de seu filho. - II Sam. 12:16.
3. Jó por seus filhos. - Jó 1:5.
4. O pai pelo filho possesso. - Mat. 17:15.
5. A mãe siro-fenícia. - Mar. 7:26.

A ORAÇÃO INTERCESSÓRIA

A intercessão e seus privilégios.
– Cristo, o divino intercessor –.

Devemos interceder:
1. Uns pelos outros. - Tia. 5:16.
2. Pela cidade em que habitamos. - Jer. 29:7.
3. Pelos nossos inimigos. - Luc. 6:28; 1 Tim. 2:1.
4. Pelos novos convertidos. - II Tes. 3:9-12.
5. Pelas autoridades civis. - I Tim. 2:2-8.
6. Pelos nossos filhos. - I Sam. 1:27.
7. Pelos nossos irmãos que pecaram. - I Jo. 5:16.
8. Pelos doentes. - Tia. 5:14-16.
9. Por todos os santos (crentes). - Ef. 6:18.
10. Pela volta do Senhor Jesus Cristo. - Apoc. 22:20.

A ORAÇÃO

1. Motivos de orações não atendidas:
a) Desobediência. - Deut. 1:45.
b) Iniqüidade. - Sal. 66:18.
c) Indiferentismo. - Prov. 1:24-30.
d) Prática do mal. - Isa. 1:15-17.
e) Incredulidade. - Tia. 1:6-7.
f) Mundanismo. - Tia. 4:3.
2. Condições para a oração bem sucedida:
a) Contrição. - II Crôn. 7:14.
b) Sinceridade. - Jer. 29:13.
c) Fé. - Mar. 11:24.
d) Justiça. - Tia. 5:16.
e) Obediência. - I Jo. 3:22.
f) Permanência em Cristo. - Jo. 15:7.

POSIÇÕES NA ORAÇÃO

1. Em pé. - I Sam. 1:26; Mar. 11:25.
2. De joelhos. - Dan. 6:10; Luc. 22:41.
3. Curvando a cabeça e inclinando-se à terra. - Êx. 12:27; 34:8.
4. Prostrado. - Núm.16:22; Mat. 26:39.
5. De mãos estendidas. - Êx. 9:5.
6. De mãos erguidas. - Sal. 28:2; I Tim. 2:8.

O PAI NOSSO
Mat. 6:5-15

Que é oração? Para uns, constitui súplica. Para outros, meio de justificação perante Deus ou meio de "lembrar" a Deus Suas obrigações, etc. Entretanto, o valor da oração está no fato de estreitar mais o homem com Deus.

I – O Pai Nosso – É tido por muitos como oração para ser repetida ou rezada. Por outros é tida simplesmente como um modelo.
1. É perfeita: trata em primeiro lugar dos interesses de Deus: o nome santificado – "Teu nome".
a) A vinda do reino – "Teu reino".
b) A execução da vontade de Deus – "Tua vontade".
2. É misericordiosa: trata, em segundo lugar, do interesse do homem.
a) Alimento – "O pão nosso de cada dia".
b) Perdão – "Perdoa as nossas dívidas".
c) Direção – "Não nos deixes cair em tentação".
3. Exclui o egoísmo: em vez de "Meu pai" diz: "Nosso Pai" (ou "Pai Nosso").

II – O Significado da Oração.
1. Reconhecimento da nossa insuficiência.
2. Confiança na proteção divina.
3. Humildade, que espera segundo a vontade do Pai.
4. Inteligência para discernir as respostas de Deus. Muitas vezes pedimos paciência e recebemos tribulação (Rom. 5:3-4).

III – Resultados da Oração.
1. Estabelece relação entre as limitações humanas e a onipotência de Deus.
2. Faz-nos reconhecer a nossa dependência como filhos.
3. Fortifica-nos a fé.
Jesus orou muito; ensinou aos Seus discípulos a orar; deu-nos um modelo de oração, que é o Pai Nosso.
Qual é a nossa atitude diante destes fatos?

ASSUNTOS PARA O CULTO DE ORAÇÃO

1. Agradecemos a Deus:
a) Pelo privilégio de oração.
b) Pela fé que temos.
c) Pela Palavra de Deus ao alcance de todos.
d) Pela Igreja de Deus.
e) Pelo privilégio de servir a Deus.
f) Pelas bênçãos diárias - materiais, físicas e espirituais.
2. Confessamos tudo quanto haja e#n nós prejudicial à igreja, ao mundo e a nós mesmos:
a) Orgulho – de raça, posição, cultura, possessões, etc.
b) Egoísmo.
c) Avareza.
d) Ciúme.
e) Ódio.
f) Mundanismo.
g) Preguiça.
h) Falta de pontualidade.
3. Intercessão:
a) Pela Pátria.
b) Pelas autoridades.
c) Pelo povo.
d) Pelos ministros do Evangelho.
e) Pelos professores e alunos.
f) Pelas famílias.
g) Pelos que sofrem.
h) Pelos não convertidos.
4. Consagração:
a) A Cristo.
b) À Sua Igreja.
c) À vontade divina.
d) À tarefa que Cristo nos entregou.

A ORAÇÃO PÚBLICA
Luc. 11:1-4

A oração é parte importantíssima do culto. Deve-se a ela todo cuidado e escrúpulo. Broadus diz: "Na pregação falamos ao povo em nome de Deus; na oração pública falamos a Deus em nome do povo".

1. Preparo.
a) Piedade fervorosa. Hábito de orar em particular e no culto doméstico.
b) Familiaridade com as Escrituras, vara conhecer a linguagem bíblica da oração.
c) Estudo dos exemplos de oração.
2. Matéria.
a) A oração deve ser compreensiva e especifica.
b) Não se deve "dar instruções" ao Criador.
c) Não se deve lisonjear a si mesmo. - Luc. 18:11.
d) Não se deve lisonjear aos outros.
e) Não se deve exortar aos outros na oração.
f) É bom escolher os tópicos (assuntos definidos e não vagos).
g) Deve ser de acordo com o espírito da reunião.
3. A Disposição da Matéria.
Deve haver ordem. As orações bíblicas têm ordem.
a) Invocação; adoração; ação de graças.
b) Confissão de pecados; petição de perdão; petição de auxilio ou socorro.
c) Dedicação renovada; pedido de auxílio divino. O Espírito Santo no-lo ensina.
d) Intercessão por todos os objetivos gerais.
4. A linguagem da Oração.
a) Deve ser a mais correta possível e livre de todos os vulgarismos e gírias ou de expressões esquisitas. Evitar o pedantismo (não aparentar erudição).
b) Deve ser breve e definida. Clara. Audível.
c) Evitar a linguagem chorosa, exclamativa e lamentadora ou barulhenta.
d) Usar o estilo tênue, menos veemente que o do discurso.
Submissão e simplicidade.
e) Usar os pronomes e verbos da 1ª pessoa no plural.
f) Evitar repetições desnecessárias.

"PEDI, BUSCAI, BATEI"
Luc. 11:10

1. Pedi. Pedi a Deus. Pedi com fé. Pedi em nome de Jesus.
Pedi e recebereis, porque "qualquer que pede recebe".
2. Buscai. Buscai a Deus e o bem. Buscai de todo o coração.
Buscai e achareis, porque "quem busca, acha".
3. Batei. Batei à porta da oportunidade e do dever. Batei, e ela se abrirá de par em par diante de vós, de sorte que. possais entrar em vosso mais vasto campo de serviço, porque "a quem bate, abrir-se-lhe-á".

O PODER DA ORAÇAO
Atos 4:31

I – O Que é a Oração.
1. Poder. - Jer. 33:3; Isa. 45:11.
2. Eficaz. - I Jo. 5:14-16.
3. Pessoal. - Luc. 11:13:14; Jo. 14:13,14; 15:7.

II – Exemplos do Passado.
1. Algumas experiências: Jacó em Betel, José no cárcere, Moisés no deserto, Daniel na cova dos leões, Elias e a Sunamita, Pedro na prisão, Lutero, Cap. Bates, Bunyan, nossas próprias vidas.
2. Milagres.
3. Tem determinado o curso glorioso do cristianismo.

III – O Programa Permanente para a Igreja.
1. Sugerido por Cristo e apoiado pelos apóstolos.
2. Vence a Satanás.
3. Concede o Espírito Santo.
4. Desperta os santos.
5. Salva os pecadores.











ORDENANÇAS

PÃO E VINHO
I Cor. 11:26

Esses emblemas dão ao crente uma vista retrospectiva, introspectiva e prospectiva da obra consumada de Cristo.
1. Significação do Pão.
a) Flagelação do corpo de Cristo:
(1) Pelo azorrague dos soldados;
(2) Pela coroa de espinhos;
(3) Pelos cravos;
(4) Pelo ferimento da lança.
b) A natureza de Sua morte. É o Pão da Vida porque passou pela morte (Heb. 2:9). Passou pelo fogo. É precioso por causa do fogo (purificação).
c) A natureza do novo homem. Cristo é:
(1) a origem da nova vida. - Prov. 8:35;
(2) o alimento da nova vida. - Jo. 6:35-37;
(3) a plenitude da nova vida. - Jo. 8:36;10:10.
d) A futura união do corpo e da cabeça.
(1) São um na substância. - Jo. 17:21; Heb. 2:11;
(2) São um no destino. Jo. 17:24;
(3) Serão uma união eterna. - Apoc. 19:9.
2. Significação do Vinho.
a) Relembra a vida dada. - Jo. 10:18.
b) Relembra a vida derramada. - Heb. 9:22; Isa. 58:8,14.
c) Simboliza a vida recebida. - Jo. 6:55.
d) Simboliza a plenitude da vida, da alegria e da vitória. - Jo. 15:11.


A CEIA DO SENHOR
I Cor. 11:23-29

Depois de recriminar e censurar o procedimento e os abusos que os coríntios praticavam com referência à celebração da Ceia do Senhor, Paulo escreve estas palavras instrutivas e doutrinárias a respeito da solene cerimônia da Ceia. O principal pensamento desta significativa ordenança é: "Fazei isto em memória de Mim".

I – A Ceia do Senhor é:
1. Profética.
a) Da morte de Jesus;
b) Da ressurreição de Jesus; c) Da ascensão de Jesus;
d) Da volta de Jesus;
e) Do futuro reinado de Jesus.
2. Pessoal.
a) "Meu corpo.., partido por vás'";
b) "Meu sangue.., derramado por vós";
c) "Examine-se o homem a si mesmo".
3. Tem uma penalidade.
a) "Aquele que come e bebe indignamente".
b) "Não vos ajunteis para condenação".
4. Tem uma provisão – Os elementos.
a) "Tomai, comei";
b) "Bebei dele todos". (Não só o ministrante). "Preparas uma mesa perante mim".
Em tudo isto temos o mero símbolo, um memorial ou lembrança.
Nada de realidade, nada de transubstanciação, de consubstanciação ou sacramento, que confira graça e santificação, mas memória e expectativa.
5. Lições:
a) Olhando para trás, vemos Cristo morrendo por nós;
b) Olhando para cima, vemos Cristo intercedendo por nós;
c) Olhando para dentro, vemos Cristo vivendo em nós;
d) Olhando para a frente, vemos Cristo voltando para nós. "Fazei isto em memória de Mim".

UNIDADE DE CRISTO
A Ceia do Senhor - Sua Instituição e Significação
I Cor. 10:16

I – Introdução:

II – Acontecimentos anteriores.
1. Época da Páscoa. - Luc. 22:7.
2. Pedro e João enviados para prepará-la. - Luc. 22:8.
3. Cristo reconhece a aproximação dos sofrimentos. - Luc. 12:15.
4. A Páscoa no Velho Testamento.
a) O cordeiro.- Êx. 12:3.
b) O sangue. - Êx. 12:7.
c) Carne, pães asmos e ervas amargas. - Êx. 12:8.

III – O Serviço Preparatório.
1. Jesus lava os pés aos discípulos. - João 13:4-12.
2. Jesus recomenda que sigam o Seu exemplo. - João 13:14-16.
3. O resultado de Lhe seguir o exemplo. - João 13:17.

IV – A Ceia do Senhor e sua Significação.
1. Jesus institui a Ceia do Senhor. - S. Mat. 26:26-28.
2. O apóstolo Paulo explica o significado da Ceia do Senhor.
- I Cor. 11:23-26.
3. A cruz, a glória do cristão. - Gál. 6:14.


A CEIA DO SENHOR E A VIDA
S. João 11:25,26

I – Introdução.

II - Cristo o Doador da Vida.
1. A origem da vida. - João 5:26; I João 5:12.
2. O que Jesus diz ser. - João 11:25.
3. A prova de que o era. - João 11:43,44.

III – Emblemas do Doador da Vida.
1. O sangue do cordeiro salvou vidas. - Ex. 12:7,13.
2. Jesus era o cordeiro de Deus. - João 1:29.
3. Os crentes triunfam pelo sangue do Cordeiro. - Apoc. 12:11.
IV -- A Ceia do Senhor e a Ressurreição.
1. A celebração tipifica o segundo advento. - I Cor. 11:26.
2. O segundo advento requer uma ressurreição. - I Tess. 4:14,16.
3. A libertação da morte é pelo "sangue do concerto eterno".
- Heb. 13:20.

QUEM SERÁ O MAIOR? - Sal. 18:35

I – Introdução.

II - O Ensino de Jesus Sobre a Verdadeira Grandeza.
1. As ambições indignas dos discípulos. - Mar. 9:34.
2. Os ensinos de Cristo sobre a verdadeira grandeza. - Mar. 9:35.
3. Os ensinos de Cristo postos em prática. - Mat. 20:28; João 13:4,5,14.

III – Grandeza, Humildade e Honra.
1. Deus e a grandeza terrena. - Isa. 10:33 ú.p.; Mat. 23:12.
2. Deus e o humilde de coração. - I Ped. 5:5,6.
3. O caminho para a verdadeira honra. - Rom. 2:7.

IV – Exemplos de Abnegação.
1. O segredo da grandeza de Moisés. - Êx. 32:31,32.
2. A prontidão de Paulo para sacrificar-se. - Rom. 9:3.
3. A confissão e a magnanimidade de Davi. - II Sam. 24:17.
4. O interesse de Mardoqueu pelo seu povo. - Ester 10:3.
5. A abnegação de João. - João 3 :30.
6. Jesus, o supremo exemplo de humildade. - Fil. 2:5-8.

A CERIMÔNIA PREPARATÓRIA
S. João 13:13,14

I – Introdução.
II – A Prática do Amor e da Humanidade.
1. Jesus sabia que Seu fim estava próximo. - S. João 13:1, pp.
2. Ele amou até ao fim. - S. João 13:1 ú.p.
3. Serviu com humildade até ao fim. - João 13:4,5.

III – A Maneira de o Mestre Tratar Judas.
1. Ele conhecia o traidor, mas não o envergonhava publicamente.
- João 13:11.
2. Advertiu Judas e deu-lhe tempo para arrependimento.
- João 13:18,19.
3. Revelou indiretamente Judas aos onze. - João 13:26.

IV – O Método do Mestre com Pedro.
1. Revelou o coração orgulhoso de Pedro. - João 13:6,8.
2. Excitou o amor de Pedro a Cristo. - João 13:9.
3. Explicou a significação simbólica do lava-pés. - João 13:10.

V – A Significação Espiritual do Lava-pés.
1. Une os crentes ao Senhor. - S. João 13:8.
2. Promove a humildade e a igualdade perante Deus. - João 13:14.
3. Promove paz e felicidade entre os crentes. - João 13:17.

O PÃO SIMBÓLICO
S. João 6:35

I – Introdução.
II – O Pão Partido.
1. O pão partido e abençoado por Jesus. - S. Mat. 26:26.
2. O corpo de Jesus, simbolizado pelo pão partido. - I Cor. 11:24.
3. A contrição de espírito é aceitável aos olhos de Deus. - Sal.34:18.

III – Pão Material e Espiritual.
I. A fome e regularidade do pão diário. - Mat. 6:11; Sal. 37:25.
2. A necessidade humana de mais do que pão material. - Deut. 8:3.

IV – A Necessidade de Alimento para o Corpo e a Alma.
1. A infalível providência divina. - Mat. 5: 6.
2. O dever do homem partilhar o alimento material e espiritual
- Isa. 58:7.
3 . Cristo alimenta a multidão. - João 6:5-11.
4. A incumbência de Cristo para Pedro. - João 21:15-17.

V – O Pão Vivo.
1. Jesus, o Pão da Vida. - João 6:51.
2. A carne e o espírito contrastados. - João 6 :63.
3 . O devido uso da Palavra de Deus. - II Tim. 2:15; 4:2.
4. Profetizada uma fome da Palavra de Deus. - Amós 8:11.
5. Garantia para os justos. - Isa. 33:15-17.

O CORPO DE JESUS
I Cor. 10:17

I – Introdução.

II – A Encarnação.
1. O nascimento miraculoso de Cristo. - Heb. 10:5; Gál. 4:4.
2. Participando da natureza humana. - Rom. 1:3; Heb. 2:14-17.
3. Obediência até à morte. - Filip. 2:6-8.

III – Símbolo do Corpo de Cristo.
1. O Pão Partido. - Mat. 26:26; I Cor. 11:24.
2. O Templo e o véu. - João 2:19-21; Mat. 27:51; Heb. 10:20.
3. Um grão de trigo. - João 12 :23,24; I Cor. 15:36.

IV – Revelação do Propósito da Encarnação.
1. Os símbolos de serviço. - João 13:4,5.
2. Emanuel, revelação de Deus ao homem. - Mat. 1:23.
3. O objetivo supremo. - Mat. 1:21; João 1:29.

V – Dádiva Divina Todo-Compreensiva.
1. A dádiva de amor. - João 3:16,17.
2. Todas as coisas por meio de Cristo. - Rom. 8:32; cf. João 10:10.
3. A alegria final pela aceitação do dom. - João 14:1-3; Ap. 21:1-4.

O CÁLICE SIMBÓLICO
I Cor. 11:25

I – Introdução.

II – A Referência de Cristo ao Cálice e ao Conteúdo.
1. Nas bodas de Caná. - João 2:5-11.
2. A conversa com Tiago e João. - Mar. 10:38.
3. No Cenáculo. - Mat. 26:27,28.
4. No Getsêmani. - S. Mat. 26:39,42,44.

III – Outras Referências ao Cálice.
1. Provação da morte por todos. - Heb. 2:9.
2. Referência de Davi. - Sal. 23:5.
3. Símbolo de pureza. - Mat. 23:25,26.
4. O vinho da ira de Deus. - Apoc. 14:10.

IV – A Significação do Cálice para Nós.
1. Todos os seus seguidores participarão. - Mat. 26:27.
2. Somos participantes por meio da participação de Seus sofrimentos. - Mar. 10:39; 13:9,12,13; II Tim. 3:12.
3. O cálice da salvação deve ser partilhado com outros. - Sal. 116:13; Rom. 1:14-16.
4. Promessa de futura participação do cálice. - Mar. 14:25.

"A MINHA CARNE É COMIDA"
S. João 6:63

I – Introdução.

II – Alimento Espiritual.
1. A carne de Cristo é o símbolo do alimento espiritual necessário para o homem. - João 6:53-56.
2. As palavras de Cristo são alimento vivificante. - João 6:63.
3. A vontade de Deus era alimento para Jesus. - João 4:32-34.
4. Jesus é o Pão da Vida. - João 6:48.

III – Participando do Alimento Espiritual.
1. A significação de participar da Comunhão. - I Cor. 10:16,17.
2. A estima de Davi e Jeremias pela Palavra. - Sal. 119:103; Jer. 15:16.
3. Regeneração espiritual. - João 3:5-7.

IV – O Objetivo de Participar da Ceia do Senhor.
1. Fazer-nos lembrar a morte de Cristo. - I Cor. 11:26.
2. Fazer-nos lembrar que Cristo morreu pelos nossos pecados.
- I Cor. 15:3.
3. Ajudar-nos a seguir o exemplo de Jesus na morte para o pecado. - Rom. 6:10; I Ped. 2:21.
4. Tornar-nos dignos de nosso Senhor. - I Cor. 11:27-29.

ALIMENTO ESPIRITUAL EM CRISTO – VIVIFICAÇÃO E PURIFICAÇÃO PELO ESPÍRITO
João 6:27

I – Introdução.

II – O Pão da Vida.
1. Devemos trabalhar pelo alimento espiritual de Cristo. - João 6:11,26,27.
2. Para fazer o trabalho de Deus, precisamos crer em Cristo e aceitá-lo. - João 6:28,29.
3. Deus dá o Pão do Céu. - João 6:30-33.
4. Jesus é o Pão da Vida. - João 6:35,48-51.

III – A Dádiva do Espírito.
1. A promessa do Espírito, feita por Jesus.
- João 14:26; Atos 2:16-18.
2. A obra do Espírito. - João 16:7-11; Atos 2:37.
3. Andar no Espírito. - Rom. 8:1-14.

IV – Vivificação pelo Espírito.
1. O poder vivificante do Espírito. - II Cor. 3:6; I Ped. 3:18.
2. As palavras de Cristo são espírito e vida. - João 6:63.
3. Aceitar a admoestação do Espírito. - Apoc. 2:7,11,17,29.

V – Purificação pelo Espírito.
1. Uma fonte aberta para o pecado. - Zac. 13:1; Sal. 51:1-7.
2. Purificação do pecado. - I João 1:7-9; I Cor. 11:13; Mat. 28:19.
3. Selado pelo Espírito. - Rom. 5:5; Efés. 1:13; 4:30.

A VINHA
S. João 15:1,8

I – Introdução.

II – Um Símbolo do Velho Testamento.
1. Israel, a vinha do pomar de Deus. - Sal. 80:8.
2. A vinha de Deus produz uvas bravas. - Isa. 5:1,2.
3. Evidências de decomposição. - Deut. 32:31-33; Osé. 10:1; Jer. 2:21.
4. Lamentação de Deus por Sua igreja. - Isa. 5:3,4.
5. Inevitabilidade do juízo. - Isa. 5:5-7.

III – A Vinha do Novo Testamento.
1. Relação entre Cristo e Seu Pai. - João 15:1.
2. Relação entre Cristo e Seus seguidores. - João 15:4.
3. Fruto e aceitação, esterilidade e rejeição. - João 15:5,6.
4. União com Cristo e vida de oração. - João 15:7.
5. Condição para permanecer. - João 15:10; 14:15.

IV – Glorificando o Pai.
1. Produzir frutos para a glória do Pai. - João 15:8.
2. O fruto do Espírito. - Gál. 5:22,23.
3. O dom da paz. - João 14 :27.
4. Oração de Cristo pela união. - João 17:22,23.

O NOVO MANDAMENTO
João 13:34-35

I – Introdução.
II – A Supremacia do Amor Divino.
1. O novo mandamento. - João 13:34.
2. Revelação do amor do Pai. - João 3:16; Efés. 2:4-7; Rom. 5:8.
3. Revelação do amor de Deus por Seu Espírito. - Rom. 5:5.

III – Cristo a Suprema Revelação do Amor de Deus.
1. Manifestação do amor de Deus em Cristo. - I João 4:9,10.
2. A medida do amor de Cristo. - João 15:9,13.
3. A constância do amor de Cristo. - Rom. 8:35,38,39.

IV – A Prática do Amor.
1. O amor nos purifica do pecado. - Apoc. 1:5.
2. O amor inclui nossos inimigos, os que nos odeiam e nos aborrecem. - Mat. 5:44.
3. Cristo revela Seu amor aos Seus inimigos. - Luc. 23:34.

V – A Lei de Amor.
1. O amor, a essência da lei. - Mat. 22 :37-40.
2. O novo mandamento de Cristo. - João 13:34-35.
3. Cristo no coração dá-nos capacidade para compreender o amor de Deus. - Efés. 3:16-19.
4. O amor torna-nos filhos de Deus e restaura afinal em nós a Sua imagem. - I João 3:1,2.

PARA QUE SEJA UM
João 17:21

I – Introdução.
II – Fim da Cerimônia no Cenáculo.
1. Palavras finais de Jesus no cenáculo. - Mar. 14:25.
2. Hino de despedida. - Mar. 14:26.

III – Oração de Cristo por Sua Igreja.
1. Sua Recomendação ao Pai. - João 17:1-3.
2. Os objetos de Sua oração. - João 17:1,9,20.
3. Oração para que os discípulos fossem guardados do mundo.
- João 17:11,12,15.
4. Oração por união. - João 17:21-23.

IV – A Unidade e Seus Resultados.
1. Cristo glorificou a Deus por haver terminado Sua obra, e Deus glorifica a Cristo na vida dos crentes. - João 17:4,9-11.
2. Jesus manifestou a esperança de que a igreja fosse santificada e unida pela Palavra da verdade. - João 17:17.
3. A união com Cristo faz-nos filhos Seus, herdeiros, reis, sacerdotes e filhos de Deus. - Rom. 8:16-17; Apoc. 1:6.
4. A união mediante o amor de Cristo assegura-nos contra a separação e a perdição. - Rom. 8:38,39.

O LAVA-PÉS
João 13:1-17

Não um rito. Já era costume.
No ato de Jesus lavar os pés aos discípulos ELE dá-nos o
EXEMPLO:
1. De Renúncia.
2. De Humildade.
3 . De Serviço.
4. De Amor e Paz.
5. De Desejo de Crescimento e Perfeição espiritual.
6. De Orientação à nosso procedimento pelo padrão de vida que Ele mesmo viveu.


























PASTORADO

A OBRA PASTORAL
Prov. 21:23

A igreja de Cristo, embora enfraquecida e defeituosa, é o único objeto de Sua suprema solicitude. - Deut. 32:9.

I – A Obra de um Pastor.
1. Ele é um Atalaia. - Eze. 33:1-7.
a) Da torre vê se o perigo se aproxima.
b) Deve estar alerta, porque os inimigos são muitos. - Atos 20:28-30.
2. É um protetor e guarda.
a) As ovelhas são indefesas.
b) Ele protege os jovens das tentações muitas.
c) Livra o trabalhador da taberna e do jogo.
3. É um guia – vai adiante.
a) Muitos empurram em vez de guiar, por isso há muitas dificuldades.
b) As ovelhas necessitam de um guia na vida espiritual e nos empreendimentos missionários.
c) Um condutor fiel será seguido por suas ovelhas. - Sal. 23:1,2; João 10:4.
4. É um médico e enfermeiro.
a) As ovelhas na igreja estão sujeitas às doenças: físicas, mentais, morais e espirituais.
b) Deve saber aplicar os remédios. - II Tim. 3:16.
5. Deve alimentar o rebanho.
a) Só chicote não serve.
b) O pastor que não alimenta seu rebanho, tem contra si uma grave acusação. - Ez. 33:1-12.
c) Um bom pastor sabe alimentar suas ovelhas do púlpito e de casa em casa. - Sal. 23:2.
6. Tem amor pelas ovelhas ao seu cuidado. - Col. 3:14.
a) Amor é a melhor virtude.
b) Onde fracassam os argumentos o amor vence.

II – Quem é idôneo?
II Cor. 2:16; 3:5; 12:9.

UM BOM CONSELHO
Prov. 21:23

I – A Advertência ao Pastor - Heb. 13:7.
1. Deve conhecer seu rebanho, um por um.
2. Deve vigiar e conhecer suas condições.
3. Deve alimentar o rebanho, não só querer a lã.
4. Deve ajudá-lo nas suas tentações. Êx. 17:12; I Tim. 5:17,19.

II – A Advertência ao Rebanho - Heb. 13:7.
1. O rebanho deve lembrar-se do seu pastor, e obedecer-lhe.
- Heb. 13:7,17.
2. Deve estimar os anciãos. - I Tim. 5:17-19.
3. O exemplo de Moisés. - Êx. 17:12.
a) O rebanho necessita sustentar os braços dos anciãos e dos ministros, pela oração, cooperação zelosa e diligente, e não criticando ou falando mal.
b) Às vezes o rebanho, lutando entre si, impede aqueles que estão procurando sustentar e defender a verdade. - Rom. 15:14.
c) Não devemos falar mal ou criticar aqueles por quem Cristo morreu: isso é obra de Satanás.


LIDERANÇA
Juízes 5:2; I Crôn. 12-21; 13:1

I – O Fim da Liderança.
1. Tomar a direção, guiar, comandar.
2. Ser exemplo e ir na frente.
3. Estabelecer a paz.

II – As Qualificações de um Líder.
1. Consagração.
3. Visão.
a) Das necessidades do campo.
b) Das muitas possibilidades.
3. Experiência.
a) Um líder deve ter conhecimento dos processos, bem assim dos resultados.
b) Ninguém poderá com sucesso treinar ou dirigir a outrem, uma vez que não tenha experiência própria.
4. Cooperação.
a) Cooperação produz cooperação.
5. Método. - Êx. 18:21.
a) Um líder sem método em seus empreendimentos fracassará.
b) Método é a parte primordial das obras de Deus.
6. A coisa mais essencial a um líder cristão é uma vida consagrada.
a) Para isso deve viver uma vida de oração e comunhão com a Palavra.
b) Um bom conselho. - Prov. 27:23.





PESCADORES DE HOMENS
Mal. 4:19

I – O que deve ser feito por nós – "Segue-me".
1. Precisamos ser separados para Ele a fim de executar Seu objetivo.
a) Não podemos segui-lo a não ser que deixemos outros.
- Mat. 6:24.
2. Precisamos estar com Ele a fim de que possamos nos integrar do Seu espírito.
3. Precisamos obedecer-Lhe a fim de que possamos aprender Seu método
a) Ensinar o que Ele ensinou. - Mat. 28:20.
b) Ensinar como Ele ensinou. - Mat. 11:29; I Tes. 2:7.

II – O que deve ser feito flor Ele - "Eu vos farei".
1. Seguindo a Jesus, Ele opera convicção e conversão nos homens.
Ele usa nosso exemplo como um meio para esse fim.
2. Por Seu Espírito nos qualifica para atingirmos os homens.
3. Por Seu trabalho secreto nos corações dos homens, Ele nos encoraja em nosso trabalho.

III – Uma figura instruindo-nos - "Pescadores de homens".
O que salva almas é semelhante ao pescador.
1. Um pescador é dependente e confiante.
2. É diligente e perseverante.
3. É inteligente e vigilante.
4. É laborioso e desprendido.
5. É destemido – Não teme os perigos do mar.
6. É sucedido. Não é pescador que fique sem pescar alguma coisa.


A NECESSIDADE DE OBREIROS
Mat. 9:38

I – A obra.
1. É de origem divina.
2. É grande e necessitada.
3. É universal – O mundo.

II – Os obreiros.
1. Devem ser mandados por Deus.
2. Devem ser equipados por Cristo.
3. Devem ser pessoas de oração e poder do Espírito Santo.

III – O trabalho.
1. Apresentar a Cristo - O Cordeiro.
2. Sofrer por Cristo.
3. Chamar a atenção da humanidade para a hora do juízo final.
4. Morrer por Cristo. O resultado. - Sal. 126:5,6.

A ORAÇÃO DO PASTOR

Senhor, eu não Te peço que me faças grande,
Nem que o louvor dos homens soe em meus ouvidos;
Mas sim, que da minha vida faças um vaso
Através do qual Tua mensagem possa fluir para os que choram.
Eu não peço os homens conheçam o meu nome,
Nem que as multidões se ajuntem para ouvir a minha voz;
Mas isto eu peço, que no seu vale de lágrimas
Os homens encontrem a Jesus e nEle se alegrem.
É verdade, querido Senhor, que o louvor me é agradável,
É a razão por que o meu ministério é fraco.
Senhor, torna o meu orgulho, o meu amor próprio e livra
A minha vida do pecado: eis o que apenas eu busco.
Então, Senhor, enche o meu coração com o poder do Espírito;
Esconde o meu rosto atrás do rosto do Salvador.
Que só a Sua doce voz seja ouvida; e usa a minha língua
Para que as palavras da vida possam ser ditas em todo lugar.

PRECE MATINAL DO PASTOR
(Tentativa de versificação por "Jonas Leme de Camargo")

Eis que irrompe, Senhor, um novo dia;
Uma onda me inunda de alegria
Ao retomar o meu mister sagrado,
Que foi por Ti em mim depositado!
Dá-me a consciência plena e permanente
De ser pastor da Igreja e toda gente;
Que eu seja compreensivo e sempre veja
Em toda parte e onde quer que esteja,
Nos moços ou no adulto encanecido
Pelo tempo passado e já vivido;
Nas alegres e gárrulas crianças
Que refletem tão gratas esperanças;
Na pele escura ou nos cabelos de ouro,
Eu veja em todos Teu real tesouro!
E permite, Senhor, que a minha boca
Nunca emita qualquer palavra louca!
Mas ao revés, se torne a pura fonte
Que emane ensinos do Sermão do Monte!
Que em toda a humana e heterogênea massa
Eu veja o alvo da divina Graça!
Faze de mim fiel pastor de almas
Nas tristes horas e nas horas calmas!
Reveste-me de força espiritual
Para que eu seja santo e seja igual
Ao meu santo Modelo – Jesus Cristo,
Que sirvo humilde e por servir persisto!
E se volver da singular missão,
Toma nas Tuas minha frágil mão,
Para que possa Te contar meus atos,
O que preguei a sábios e insensatos,
A vida construtiva que levei
No cumprimento da divina Lei,
Da qual recolho os pensamentos nobres
Que lego aos ricos e ministro aos pobres!
E se aprovares tudo quanto fiz,
O dia encerrarei feliz, feliz,
Cantando o excelso amor que me consome:
– LOUVADO SEJA O TEU BENDITO NOME!

PARTICIPANTES DA VOCAÇÃO CELESTIAL
Heb. 3:1

O povo de Israel foi chamado a uma vocação terrestre, e as promessas de Deus a ele feitas tratavam apenas de coisas terrestres. Os cristãos, todavia, têm maior privilégio: são chamados com uma vocação celestial. As promessas de Deus feitas a eles, dizem respeito a coisas celestiais.

I – Somos participantes:
1. Da natureza divina. - II Ped. 1:4.
2. Das aflições de Cristo. - II Cor. 1:7.
3. Da vocação celestial. - Heb . 3:1.
4. Da disciplina. - Heb. 12:8.
5. Da Sua Santidade. - Heb. 12:10.
6. Da herança dos santos. - Col. 1:7.
7. Da glória que se há de revelar. - I Ped. 5:1.

II – Somos chamados:
1. Por Deus. - I Ped. 5:10.
2. Pela Sua graça. - Gál. 1:15.
3. Para sermos santos. - Rom. 1:7.
4. Para sermos filhos de Deus. - I João 3:1-3.
5. Para sermos cristãos. - At. 11:26.
6. À liberdade. - Gál. 5:13.
7. Das trevas para a Sua maravilhosa luz. - I Ped. 2:9.
Sejamos gratos a Deus por esses gloriosos privilégios, e saibamos ser dignos dos mesmos.

ALVOS PARA O OBREIRO CRISTÃO

"William Carey adotou alguns alvos para sua vida, os quais todos os pastores e missionários bem fariam em adotar":
1. Nunca perder de vista o valor infinito de uma alma humana.
2. Familiarizar-se com os laços que prendem as mentes do povo.
3. Abster-se de qualquer ato ou atitude que aprofunde os preconceitos do povo contra o Evangelho.
4. Procurar sempre oportunidade para servir ao povo.
5. Pregar "Cristo crucificado", único meio de conversão.
6. Considerar e tratar o povo sempre como nossos iguais e não como nossos inferiores.
7. Promover a edificação das "hostes que se reúnem".
8. Cultivar os dons espirituais do povo, sempre acentuando sua grande obrigação missionária – uma vez que, somente os hindus podem ganhar a Índia para Cristo. (Carey falava na Índia).
9. Trabalhar continuamente na tradução da Bíblia.
10. Ser insistente na administração de uma religião vital e pessoal.
11. Darmo-nos sem reserva ou restrição, à causa, "não contando como nosso, nem mesmo a roupa que usamos".

O PREGADOR IDEAL
II Tim. 2:15

1. Caráter vigoroso - "Aprovado", isto é:
a) Experimentado;
b) Preparado;
c) Purificado.
2. Retidão consciente. "Que não tem de que se envergonhar":
a) Da sua conduta;
b) Do seu trabalho presente;
c) Do seu trabalho futuro.
3. Ardor moral – "Esforça-te":
a) Desejo intenso;
b) Esforço incansável;
c) Grande urgência.
4. Plena consagração – "Obreiro":
a) Serviço voluntário;
b) Serviço alegre;
c) Serviço recompensado.
5. Vida abnegada – "Para te apresentar" (tempo presente):
a) Submissão por escolha própria;
b) Submissão completa;
c) Submissão definitiva.
6. Intérprete digno de confiança – "Que maneja bem a Palavra da Verdade":
a) Destemido;
b) São;
c) Hábil.

O MINISTÉRIO DAS LÁGRIMAS

1. Lágrimas de Simpatia. - João 11:35.
2. Lágrimas de Gratidão. - Luc. 7:38.
3. Lágrimas de Devoção. - João 11:33.
4. Lágrimas de Solidão. - Luc. 7:13.
5. Lágrimas de Lembrança. - Sal. 56:8.
6. Lágrimas de Serviço e Testemunho. - At. 20:19.
7. Lágrimas Enxugadas. - Apoc. 21:4.

O PREGADOR

O Pregador deve:
1. Ter experiência de real e genuína conversão.
2. Ser digno, sincero, piedoso e homem de oração.
3. Amar muito e sobretudo a Jesus Cristo.
4. Amar muito as almas perdidas.
5. Amar e conhecer bem a Bíblia.
6. Ter vida reta e conduta exemplar.
7. Apresentar mensagens positivas, com habilidade e prudência, tendo base na Palavra de Deus. Seu sermão deve ser instrutivo, oportuno, variado, ilustrativo, direto.
8. Conhecer a gramática, a ética, a psicologia, pelo menos em parte.
9. Pregar a "Cristo crucificado" e não a si mesmo.
10. Ser sereno, calmo e reverente.
11. Empregar linguagem e pensamentos claros, ao alcance do auditório, mesmo das crianças, sem monotonia, e em voz audível.
12. Evitar ao máximo o emprego da primeira pessoa do singular, salvo em casos especiais.
13. Evitar os gritos, as gírias, os ataques violentos a outros credos ou a pessoas, as "carapuças", os gestos espalhafatosos, os cacoetes etc.
14. Apresentar sermões não muito extensos, e sem prolixidade.
15. Escolher texto curto e claro, porém que contenha, de fato, a mensagem.
16. Decorar, se possível, o esboço e as anotações do sermão.

OFÍCIO DO PREGADOR

1. Como Embaixador – para representar Cristo. - II Cor. 5:10.
2. Como Pregador – para proclamar a Palavra de Deus. - Rom. 10:14; I Cor. 1:21; II Tim. 4:11.
3. Como Mestre – para instruir no conhecimento da Palavra. - Mat. 28:20; I Tim. 4:11.
4. Como Servo – para obedecer aos mandamentos do Senhor. - Luc. 19 :13 ; Col. 3 : 23.24.
5. Como vigia – para olhar cuidadosamente o rebanho. - At. 20:28; Col. 4:17.
6. Como Pastor – para alimentar devidamente o rebanho. - Ez. 34:5-8; I Ped. 5:2-4.
7. Como Atalaia – para avisar a vinda do juízo. - Isa. 62:6; Ez. 33:7; Mar. 13:35-37.

UM SERVO DE CRISTO
II Tim. 2

Na segunda carta de Paulo a Timóteo, são-nos apresentadas as qualidades salientes de um verdadeiro servo de Cristo. Vemo-las ligadas a sete diferentes aspectos do crente:

1. Um filho. - V. 1. Salvo; chamado; instruído.
2. Um soldado. - Vs. 3,4. Obediente; corajoso; sofredor.
3. Um atleta. - V. 5. Disciplinado; sóbrio.
4. Um lavrador. - V. 6. Paciente; constante.
5. Um obreiro. - V. 15. Sincero; aprovado.
6. Um vaso. - V. 21. Santificado; preparado.
7. Um servo. - V. 24. Selado; separado; útil.

O ELEMENTO ESSENCIAL

"A Primeira Igreja em Jerusalém não tinha casa de cultos, porém ganhava os perdidos. Não tinha piano nem órgão, porém louvava a Deus. Não tinha séries de conferências evangelísticas, porém se mantinha em estado de revivificação. Não tinha literatura senão a Palavra de Deus, porém aprendia dEle. Não tinha instituições, porém servia a humanidade. Não era política, porém fez estremecer o mundo pagão! Tinha porém o elemento essencial: o espírito de obediência absoluta à autoridade Jesus Cristo, que requer evangelismo pessoal e mundial."

CONSIDERAÇÃO RECÍPROCA
Hebreus 10:24

1. Não tem havido entre os obreiros coragem ou caridade cristã para falar uns aos outros a respeito de suas faltas etc.
2. Igualmente não tem havido interesse de ajudar uns aos outros nas suas necessidades, problemas etc.
3. Ao contrário, tem havido grande facilidade para aceitar tudo quanto de mal se diz uns dos outros.
4. Além do mais, existe entre os pastores o mesmo fenômeno que se verifica nos grupos do mesmo ofício: algo de despeito ou inveja uns dos outros.
5. Entretanto, em tudo o que é justo e nobre há discordância, mas, que seja no terreno das idéias, nunca envolvendo as personalidades.


O QUE DEUS REQUER DE NÓS

1. QUE SEJAMOS SEUS MINISTROS. - Atos 26:16-18; II Cor. 5:18,19; Mat. 20:28.
a) Levando cartas de perdão.
2. SUAS TESTEMUNHAS. - Atos 26:16; Isa. 44:8; I João 1:1,2; II Cor. 4:13.
3. SEUS EMBAIXADORES. - II Cor. 5:20.
4. SEUS EVANGELISTAS. - II Tim. 4:5; Luc. 19:10; João 3:17; 12:47.
a) Sendo evangelistas temos a mensagem de vida.
b) Somos enviados para salvar e não condenar.
5. SEUS PORTA-VOZES. - Isa. 51:16; Jonas 3:2; Êx. 4:10-12; Jer. 1:6-9; Apoc. 10:2.
a) Dar a mensagem de Deus.
b) Devemos pregar aos mortos em pecado.
6. PESCADORES DE HOMENS. - Mar. 1:17; Jer, 16:16; Luc. 5:10.
7. SEUS SOLDADOS. - II Tim. 2:3; Efés. 6:11.
a) Não nos devemos queixar, mas sofrer resignados.
8. PASTORES LEAIS. - I Ped. 5:2; Sal. 23:2; João 10:9.
9. SEUS ATALAIAS. - Êx. 33:7; I Cor. 14:8.
a) Devemos apresentar a verdade claramente para que o povo possa ver.
10. O PODER NECESSÁRIO. - Rom. 1:16; Luc. 4:32; Efés. 1:19; Fil. 3:10.
a) Deus nos dá o poder para ser usado no Seu serviço.
b) Necessitamos do mesmo poder que ressuscitou a Jesus.
c) Os poderes da natureza: tormentas, ciclones, etc.
d) Esse poder foi mostrado nos dias apostólicos; quando a igreja orava, o lugar tremeu.
e) Esse poder pode ser achado na leitura da Palavra de Deus e em ligação com Ele.
f) Exemplo: – Eliseu morto, estando seu corpo em contato com outro corpo morto, este ressuscitou.
g) Necessitamos do poder para transformar corações mortos.
- Isa. 53:12 "derramou sua alma até a morte".
(1) Jesus derramava Sua alma quando curava, ressuscitava e trabalhava.
Exemplo: - A vela quando queima.
Vale a pena? Isa. 53:11.

O SEGREDO DE SALVAR ALMAS – O Método e o Poder
João 12:32

O texto contém o segredo de ganhar almas, revelando-nos:
a) o instrumento;
b) o poder;
c) o método.

I – O Método.
1. Exaltar a Cristo.
a) Exaltar a Cristo significa revelar Seu caráter; manifestá-Lo em nossa vida.
b) Quando Cristo foi levantado na cruz, os homens primeiro escarneceram, então maravilharam-se e finalmente foram convencidos do Seu divino poder. - Mar. 15:29-39; Mat. 27:39,54.
c) É Cristo revelado em sua vida?
2. Nenhum outro nome. - Atos 4:11-12.
a) É Cristo esquecido ou negligenciado em tua vida? Todas as necessidades supridas. - Fil. 4:19.
b) O mundo é ignorante: Cristo é a sabedoria de Deus.
c) O mundo está perecendo: Cristo é o Salvador.
d) O mundo está cheio de dor : Cristo é o Confortador.
3. Revela os mistérios ocultos. - Efés. 3:8-12; Col. 1:25-27; 2:2,3.
a) Os mistérios de Cristo devem ser revelados em nós.
b) Assim como a serpente foi levantada no deserto como a única fonte de cura, assim devemos exaltar a Cristo em nossas vidas, para que outros possam olhar e viver.

II – O Poder.
1. Cristo, o poder - "Eu atrairei".
a) Quando os homens reconhecem o que Cristo pode fazer por eles, então desejam Seu auxílio.
b) Devemos revelar tal poder em nossas vidas.
2. Cristo, o magneto – "Todos atrairei a mim".
a) O poder que atrai não é a mão que retém o magneto, mas o magneto mesmo. Quando os pólos estão cobertos, o poder está perdido.
b) Revelemos a Cristo, e o constrangedor e salvador magneto de Seu amor atrairá nosso coração a Ele. - II Cor. 5:14; I João 4:19.

O SEGREDO DE SALVAR ALMAS - O Instrumento e os Resultados
João 12:32

I – O Instrumento.
1. O homem. Deus escolheu revelar a Cristo pelo homem.
O homem é oculto e Cristo manifesto. - Col. 3:3.
2. As agências:
a) Um Cristo crucificado e exaltado.
b) O verdadeiro evangelho. Dois evangelhos são proclamados – um do homem, outro de Cristo. O primeiro é uma revelação de demonstrações externas, moralidade e cultura. Este evangelho pode polir o exterior, mas não salva. O outro evangelho é o que salva e tem a força dinâmica. - Apoc. 14:6,7; Rom. 1:16.
c) Revelação pessoal de Jesus. - Gál. 6:17; Atos 4:13.
3. A mensagem.
a) Pregar, não um Cristo histórico, ou teórico, mas Cristo pessoal.
b) Ações, palavras, pensamentos, objeções, sermões etc., devem revelar o Cristo vivo.

II – Os Resultados.
1. A descoberta do segredo de salvar almas leva a admiráveis resultados.
2. "Todos os homens" serão atraídos ao Magneto. A influência não poderá ser resistida facilmente.
3. Há um maravilhoso e misterioso poder no trabalho, quando Cristo é exaltado na vida do pregador.
4. Os homens desejam provas convincentes de que Cristo pode e salva agora. A minha e a tua vida os convencem.
5. O moto do nosso ministério e vida deve ser: Levantar a Cristo.

CRISTO, O MOTIVO DA PREGAÇÃO
I Cor. 1:22-24

I – O método da pregação.
1. Pregação não é um apelo aos sinais miraculosos.
2. Pregação não é exposição de um sistema teológico.
3. Pregação é a proclamação de um fato simples.

II – O assunto.
1. Cristo, a manifestação de Deus.
2. Cristo, o ideal de Humanidade.
3. Cristo, o Cordeiro de Deus.
4. Cristo, o Sumo Sacerdote.
5. Cristo, o grande Advogado.

III – O resultado.
1. Uma experiência do poder transformador de Cristo. - Rom. 1:16.
2. Um conhecimento seguro da Sua doutrina. - II Tim. 1:12.

A GRANDE COMISSÃO
Mat. 28:16-20

Considerar: por quem foi dada, quando e como.
"Evangelizar – fazer discípulos".

1. A Esfera de Evangelização – "Todo o mundo". "Todas as nações". No V.T. havia uma única nação como esfera para o Mosaísmo. O Cristianismo é oferecido a todos, sem exceção.
É extensivo a todas as raças, posições, situações etc.
2. O Tema de Evangelização – "O Evangelho". Não é: "Pregai a ciência, a filosofia, o socialismo e a moral", mas "pregai o Evangelho", que é:
a) Boas-novas de Deus, revelado em graça.
b) Da obra expiatória consumada.
c) De remissão de pecados, oferecida aos arrependidos.
d) De obediência a todos os mandamentos de Jesus.
3. O Poder para a Evangelização – A presença de Jesus:
"Estarei convosco todos os dias". O auxílio do Espírito Santo.
Conclusão – A comissão foi dada não somente aos apóstolos, mas igualmente a nós, seus sucessores e continuadores, como igrejas e corno indivíduos. Somos os arautos do Mestre. Seus mensageiros. E que bendito privilégio!... Mas que grande responsabilidade"!... É mister que atendamos ao grandioso imperativo. "Ai de mim, se não pregar o Evangelho". "Quando estes se calarem, as pedras clamarão". A urgência da Grande Comissão: O mundo perece sem Cristo! A tremenda responsabilidade do ouvinte.

ORDEM DIVINA
Atos 18:9

Paulo em Corinto. Corinto, cidade corrupta, onde dominavam os piores pecados. Paulo teve uma visão das necessidades espirituais de Corinto. Temos hoje uma visão de nosso povo? "Não temas. Fala e não te cales."

I – "Não temas".
1. As dificuldades da época de Paulo.
2. As dificuldades de nossos dias.
3. Deus protege: "Eu estou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal".
4. Deus está conosco. Não temamos, mas anunciemos a Jesus!

II – "Fala".
1. De todas as maravilhas divinas. - II Crôn. 16:9.
2. De tudo que é reto. - Sal. 37:30.
3. A verdade. - Zac. 8:16; Efés. 4:25.
4. Falemos a tempo e fora de tempo.

III – "Não te cales".
1. Anunciando a Jesus, como Pedro no dia de Pentecostes etc.
2. Orando em todo o tempo.
3. Louvando a Deus com "cânticos, salmos e hinos espirituais".
4. Exemplo d:e muitos que falaram e não se calaram mesmo ante as mais fortes oposições. Os profetas e apóstolos. O pecado invade nosso país e nossas igrejas. O mutismo de nossa parte leva as pedras a clamarem (Luc. 19:40). Muitos estão conformados e acomodados... Não nos calemos, mas protestemos com poder!
Conclusão: "Pois tenho muito povo nesta cidade". Aí estão as necessidades! "Somente o nome de Jesus anunciado aos homens poderá satisfazer tão tremendas realidades!"

A GRANDE COMISSÃO - Mat. 28:16-20

1. Apoiada no poder divino – "É-me dada todo o poder".
2. De autorização divina. – "Ide, pois".
3. Dá-nos uma tarefa mundial – "Todas as nações".
4. Aplica-se a cada indivíduo – "A cada criatura".
5. Uma mensagem divina – "Pregai o Evangelho".
6. Expressa-se nas ordenanças sacras – "Batizando-os".
7. Uma proclamação da Trindade – "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".
8. Um programa de instrução – "Ensinando-os".
9. Um convite para um nível mais alto – "Observar todas as coisas".
10. Uma certeza da presença divina – "Eis que estou convosco..."

A INFLUÊNCIA DA SABEDORIA HUMANA - I Cor. 1:18-25

1. As pretensões da sabedoria humana.
2. Os frutos da sabedoria humana.
3. As falhas da sabedoria humana.
4. A cegueira da sabedoria humana.
a) A pregação da cruz: loucura.
b) Pecado e morte: desatendidos.
5. A glória da divina sabedoria.
a) Cristo crucificado.
(1) O poder de Deus.
(2) A sabedoria de Deus.
b) Cristo – a Verdade de Deus.

TEMAS E TEXTOS PARA SERMÕES

1. O otimismo divino. "A misericórdia triunfa do juízo".  Tia. 2:13.
2. O conforto da onipresença de Deus. - Sal. 139:9-10.
3. O amor não é irascível. Não se irrita. - I Cor. 13:5.
4. Não há necessidade de aparição de mortos. - Luc. 16:31.
5. Preparação para uma vida religiosa. "Guarda-nos em vida e invocaremos o Teu nome." - Sal. 80:18.
6. Maravilhas escondidas. - Sal. 119:18.
7. Condição exigida para a bênção divina. "Estavam todos reunidos no mesmo lugar." - Atos 2:1.
8. Como obter paz. - Isa. 26:3.
9. Certeza de origem divina. - Jo. 8:14.
10. Piedade latente. "Com gozo inefável e glorioso." - I Ped. 1:8.
11. Cuidado necessário. - Heb. 12:15.
12. Recipientes inesperados de uma recompensa celestial. "E não somente a mim, mas também a todos os que amarem n Sua vinda." - II Tim. 4:8.
13. Conforto para a inferioridade física. - Sal. 33:16.
14. O poder iluminador da justiça. - Mal. 4:2.
15. Cuidado para com as crianças. - Mar. 10:13.
16. A enfermidade mais perigosa. - Prov. 18:14.
17. Falsa humildade. - Col. 2:18.
18. O mistério da fama de Cristo. "Não pôde esconder-Se".
- Mar. 7:24.
19. Como livrar-se da calamidade. - Dan. 6:23.
20. Recompensa da perseverança. - Gal. 6:9.





BUSCAR E SALVAR O PERDIDO
Luc. 19:10

I – O que Significa Estar Perdido?
1. É triste perder a propriedade. Trágico perder a saúde.
2. Quebranta o coração a morte de queridos.
3. A maior de todas as tragédias é a perda da alma, da salvação.
4. Envolve tempo e eternidade.

II – Como uma Pessoa Perde sua Alma?
1. Nascemos perdidos. Sal. 51 : 5.
2. Perdidos pela prática do pecado. - Rom. 3:23; 6:23.
3. Perdidos pela nossa atitude para com o Senhor Jesus Cristo.
- Jo. 3:18,36.

III – Quando uma Pessoa está Perdida?
1. Perdido em vida, para Deus, para a igreja, para a sociedade, para si próprio. Uiva vida gasta.
2. Perdido na morte. Sem Deus, sem esperança.
3. Perdido no juízo final.

lV – Um meio de Escape.
1. Pela cruz de Jesus Cristo. - Jo. 5:14-16.
2. Deus enviou S,eu Filho ao mundo para buscar e salvar os perdidos.
3. Jesus está procurando. Está pronto para perdoar pecados, salvar a alma, e pôr o perdoado a caminho do Lar eterno.





DUAS FÓRMULAS DE APELOS INDIRETOS AO FINAL DE SERMÕES

I – A única resposta que podemos dar ao Mestre.
Porque há somente uma Luz que podemos seguir com segurança.
Porque há somente um Ser no qual podemos depender para nosso apoio.
Porque há somente um Alimento que pode saciar nossa alma.
Porque há somente uma Vida que pode livrar nosso"coração.
Porque há somente um Coração que pode levar nossas dores.
Porque há somente uma Mão que pode limpar nossas lágrimas.
Porque há somente uma Expiação que pode livra?-nos de nossos pecados.
Porque há somente um Nome pelo qual todos os homens podem ser salvos.
E este é Jesus Cristo, aquele que é "o mesmo ontem, hoje e para sempre".
Responderíamos como Davi, o salmista, como registra em seu livro. - Sal. 116:13.

II – Outra apelação indireta dirigida ao público
Um Geólogo pode conhecer tudo a respeito das rochas, e seu coração permanecer tão duro como as mesmas.
Um Geógrafo pode conhecer e compreender tudo acerca dos ventos, e ser joguete de paixões tão violentas como os mesmos.
Um Astrônomo poderá conhecer tudo acerca das estrelas, e ser como um meteoro, cujo final depois de uma breve e brilhante trajetória, se extinguirá na noite eterna.
Um Cartógrafo pode saber tudo acerca do mar, e sua alma podia ser semelhante às suas inquietas águas, que não podem repousar.
Um Sábio Atômico poderá saber como desviar o ígneo raio, mas não poderá evitar a ira de Deus sobre sua cabeça culpada.
O homem poderá ter todo o conhecimento de um Newton, um Laplace ou um Watt; poderá deslindar muitos mistérios e compreender muitas coisas ocultas; mas se ele não tem um conhecimento pessoal de Deus e de Seu amor que por meio de Cristo se aproximou dos homens. De que lhe servirá? Terminar lendo: Mateus 16:26.

TESTANDO NOSSO CRISTIANISMO
Rom. 8:9; Gal. 3:21; Efés. 4:1, 11-12

I – Jesus Realizou a Obra de Seu Pai.
1. Jesus no templo. - Luc. 2 :43-49.
2. O desejo de Jesus. - João 4 :34.
3. A atitude de Jesus. - João 5:17; 9:4.

II – Jesus Orou.
1. Exemplos: Mar. 1:36; Luc. 5:16; 6:12; 22:44.
2. Viveu para orar e orou para viver.
a) Fazemos o mesmo?
3. Expulsou demônios. - Mat. 17:21.

III – Jesus ia à Igreja.
1. Exemplo: Luc. 4:16; Mat. 12:9.
2. Qual é o relatório do anjo acerca do nosso costume no dia do Senhor e nas reuniões de oração? - Isa. 58:13-14.

IV – Jesus Procurou o Perdido.
1. Exemplo: Luc. 19:10.
a) Do berço à cruz, da manjedoura ao túmulo.
2. Estamos clamando, chorando, procurando almas perdidas homens, mulheres, moças e rapazes? - "Salvemos um a um...".
3. Uma coisa é cantar, outra é lançar o salva-vida.

V – Jesus foi para o Calvário - Luc. 9:51.
1. Estaremos prontos a ir? Para sofrer, derramar sangue e morrer?
2. Partilharemos das convicções de Paulo expressas em Gál. 6:14 e Filip. 3:8-11?

TIRADO DO FOGO - Zac. 3:2

I – O Fogo é um Emblema do Pecado.
1. O fogo, como o pecado, é muito sutil. Não se pode tocá-lo descuidadamente.
2. O fogo, como o pecado, é destruidor, e, como a cobiça, causa grandes danos. As conseqüências são imortais. - I Cor. 6:19.
3. O fogo, como a avareza, apossa-se de muitos. - Luc. 12:15-21.
4. O fogo da intemperança exerce um poder destruidor sobre muitos.

II – O Tição é um Emblema do Pecador.
l. Um tição está pronto para o fogo.
a) O tição ou acha de lenha e o fogo, nunca discutem. A água é a espada inimiga do fogo.
2. Um tição na fogueira está em estado de perecer, acabar. Jo. 3:18.
3. Um tição não pode ajudar a si mesmo. "Não pelas obras...".
4. O pecador, como o tição, permanece insensível a toda advertência; aos exemplos mais marcantes nas vidas de outros.

III – O Tirar é um Emblema da Salvação.
1. Duas maneiras de salvar um tição do fogo: retirando ou apagando o fogo.
a) Cristo faz o mesmo.
(1) É repentino. Vida por um olhar. - Luc. 19:9.
(2) É completo. Exs.: Bartimeu, Lázaro, a filha de Jairo.

EXEMPLOS VIVOS DE EVANGELISMO PESSOAL

I – Os Apóstolos.
1. André evangelizou Pedro. - João 1:40-42.
2. Filipe evangelizou Natanael. - João 1:45.
3. Paulo evangelizou o carcereiro. - Atos 16:25-31.

II – A Samaritana evangelizou sua cidade. - Jo. 4:39.

III – Filipe, o Evangelista. - Atos 8:26,40.
1. Obedeceu à ordem do Espírito Santo. - Vs. 26,29.
2. Começou por uma pergunta. - V. 30.
3. Anunciou a Jesus como Salvador. - V. 35.
4. Induziu-o à confissão e ao batismo. - V. 38.

IV – Jesus, o Mestre Supremo na arte do evangelismo pessoal.
1. Jesus e Nicodemos. - João 3:1-3.
2. Jesus e o ladrão. - Luc. 23:39-43.
3. Jesus e a Samaritana. - João 4:1.30.
(1) Era meio dia. Jesus cansado e sedento. - V. 6.
(2) Começou por um assunto comum: a água. - V. 7.
(3) Falou da salvação em termos atuais. - Vs. 9-15.
(4) Mostrou o pecado. - Vs. 16-19.
(5) Evitou polêmica inútil. - Vs. 20-22.
(6) Ensinou a verdade positiva. - Vs. 23,24.
(7) Falou do Messias. - Vs. 25,26.

OPOSIÇÃO E BÊNÇÃO DO OBREIRO DE DEUS

1. Oposições ao obreiro.
a) O desagrado do inimigo. - Nee. 2:10.
b) A ironia do inimigo. - Cap. 2:19.
c) A ira do inimigo. - Cap. 4:1.
d) O escárnio do inimigo. - Cap. 4:1.
e) O ardil do inimigo. - Cap. 4:8.
f) A sabotagem do inimigo. - Cap. 4:2.
2. Bênçãos do obreiro de Deus.
a) A nomeação. - Cap. 9:7.
b) A terra. - V. 8.
c) A luz. - V. 12.
d) O prestígio. - V. 13.
e) O alimento. - V. 15.
f) O Espírito Santo. - V. 20.
g) O Reino. - V. 22.

ZELO E SALVAÇÃO DE ALMAS
Luc. 12:8.

I – A Grande Comissão.
1. A comissão evangélica. - Mat. 28:19,20; Mar. 16:15; 13:10.
2. Os discípulos seguem as ordens do Senhor. - Mar. 16:20.
3. Necessidade de zeloso esforço. - João 4:35.
4. O trabalho da hora undécima. - Mat. 20:6,7.

II – Grandes Movimentos sob a Direção de Deus.
5. O espírito de Neemias. - Neem. 4:6,17,18.
6. A mensagem de Jonas e seus resultados. - Jonas 3:5-10.
7. Reavivamento em Samaria. - João 4:39-41.
8. Resultado do trabalho evangélico de Paulo em Éfeso. - Atos 19:17-20.

III – As Testemunhas de Deus nos Nossos Dias.
9. A responsabilidade de sermos testemunhas. Isa. 43:10; Luc. 12:8.
10. A ousadia de Pedro e João. - Atos 4:13.
11. Conselho de Paulo a Timóteo. - II Tim. 1:8.

IV – O Preparo Necessário.
12. As várias experiências de Paulo como obreiro. - II Cor. 6:4-10.
13. Paulo mostra a urgente necessidade de preparo. - I Ped. 3:15.
14. A mensagem especial para os nossos dias. - Apoc. 14:6.

COMO DEVEMOS NOS APRESENTAR PARA FALAR EM PÚBLICO

1. Antes de você falar aos homens, fale, durante bastante tempo, com Deus, isto é, ore! Você sairá do Santuário revestido da radiação do Poder Divino, o que dará a você autoridade e segurança; segurança, quanto a você mesmo, calma, presença de espírito, e ausência de qualquer receio dos homens, ou desejo de "fazer figura"; autoridade sobre o espírito e coração dos ouvintes. Veja-se o que sucedeu a Moisés (Êxodo 34:29-35), Elias (I Reis 17:1) e aos apóstolos (Atos 4:13).
2. Esforce-se por ser natural, logo desde o princípio da reunião, ou da sua alocução. Leia a porção escolhida da Escritura, pausadamente, e com todo o cuidado. Uma leitura bem feita, até pode fazer as vezes de uma meditação. Lembre que a Palavra escrita, viva e permanente, é a semente incorruptível de Deus.
3. Exponha o seu assunto com clareza. Fale alto, mas sem gritar, articulando corretamente as palavras. Olhe para os ouvintes, ora para a direita, ora para a esquerda, ou em frente, sem altivez, sem baixar os olhos, e sem fixar um ponto vago por cima da cabeça dos assistentes. Seja pessoal, caloroso, dando a impressão de que você mesmo está persuadido daquilo que está dizendo, e que você anseia persuadir os outros (I Tim. 4:14). Quanto aos gestos, se não são espontâneos, é melhor não os fazer do que gesticular de forma desordenada e ridícula.
4. Tome cuidado em não ser monótono na sua preleção, nem longo demais, nem enfadonho. A este respeito, é preciso evitar ou repetir as mesmas idéias ainda que de maneira um pouco modificada. Nela, tão pouco, sobrecarregue as frases com palavras enfáticas, que acabam por não significar coisa alguma. Seja sóbrio, evitando dar uma indigestão ao auditório. Tanto quanto possível, seja preciso, breves, empregando a palavra apropriada, indo direitos ao alvo.
5. Seja conscientes da importância da vossa missão. Você não está falando, por falar, para preencher tempo... Se você tiver chegado ao fim da mensagem, não acrescente um suplemento desajeitado. Se você vir que já passou a hora, apresse-se a terminar. Sobretudo, você não deve dizer: "Não gostaria de me alongar, mas..." ou então: "Ainda mais alguns minutos, e vou terminar..." porque isso enerva o público. O que às vezes se perdoa aos grandes pregadores, não será perdoado a você. Termine prontamente, sem atender ao que ainda falta dizer das anotações, e termine o melhor possível.
6. Não se sinta obrigado a copiar este ou aquele pregador, na voz ou nos gestos, nem tampouco na maneira de apresentar o assunto, nem na própria apresentação. Seja você mesmo.
7. Acima de tudo, permaneça em contato com o Senhor, do Qual você é  apenas porta-voz. Vigie, porque o Adversário - Satanás - espreita você. Se tudo vai bem, ele até poderá incutir em você qualquer pensamento de orgulho, de satisfação própria. Se vai mal, dirá a você, de maneira tão forte, que até você poderá ficar desanimados e soçobrar. Não o escutei e, sobretudo, não ouçais, a você próprio, falar. Escute, antes, Aquele que diz: "Vai pois, agora, e Eu serei com a tua boca e lhe ensinarei o que hás de falar!" (Êxo. 4:12).


PARA VOCÊ SE APROXIMAR DE DEUS

Para você se aproximar de Deus você deve:
– amar e trabalhar como se hoje fosse teu último dia sobre a Terra;
– procurar oportunidades para fazer o bem;
– deter-se para perguntar por que e para que você vive;
– compadecer-se desse ser tão débil que é o homem, movendo-se entre imensidades e mistérios;
– morrer agora para o que depois morrerá com você;
– saber que não sabemos nada se nos apegamos à nossa própria razão;
– esperar tudo de Quem tudo sabe, tudo pode e tudo dá;
– renunciar aos triunfos do amar próprio, porque desconcertam e humilham;
– desejar para outros o que você deseja para si mesmo;
– dizer o necessário e nada mais;
– condenar o mal louvando o bem;
– convencer-se de que o bem cabe do mesmo modo no diminuto como no grande;
– dar para ter, amar para ser amado, sentir-te nada para engrandecer-se;
– inteirar-se de que seus verdadeiros inimigos estão dentro de você mesmo;
– ver terra humana na multidão – terra nobre, humilde e fecunda – tal como a que produz trigo, videiras, árvores e roseiras.
– chegar a um lugar em que não mais haverá espaço, nem dia, nem noite, e onde Jesus é o Sol.





PECADO

O PECADO
Rom. 3:23

"Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus ou qualquer transgressão dessa lei".
"Errar o alvo".

I – Sua Natureza.
1. Toda iniqüidade ou injustiça. - I João 5:17.
2. Conhecer o bem e não o praticar. - Tia. 4:17.
3. Não crer em Cristo. - João 16:8-9.

II – Sua Extensão.
1. Não há nenhum justo. - Rom. 3:10.
2. Todos pecaram. - Rom. 3 :23.
3. Não há quem não peque. - Ecl. 7:20.

III – Seu Efeito.
1. Separa-nos de Deus. - Isa. 59:2.
2. Faz-nos perder o Reino de Deus. - I Cor. 6:9.
3. Seus frutos um dia serão colhidos. - Gál. 6:8.
4. Resulta na morte do corpo e da alma. - Ez. 18:4; Rom. 6:23.

IV – Seu Remédio.
Cristo é o Remédio. - João 1:29; At. 4:12; João 3:16; Isa. 1:18.





O PECADO

É necessário não confundir a natureza do pecado com os frutos do pecado. O estudo consciente e devocional das Escrituras dar-nos-á a saber os verdadeiros ensinos de Deus a este respeito.

I – O que é o pecado.
1. É iniqüidade. - I João 3:4; 5:17.
2. É o mal. - III João 11.
3. É desobediência. - Rom. 5:19.

II – Como entrou o pecado no mundo.
1. Pela desobediência. - Gên. 3 :1-21; Rom. 5:12.
2. A História do Pecado. - Tia. 1:14,15.

III – Quem é pecador:
1. Todos são pecadores. - Rom. 3 :23; 11:32; Sal. 53:1; Gál. 3:22.
2. Não há ninguém justo. - Rom. 3:10,11.

IV – Conseqüências do pecado.
1. Fora da graça de Deus. - Rom. 3:23.
2. Mortos para Deus. - Rom. 6:23; Gên. 2:17.
3. Escravos do pecado. - João 8 :34.
Pela cuidadosa leitura dos versos bíblicos indicados e de outros em que se trata do mesmo assunto, vemos o estado miserável em que o pecador se encontra: perdido e escravizado; e manifesta-nos também a necessidade de tini Salvador; esse Salvador é Jesus Cristo.





O PECADO
Tia. 1:15

Causa, efeito e consumação do pecado:
1. Causa – Cobiça (semente). Nasce no coração do homem. No Éden - Mar. 7 :22-23. Deut. 15:9-11.
2. Efeito - Pecado (planta). Começa por entristecer o Espírito Santo. - Efés. 4:30; 1 Tes. 5:19. E continua na falta de exame próprio. - I Cor. 11:28-30. Termina na justa paga do pecado. - Rom. 6:16,21,23. Acautelemo-nos (Luc . 12:15).
3. Consumação – Morte (fruto). O fim inevitável do pecado é a morte. "A alma que pecar, essa morrerá". Só o perdão de Cristo nos isentará das desastradas conseqüências do pecado.
(Todos pecaram - Rom. 3:9-12, 23; I João 1:8).

A VERGONHA

O sentido de medo culpável, de maldade descoberta, constitui o que se chama vergonha. Nas Escrituras, representa especialmente o mal-estar da consciência na presença de Deus.

I – Entrou com o pecado: "Tive medo, porque estava nu, e escondi-me". - Gên. 3:10.
Quanta vergonha sente o homem ao ser descoberto em algum ato desonroso como o roubo, mentira etc.

II – "Que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais?". - Rom. 6:21.
1. A memória nos acusa.
2. Muitos que agora estão na Igreja, eram perseguidores.
3. Vergonha da conduta anterior.

III – "Serão ressuscitados, uns para vida eterna e outros para vergonha". - Dan. 12:2.
1. Futuro de ignomínia, sofrimento e vergonha.
2. No copo de amargura, se encontrará a lembrança das faltas. - Luc. 12:20; 13:34; Mar. 9:43-48.
3. Rejeitadas todas as ofertas do Evangelho.

O PECADO SEMPRE NOS ALCANÇA

Podemos citar o caso de Adão (Gên. 3); de Caim (Gên. 4); de Acã (Josué 7); de Ananias e Safira (Atos 5).
I – Em nossa fisionomia e aparência –
A cútis, a boca, os olhos podem dar sinais da prática do pecado.

lI – Nossa saúde e velhice –
Quantos andam com as suas forças esgotadas por causa de suas más práticas. O prof. Roffo dizia aos jovens: "Não fume, jovem; aos cinqüenta anos me irá agradecer o conselho".

III – Na formação de nosso caráter –
O pecado ganha poder progressivamente e produz uma escravidão aos maus hábitos formados. Isto influi no caráter que se faz cada vez mais rígido e difícil de trocar.
IV – Na ruína de nossa vida, nossa utilidade e influência –
Passam os anos e vemos que temos desperdiçados nossas oportunidades e que a idéia da eternidade se faz repugnante a nós.

V – Nos efeitos que vemos nas vidas dos outros –
Nossos seres queridos sofrem agora, porém pode ser que os maus exemplos se reproduzam nos nossos filhos e sejam causa da perdição de muitos outros.

VI – A gloriosa mensagem do evangelho - Is. 53:6.
Ensina que os nossos pecados alcançaram nosso Salvador, Ele que morreu, "o justo pelos injustos". "O castigo de nossa paz estava sobre Ele" (v. 5). O crente pode dizer: Meu pecado já me alcançou na pessoa de meu Substituto.

AS CONSEQÜÉNCIAS DA QUEDA
Rom. 5:12-21, 17

I – Quanto ao Homem.
1. A morte física. - Rom. 5:12-21.
2. A morte espiritual - dessa separação resultou. - Gên. 3:22.
a) A perda da semelhança moral de Deus.
b) A perda do domínio sobre si ; ficou sendo um escravo.
3. Exclusão positiva da presença de Deus.
a) Deus nunca mais andou com Adão.
b) Ficou sujeito nos trabalhos e sofrimentos. - Gên. 3:8, 17-21.

II – Quanto à sua descendência.
Como resultado da transgressão de Adão toda a sua posteridade nasce no mesmo estado em que ele caiu. As conseqüências a notar:
1. Depravação – é uma falta de justiça original e uma tendência para o mal.
a) Depravação total não quer dizer que o homem seja destituído de consciência. - João 8:9.
b) Sem qualidades boas. - Mar. 10:21.
c) Depravação total quer dizer que cada pecador não tem o amor de Deus. - João 5:42; 3:2-4.
d) Que prefere o mundo em vez de Deus. - II Tim. 3:2-4.
e) Que odeia a Deus e prefere a si em vez do Criador. - Rom. 8:7; Efés. 4:18.
2. A culpa – culpabilidade da consciência da ira de Deus.
a) Ela é objetiva; somos responsáveis somente pelos pecados que originamos. - Ez. 18:20.
b) Pecados voluntários. - Mat. 19:14. Quem peca voluntariamente comete falta grande e é maior pecador.
c) Pecados de ignorância – será segundo o grau da luz que possui. Quem peca sem lei, sem ela será julgado. - Rom. 2:12. Mas será punido. - Luc. 12:48.
3. A pena.
a) A do pecador. - Mat. 25:41.
b) A do crente. - Heb. 12:6; Mat. 25:34.

III – A morte de Jesus é o único meio pelo qual seremos salvos.
- Col. 1:20.

NOSSOS PECADOS E NOSSO DEUS
Apoc. 12:7.9; Gên. 3:1-7; Jo. 3:16

I – Nossos Pecados - Rom. 3:10.
1. O pecado se originou com Satanás. - Isa. 14:12-15; I João 3:8.
a) Houve batalha no céu. - Apoc. 12:7-9.
2. A queda do primeiro homem. - Gên. 3:1-7.
a) O homem separado de Deus. - (V. 8). Isa. 59:1,2.
b) O pecado gerou a morte. - Tia. 1:15; Rom. 6:23.
c) Toda a humanidade foi incluída. - Rom. 5:12,18; 3:23.
d) A humanidade ficou em estado lastimável. - Isa. 1:5.

II – Nosso Deus e Seu Filho Jesus.
1. O Pai deu Seu Filho Jesus, unigênito. - João 3:16.
a) Sem obrigação – por amor.
2. O Filho aniquilou-Se. - Fil. 2:6-8.
a) Aceitou nossa carne.
3. Veio a este mundo. - I Tim. 1:15.
a) Salvar os perdidos.
4. Nossos pecados sobre Ele. - Isa. 53:6 ú.p.
5. Toda a humanidade incluída. - Heb. 2:9; Isa. 5:6.

III – Em Jesus temos pleno perdão.
1. Condição – "Se confessarmos". - I João 1:9.
2. "Portanto, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo".
- Rom. 8:1.
a) Satanás não pode acusar-nos. - Rom. 8:33.
3. Jesus intercede por nós. - Rom. 8:34.
4. Os pecados perdoados são esquecidos. - Heb. 10:17.

ESCRAVOS DO PECADO OU FILHOS DE DEUS
João 8:34; Rom. 8:14-17; João 3:3; 1Cor, 15:50.

I – O homem natural - 1 Cor. 2:14.
Rom. 8:5-8. – O homem espiritual.
1. O verdadeiro estado do homem sem Cristo, o homem natural. - Efés. 4:17,18.
a) Andando na ilusão da sua mente. Tendo obscurecido o entendimento. Não pode ver os perigos, nem se dar conta.
b) Privado da vida de Cristo, por ignorância. Vive na cegueira ou dureza de coração.
c) Embriagado com o ópio do pecado, imagina gozar alguma liberdade.

II – O pecador, ou homem natural, vive em abjeta escravatura
- II Ped. 2:18, 19.
1. Servo é do pecado. - João 8:34.
2. Filho da desobediência. - Efés. 2:1-3.
3. Filho da ira por natureza. - João 8:44.
4. O pecado, o poder reinante no corpo. - Rom. 6:12.
a) Aquele que peca voluntariamente entrega sua própria vontade ao diabo. Aquele que peca contra a sua vontade, é escravo.
b) Quem comete pecado é filho do diabo. - I João 3:8.
c) A experiência do escravo buscando liberdade por sua própria força. - Rom. 7:14-24; Gál. 5:16,17,19-22.

III – Escravidão e temor - Rom. 7:24; 8:15.
1. Vivendo uma vida de temor constante.
2. Turbando: a vida, a morte, o futuro, o passado, a maldição, o castigo do pecado (a ira de Deus), todas as coisas. O homem, assim o amigo como o inimigo.
3. Uma vida sem esperança.
a) Desejam ser salvos, porém, sempre temem ser perdidos.
b) Temem o castigo. - I João 4:18.
Um escravo que pode torcer a cadeia, porém não tem poder para rompê-la. - Isa, 14:17.
Sua súplica para libertação. - Rom. 7:24; 5:6.

AS TRÊS FASES DA VIDA DO PECADOR
Luc. 15

I – Fugindo de Deus - Rom. 1:12.
1. Pelo indiferentismo.
2. Pelos vícios.
3. Pecados e crimes. - Rom. 3:15-17.
a) Deus ainda assim Se revela muitas vezes. O sonho de Jacó. - Gên. 28:10-17.

II – No Domínio do Pecado.
1. Servindo ao diabo. - Prov. 5:22.
2. Seguindo seus próprios caminhos. - Rom. 1:21,23,24.
3. Sendo enganado e sofrendo nos hospitais etc.
a) Colhe o que semeia. - Gál. 6:7.
4. Ainda assim Deus Se revela.
A ordem a Jacó. - Gên. 31:3.

III – Voltando a Deus.
1. Desenganado, procura a Deus.
2. Para conseguir chegar a Deus e vencer o mal, só se consegue de joelhos. - Sal. 50:15; Prov. 28:13; Sal. 51:17.
a) Esse é o meio da vitória.
Exemplo de Jacó. - Gên. 32:22-30 ; Jer. 31:9.
3. Os anjos e Jesus saem ao encontro do pecador que manqueja. - Luc. 15:20; Efés. 2:11-19.

O FARDO DO PECADO
I Pedro 2:24.

Há cinco grandes fatos que nos são ensinados na Palavra de Deus, os quais constituem a explicação das palavras acima.

I – O Pecado é um Fardo.
1. De culpa.
2. De penalidade.
3 . De escravidão.

II – Nenhum Homem Pode Levar este Fardo.
1. A consciência da culpa produz crescente sofrimento.
2. O terror da penalidade está:
a) Em sua certeza.
b) Em sua perpetuidade.
3. A escravidão do pecado se torna cada vez mais abjeta e sem esperança. Existe nos trópicos uma planta que, se alguém se segura nela, se fecha sobre essa pessoa e quanto mais esta procura libertar-se, tentando mais ela se lhe apega e a envolve, de modo que a única maneira de ficar livre dela é alguém cortar os seus ramos um por um. Assim o pecado.

III – Cristo Levou Sobre Si o Fardo do Pecado.
1. Expiando a culpa pelo Seu sangue. Foi feito pecado por nós.
- II Cor. 5:21.
2. Sofrendo penalidade no madeiro. Fez-Se maldição por nós.
- Gál. 3:137.
3. Vencendo o poder do pecado. Habilita-nos a cessar de pecar.
Ele é um salvador completo. Sua tríplice libertação vem ao encontro de cada uma de nossas necessidades.

IV – A Fé Transfere Esse Fardo para Cristo.
1. Pela Sua substituição – o Justo pelos injustos.
2. Pela Sua identificação conosco - nós nos tornamos um com Ele.
3. Pela regeneração o que nos faz participantes da natureza divina.

V – A Descrença Deixa o Fardo sobre Nós.
Com a culpa e penalidade adicionais de ter rejeitado tão maravilhoso Salvador.

A QUEDA DO HOMEM
Gênesis 3

I – Suas Causas.
1. Dúvidas quanto ao amor de Deus e à veracidade de Sua Palavra.
As proibições de Deus fluem de Seu coração de amor – são para nosso bem.
2. A negação do castigo (v. 4) – "não morrereis".
As advertências de Deus, são tão verdadeiras como Suas promessas. Deus não pode mentir.
3. Falsas esperanças (v. 5) – o conhecimento do bem e do mal, que faria o homem igual a Deus. Triste desengano sofreu o homem!

II – Suas Conseqüências - V. 10.
1. Vergonha – O despertar da consciência.
2. Medo – Sabendo que não está em condição de se apresentar diante de Deus.
3. Distância – Escondeu-se em vez de sair ao encontro de Seus criados.
4. Estes efeitos morais se evidenciam na vida física com sua dor e tristeza, que só terminam com a morte.

III – Sua Cura. - V. 15.
1. Temos a promessa de um Salvador. É ferido no calcanhar porém amassa a cabeça da serpente – Satanás.
2. Cristo veio para desfazer as obras do inimigo – Satanás.
- I Jo. 3:8; Heb. 2:14.

UMA QUÁDRUPLA ATITUDE PARA COM O PECADO
I João. 1:7-22

I – Negá-lo - I Jo. 1:8-10.
1. A natureza da negação.
a) Quanto à posse de uma natureza pecaminosa. - V. 8.
b) Quanto à perpetração de atos pecaminosos. - V. 10.
2 O que está envolvido em tal negação:
a) Concepção própria. - V. 8.
b) Desafio à exposição de Deus. - V. 7.
c) Fazer Deus um mentiroso. - V. 10.
d) A Palavra de Deus, como uma norma, não habita no coração.
- V. 10.

II – Confessá-lo - 1:9.
1. A natureza da confissão.
a) Confessar – tomar o lado de Deus contra si mesmo. Admiti-lo.
b) Renúncia – abandonar o que se entregar-se-ia a Deus.
c) Fé na eficácia do sangue de Cristo. - Vs. 7-9.
d) Aceitar de Deus a declaração de perdão baseada na Sua retidão e justiça. - V. 9.
2. O resultado da confissão.
a) Perdão - V. 9.
b) Purificação da culpa e do poder do pecado. - Vs. 7,9.

III – Vencê-lo - 2:1; cf. 1:7-9.
1. Vitória possível. - 2:1.
2. Seu método - "estas coisas".
a) A Palavra de Deus. - 2:14.
b) A Divina Natureza. - 3:9.
c) O Espírito habitando. - 4:4.

IV – Ou reincidir - 1:7; 2:2.
1. Admite-se que nós pecamos.
2. O que fazer quando pecarmos:
a) Reconhecer o pecado. Advogado. - 2:1, 2.
b) Reconhecer a provisão feita para o pecado. - 1:4-9; 2:2.
c) Confessar o pecado.

É O PECADO TÃO MAU?
Núm. 32:23

Muitos brincam com o pecado e acham que ele não é tão perigoso.
- Prov. 14:9.
I – O que faz o pecado.
1. Separa-nos de Deus. - Isa. 59:2 – Adão.
a) Faz-nos filhos do diabo. - Jo. 3:8.
2. Enche as nossas mãos de sangue. - Isa. 59:3.
a) O estado atual da humanidade - crimes.
3. Causas das misérias morais. - Gál. 5:19-21.
4. Causa a morte. - Tia. 1:15.

II – Alguns exemplos na vida de Santos:
1. O caso de Davi. - II Sam. 12.
2. O caso de Paulo. - Rom. 7:24.
3. É o pecado tão mau? – Sim.
a) Separa-nos do Éden e de Deus; separa-nos de nossos entes queridos.
b) O pecado põe em nossa alma a guerra civil, a mais terrível das guerras – Paulo e Davi. - Rom. 7:24; Sal. 51:1-12.

III – A misericórdia divina - Rom. 5:20, 21; Heb. 2:3.
1. Diante desta verdade é que Paulo exclama: Rom. 7:25; 8:1; 6:11.
2. Diante desta verdade confortadora é que Davi cantou: - Sal. 23.
3. O pecado é mau e feio, mas Cristo Se manifestou para tirar e lavar nossos pecados. - Jo. 1:29.
a) Na cruz, Seu lado aberto é a nossa garantia de purificação.
b) Confiemos nEle e teremos a vitória. - I Jo. 1:7; Gál, 1:4; I Jo. 3:5; Rom. 10:15.

PROMESSAS DE VITÓRIA

I – A norma da perfeição.
1. Que é pecado? - I Jo. 3:4; 5:17 p.p.
2. Exemplos de pecado. - Prov. 24:9; 10:19.
3. O Salvador engrandeceu a lei. - Mat. 5:21-28.
4. A norma da perfeição moral. - II Ped. 3:14; I Tess. 5:23.

II – A vitória é assegurada.
1. O que por nós faz a armadura de Deus. - Efés. 6:13.
2. Nossa vitória e como se manifesta. - II Cor. 2:14.
3. Certeza da vitória mediante Deus. - Rom. 8:35-37.

III – A perfeição de caráter.
1. Norma a ser atingida. - Heb. 12:14.
2. Guardados por Deus. - Sal. 121:7.
3. Regime de vida do curado. - Jo. 5:14.

IV – O poder prometido.
1. Que poder é esse? - Efés. 1:17-20; Col. 1:29.
2. A certeza do poder. - Luc. 9:1; Tia. 4:7.
3. Em que nos tornamos perfeitos. - Col. 1:19; 2:9, 10.

COMO SE TRATA O PECADO

I – Quatro coisas que Cristo fez com o pecado:
1. Expiou-o. - Is. 53:5.6; 1 Ped. 3:18.
2. Livra da culpa. - Rom. 4:25.
3. Quebra seu poder. - Rom. 6:14.
4. Aniquila-o. - Jo. 1:29; Heb. 9:26.

II – Quatro coisas que nós podemos fazer com o pecado:
1. Continuar nEle. - Rom. 6:1; Tia. 1:23.24.
2. Encobri-lo. - Prov. 28:13.
3. Confessá-lo. - I Jo. 1:29.
4. Vencê-lo. - Gál. 5:16-17.
Os prazeres do pecado são efêmeros, sua pena é eterna.



"VINDE E ARGÜÍ-ME"
Isa. 1:18

I – A Lógica do Pecado – A frase "vinde e argüi-me", deve levar-nos a considerar o assunto com a maior seriedade.
1. Se jogamos com o pecado, tomamos o primeiro passo com temor,
2. Depois cometeremos o mesmo ato com menos luta e mais facilidade.
3. Formaremos um hábito que nos afetará de modo crescente.
4. Logo o caráter se põe firme no pecado e se endurece.
5. Seguem-se a escravidão e a luta inútil para libertar-se.
6. O desespero e o abandono se apoderam da alma.

II – A Promessa Divina.
1. Pecados como o escarlate, nossa maldade em palavras e ações, serão tornados como a neve – as manchas retiradas, pureza comunicada.
2. Vermelhos como o carmesim, cor de sangue, sugerindo nossa culpa na morte de Cristo, virão a ser como a branca lã. O que era nossa condenação, chega a ser nossa proteção. A cruz, nossa salvação.

A VERDADEIRA LIBERDADE

I – Liberdade das superstições.
1. Espelho quebrado, passar por baixo de uma escada etc., bem assim das superstições religiosas que não encontram fundamento na Bíblia.

II – Liberdade dos erros.
1. Quanto ao caráter de Deus, como sendo vingativo e ao mesmo tempo demasiado bom.
2. Quanto à obra de Cristo, que é suficiente para a salvação; não dependendo de nossos méritos, sacrifícios e penitencias.

III – Liberdade do temor da morte - Heb. 2:14.
1. A alma crente sabe em quem tem crido. - Rom. 8:1; 1 Tim. 1:12.
2. Sabe que ainda que passe "pelo vale da sombra da morte" o Senhor está ao seu lado. - Sal. 23:4.

IV – Liberdade do pecado.
1. Jesus veio para isso. - Mat. 1:21.
2. Esse livramento atual é uma garantia da gloriosa libertação dos filhos de Deus. - Rom. 8:21.

NENHUMA CONDENAÇÃO
Rom. 8:1

I – Uma Feliz Posição.
"Estar em Cristo" é:
1. Estar em Seu favor. Gozando a Sua graça.
2. Estar em Seu nome. Participando de Sua honra.
3. Estar em Seu coração. Cheio de Seu amor.

II – Podemos "estar nEle":
1. Pela fé. Como Noé entrou na arca. - Jo.6:37.
2. Pela frutificação. – Como os sarmentos da videira. - João 15:4-7.
3. Pela comunhão – Como os membros do corpo. - Ef. 4:16.
4. "Quem está em Cristo, nova criatura é".

III – Um Bendito Privilégio.
Não significa "nenhuma aflição" ou "nenhuma tentação".
Essas coisas podem contribuir para o nosso bem?...
1. Nenhuma condenação da Lei. "Estais mortos". - Col. 3:3.
A Lei nada bem a ver com um morto!
2. Nenhuma condenação de Deus. "Aquele que justifica o ímpio, não condenará". - Rom. 8:33.
3. Nenhuma condenação da consciência. A consciência, sendo purificada do pecado, fica sem ofensa.
Se não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo, qual a condição e esperança daqueles que estão fora de Cristo?!
Pode-se praticar muitas coisas boas e, não obstante, viver sem esperança diante de Deus! Aquele que está em Cristo, está sem esperança. - Ef. 5:12.
Mas "quem crê nEle não é condenado". - Jo. 3:18.

A REMISSÃO DOS PECADOS

I – Há Necessidade dela - Já que todos somos pecadores.
Não podemos desculpar-nos a nós mesmos; outros não nos podem perdoar (senão nas ofensas cometidas contra eles).
Quanta falta faz um perdão autorizado!

II – A Origem da Remissão.
1. E encontra-se em Deus a autoridade de perdoar. - Sal. 25:11; 130:3, 4.
2. DEle temos que receber a remissão que tem valor.

III – A Base da Remissão.
1. É a obra consumada de Cristo.
2. É pregada "em seu nome" a remissão dos pecados. - Luc. 24:47.
3. É o mérito do que Ele fez.

IV – O Alcance da Remissão.
1. É anunciada a todos igualmente. - At. 2:38,39.
2. Não há distinção de raça, categoria, instrução ou caráter.

V – A Maneira da Remissão.
1. Comparada por grande sacrifício e custo, é oferecida gratuitamente "sem dinheiro e sem preço". - Isa. 55:1.
2. A toda alma contrita. - Sal. 51:17.

VI – Sua Duração.
1. Eterna. - Ef. 1:7; Heb. 9:12.

O PERDÃO DE PECADOS

1. A necessidade de perdão – Culpa. - Rom. 3:23.
2. A base do perdão – o sangue de Cristo. - Heb. 9:22.
3. A autoridade do perdão – Deus. - Mar. 2:7.
4. O conhecimento do perdão – pela pregação. - Atos 13:38.
5. A condição do perdão – Arrependimento. - Luc. 24:47.
6. A certeza do perdão – a Palavra de Deus. - I Jo. 2:12.
7. A evidência do perdão – o andar. - I Tes. 1:3-5.

VÁRIOS ASPECTOS DA JUSTIFICAÇÃO

1. Pelo sangue temos salvação da ira. - Rom. 5:9.
2. Pela fé temos paz com Deus. - Rom. 5:1.
3. Pela graça somos feitos herdeiros do Céu. - Tito 3:7.
4. Pelas obras provamos a genuinidade de tudo, porque a fé sem obras é morta. - Tia. 2:21,26.

SETE FATOS SOBRE OS PECADOS DOS CRENTES

1. Foram postos sobre Jesus. - Isa. 53:6; I Ped. 2:24.
2. Foram perdoados. - Rom. 4:7; Efés. 1:7.
3. Foram apagados. - Isa. 43:25; 44:22.
4. Foram postos fora. - Heb. 9:26.
5. Foram lançados nas profundezas do mar. - Miq. 7:19.
6. Não podem ser achados. - Jer. 50:20.
7. São esquecidos. - Jer. 31:34.

O MAU RESULTADO DO PECADO
Mat. 25:1-13; Núm. 32:23

O pecado é o causador de todos os desastres.

I – Já neste Inundo o homem ceifa aquilo que semeia.
1. No dilúvio universal.
2. Nas rodas políticas.
a) Uns querem só dinheiro.
b) Outros querem só a fama.
3. Nos tristes lares.
a) Os bêbados.
b) Os jogadores.
c) Os infiéis às suas esposas.
4. Quando não apanham neste mundo, com certeza apanharão no outro.

II – Jesus é sempre o nosso refúgio.
1. Se chegarmos a Ele com fé, Ele nos perdoará, e às vezes nos livrará dos maus efeitos, enquanto estamos aqui.
2. O crente sempre será aliviado e, na Nova Terra, será eternamente feliz.




O PECADO E SUA REAÇÃO
Prov. 8:36

I – O efeito do pecado sobre a mente.
1. Mente reprovada. - Rom. 1:28.
2. Mente obscurecida. - Efés. 4:18.
3. Imaginação vã. - Rom. 1:21.

II – O efeito do pecado sobre as emoções.
1. Produz afeições vis. - Rom. 1:26.
2. Corrompe o afeto natural. - II Tim. 3:3.
3. Desenvolve a insensibilidade. - Efés. 4:19.

III – O pecado escraviza e degrada a vontade.
1. Servos do pecado. - Jo. 8 :34.
2. Submissão à vontade de Deus é necessária para a salvação.
- Jo. 7:17.
3. Jesus é o único que pode nos libertar completamente do pecado.
- Jo. 8:31-32, 36.

O REMÉDIO PARA O PECADO - Jer. 8:22

I – Um estado doentio.
1. Fraqueza.
2. Letargia.
3. Insensibilidade.
4 . Mau apetite.
5. Sede.
6. Delírio.

II – Um remédio soberano.
1. Específico.
2. Aproveitável.
3. Infalível.
4. Grátis.

III – A razão por que mitos não são curados.
1. Ignorância do seu estado.
2. Procrastinação.
3. Procuram fontes humanas e charlatanismo.
4. Acham a cura por demais barata – sangue de Jesus.

VERDADES SOLENES

1. O HOMEM PERDIDO.
a) Rom. 3:12,22,23.
b) Ecl. 7:20.
c) Is. 53:6.
2. A REDENÇÃO PROVIDA.
a) Is. 43:1.
b) I Cor. 6:20.
c) I Ped. 1:18,19.
d) Is. 44:22.
3. O SUBSTITUTO OFERECIDO.
a) I Ped. 2:24.
b) Is. 50:8.
c) Is. 53:11.
d) Rom. 5:1.
4. OS PECADOS PERDOADOS.
a) Ef. 4:32.
b) Mat. 6:14.
c) Is. 1:18.
d) Is. 43:25.

O REMÉDIO PARA O PECADO

I – A Doença Moral do Homem.
1. Sua origem – indulgência.
2. Sua propagação – infecção.
3. Seus efeitos – inimizades, egoísmo.
4. Sua conseqüência – fatal.

II – O Remédio.
1. Deve ser específico.
2. Deve ser adequado.

III – O Médico.
1. Deve ser hábil.
2. Deve ser benevolente.
3. Deve ser conhecedor do sofrimento humano.

O REMÉDIO PARA O PECADO
Isa. 1:18; I Jo. 1:7

A humanidade anda constantemente procurando remédios para as enfermidades físicas, e quando alguém acha alguma coisa, com alegria recomenda o remédio a outrem. Mas ninguém tem o remédio para o pecado, somente Deus.

I – O Porquê do Pecado.
1. A transgressão de um homem. - Rom. 5:12-19.
2. O homem nasceu em pecado. - Sal. 51:5.
a) Os vermes nas frutas - atacam de fora.

II – Os Resultados do Pecado.
1. Mente e consciência poluídas. - Tito 1:15.
2. Pensamentos maus. - Mar. 7:21.
3. Coração enganoso e perverso. - Jer. 17:9.
4. Carne corrupta. - Rom. 7:18; Gál. 5:19-20.

III – O Remédio para o Pecado.
1. Aparente reforma não é cura. - Jer. 13:23.
2. Aparente religiosidade não auxiliará. Luc. 18:11,12; Filip. 3:4-9.
3. Arrependimento é necessário. - Luc. 13:3; Atos 17:30.
4. Reconciliação. - II Cor. 5:18-20.
5. O sangue de Jesus é o remédio real. - I Ped. 1:18-19; I Jo. 1:7.
a) É o remédio divino. - Jo. 1:12. Atos 4:12.
b) Esse remédio produz cura e alegria. - Atos 8:8; I Ped. 1:8.

O PECADO IMPERDOÁVEL
I João 5:16; Mat. 12:31, 32

I – A Espontaneidade e o Poder de Deus para Salvar
- Apoc. 22:17; Heb. 7:25; Isa. 1:18.
1. O ladrão na cruz. - Luc. 22:39-43.
2. Maria Madalena. - Jo. 8:1-11; Mar. 16:9.
3. A mulher samaritana. - Jo. 4:1-42.
4. O pomar devastado.
5. O filho pródigo. - Luc. 15:11-24.

II – O Espírito Santo é o único agente que convence do Pecado
- Jo. 16:7-9.

III – O perigo em menosprezar as convicções do Espírito Santo.
1. Três espécies de consciência:
a) A boa consciência.
b) A consciência profanada.
c) A consciência cauterizada à influência do Espírito Santo é como o cautério (ferro incandescente) aplicado no animal.
2. Como o pecado imperdoável é cometido:
a) Os fariseus primeiro rejeitaram a luz, então a ela se opuseram, finalmente os brados do Espírito Santo eram palavras de Belzebu. - João 12:42; Mat. 15:1-9; 12:24.
b) A luz rejeitada torna-se em trevas. - João 12:35, 36; II Cor. 4:3.4; II Tess. 2:9-12.
c) O caráter torna-se intangível. - Heb. 12:16-17.
d) Q abismo do caráter vasto como a eternidade. - Luc. 16:26; 17:34-36.
Hoje é o dia da salvação. - II Cor. 6:2; Heb. 3:12, 13.

O PECADO IMPERDOÁVEL
Mat. 12:31-32; Heb. 3:7-8

Todos os demais pecados são perdoados, menos o pecado contra o Espírito Santo.
I – Como pecamos contra o Espírito Santo?
1. Quando zombamos de Sua intercessão.
2. Quando rejeitamos a luz. Ficamos cegos como aconteceu ao povo judeu. - I Tess. 5:19.
3. Quando resistimos aos apelos do Espírito Santo e O entristecemos.
a) O Espírito Santo muitas vezes procura nos convencer do pecado, mas não damos ouvido.
b) Se rejeitamos ou resistimos ao trabalho em nós do Espírito Santo, ficamos perdidos irremediavelmente.
(1) Exemplos: Sansão e os antediluvianos. - Gên. 6:3.

II – Indiferentismo.
1. É o maior perigo para o indivíduo e a igreja.
2. Causa a paralisia espiritual e gera a morte.
a) O homem congelado, dorme e acaba morrendo.
3. Devemos despertar.
a) Hoje é o tempo oportuno. - Heb. 3:7.8.
4. Abramos nossos ouvidos e corações aos apelos e convites do Espírito Santo.
a) É para o nosso bem. - Apoc. 22:17.

QUE É O HOMEM?
Sal. 144:3

I – Que é o homem no seu estado natural?
1. É um ser caído. - Isa. 64:6.
2. É um ser culpado.
3. É um ser miserável. - Isa. 1:5-6.
4. É um ser sem esperança.

II – Qual é a situação graciosa do homem?
1. Ele é restaurado a uma justa relação com o Deus de amor.
- Efés. 2:5-6.
2. É restaurado a uma disposição com Deus. - Efés. 2:11.
3. Participa das influências do Espírito Santo.
4. Está em processo de preparação para o mundo celestial.
- Efés. 2:19.

III – Qual será a condição celestial do homem?
1. Livre de pecado e tristeza.
2. Perfeito em natureza. - Apoc. 22:2, 3.
3. Companheiro dos anjos.
4. Irmão de Cristo Jesus. - Apoc. 21:3.4.


LIBERTAÇÃO
II Cor. 5:4

I – A condição atual do cristão.
1. O corpo é uma tenda - movível.
2. É terreno em seus elementos – tendências.
3. É mortal – a vida é passageira.

II – Suas circunstâncias – "Carregado".
1. Pelas vicissitudes da vida.
2. Pelas perseguições.
3. Pelas tentações.
4. Pelos seus pecados acariciados.

III – Seu desejo – "geme".
1. Por libertação.
2. Por um lar, uma pátria melhor e mais feliz, onde os dias sejam eternamente belos. - Jo. 14:1-3; Apoc. 21:1-5; 22:20.

A CURA DO LEPROSO
Mat. 8:2-3

I – Uma ilustração da nossa condição.
1. Uma doença constitucional. - Isa. 1:5-6; 64:6.
2. Uma doença contagiosa.
3. Debaixo de uma excomunhão legal.
4. Incurável, sob o ponto de vista humano.

II – Uma ilustração do nosso dever.
1. Humilhação pública. - Isa. 55:7.
2. Adoração da pessoa de Cristo. - Mat. 8:2.
3. Reconhecimento do Seu poder.
4. Confiança na Sua bondade.

III – Uma ilustração da salvação.
1. Contacto real com Cristo Jesus.
2. Sua boa vontade declarada.
3. Libertação imediata.

O CASO DO PARALÍTICO
Mar. 2:1-11

São três milagres:
1. Jesus perdoa os pecados. - V. 5.
2. Ele lê os pensamentos. - V. 8.
3. Sara o enfermo. - V. 11.
Dar ênfase ao perdão dos pecados.

I – É Prerrogativa de Deus - Sal. 25:11; Miq. 7:18; Isa. 55:7.
II – Nenhum Homem Pode Fazê-lo.
1. Não há um só caso na Bíblia, de um homem que dê perdão a outro, a fim de permitir a sua entrada no Céu.
2. Os apóstolos anunciaram o perdão, porém nunca pronunciaram a absolvição. - Atos 10:42, 43.
3. Um homem não pode redimir seu irmão. - Sal. 49:7.

III – Só o Senhor Outorga o Perdão.
1. Ele o faz para realçar a suprema importância da cura espiritual sobre a física. - Mar. 2:5.
2. A mulher arrependida recebe a segurança de seu perdão pelo Senhor, que vê seu coração contrito. - Luc. 7:47.
3. Ele ia derramar Seu sangue para fazer efetivo o perdão.
- Mat. 26:28.

IV – O Homem é Curado como Prova de Seu Perdão
- Mar. 2:10, 11.
Assim é o caso de uma pessoa salva pela graça de Deus: sua futura maneira de andar no mundo faz indiscutível a realidade de sua profissão de fé.

A LEPRA DA ALMA E SUA CURA
II Reis 5:1-14

A lepra, o que é e como se propaga.
I – Um Grande Homem Doente.
1. Sendo rico, teria recorrido aos melhores médicos mas em vão.
Na ciência humana há um limite.
2. Achava-se numa condição muito triste.
a) O paupérrimo não trocaria a sua saúde pela fortuna de Naamã.
b) Entre os judeus um tal homem era considerado um ente imundo. - Lev. 13:2, 3, 45, 46.
c) Era separado da família, sociedade e religião. - Núm. 5:1, 2.
3. Um raio de luz para a cura de Naamã. - Vs. 2, 4.
a) Uma menina lhe dá informações.
b) O rei da Síria se interessa no caso. - V. 5.
c) O rei de Israel alarmado. - Vs. 6, 7.
4. A intercessão de Eliseu. - V. 8.
a) Manda chamar Naamã.
b) Dá-lhe ordens simples. - V. 10.
e) Naamã, achando sua cura fácil demais, fica indignado com a simplicidade. - Vs. 11, 12.
(1) Revelou orgulho, falta de fé e de obediência.
(2) Opinou em vez de crer.
d) Criando fé, provada pela sua obediência, ficou completamente curado. - Vs. 13, 14.

II – Lições Práticas.
1. A lepra é o mais vivo tipo do pecado: este afeta a memória, vontade, consciência, coração e a alma.
2. Toda a humanidade hoje está contaminada. - Isa. 64:6; 1:5, 6; Jer. 17:9.
3. Contaminados, estamos separados de Deus. - Rom. 3:23.
4. Na ciência ou moral humana não há cura.
5. O remédio seguro e eficaz. - I João 1:7.
6. Muitos, como Naamã, acham esse meio muito fácil e barato, e procuram noutras fontes humanas a cura:
a) Nas riquezas (dinheiro). - Ecl. 5:10; 1 Tim. 6:9, 10.
b) Nos prazeres. - I João 2:15-17.
c) Nas boas obras, missas, jejuns, penitências e romarias. - I Sam. 15:22.
d) Nas glórias – Carlos Magno, Napoleão, Luiz XIV.
7. Todos esses meios são fontes rotas e imprestáveis. - Jer. 2:13.
8. Jesus é a fonte verdadeira e pode curar. - Isa, 1:18 ; João 4:14.
9. Esta fonte está sempre aberta. - Zac, 13:1.
10. A cura da morféia da alma é gratuita. - Isa. 55:1-3.
11. A aplicação deste remédio é pela fé. - Tia, 1:5-7.

A CURA DA PARALISIA
Mar. 2:1-12

A humanidade aparenta vivacidade, progresso e vida... Examinada à luz do Evangelho (como o cientista pesquisa através da lente), vemos que a humanidade está paralítica – como nos dias de Jesus.
Cristo, o Médico por excelência, vem, toma o pulso da enferma e diagnostica: "Levanta-te".
Hoje o mal é o mesmo. O remédio é o mesmo.
Fatores que promovem a cura:
1. Fé – Houve fé no paralítico, ao ouvir falar de Jesus e de Seus prodígios.
2. Decisão – Ao ir a Cristo... não apelando para seu mal para justificar seu comodismo.
3. Coragem – Deixar-se conduzir ruas afora; subir ao telhado, sujeito às críticas. A graça que o paralítico recebeu deve ser motivo de ânimo para nós. - V. 5. Não fiquemos deitados, e não façamos como os escribas, que duvidavam do poder de Jesus. - V. 7-9.
Só aos pés de Jesus há cura e salvação.

SEMEADURA E COLHEITA
Gál. 6:7, 8

I – "Não vos enganeis" - "Não erreis".
1. O nosso coração nos engana. - Jer. 9:17.
a) O tísico se ilude com uma melhora ilusória.
b) O comerciante que pensa que seu negócio vai melhorar, quando na verdade está em bancarrota.
2. O homem engana com suas falsas pretensos. - Mat. 24:4.
a) O charlatão pretende curar.
b) O religioso pretende abrir as portas do Céu.
3. As riquezas podem enganar. - Mat. 13:22.
a) Fazendo que o homem não sinta sua necessidade como pecador perdido.
b) Entretendo-o com as coisas deste mundo.
4. Satanás é o grande enganador. - Apoc. 20:3, 8,10.

II – "Deus não Se Deixa Zombar" - "Enganar".
1. O pecado se multiplica, os homens O desafiam, O ignoram, porém já agora se vêem casos de recompensa terrível - destruição de cidades, guerras etc.
2. Quão terrível será o juízo final!

III – "Tudo que o Homem Semear".
1. Vivemos num mundo de causas e efeitos:
a) Não podemos viver sem Deus e passar para a eternidade na alegria de Sua presença.
2. É dito TUDO – nada há esquecido. Acrescenta-se – ISSO CEIFARÁ – A colheita será de acordo com a semeadura, porém multiplicada.
3. O tempo nos leva a eternidade.
a) Podemos chegar já aqui – na saúde, na consciência acusadora, porém:
Quão terrível será a colheita final!

PECADO E SALVAÇÃO
Luc. 19:10

I – Introdução:
1. A cena e seus mais vivos contrastes.
2. Hosanas das multidões, seguidas de pecadores.
3. Os desprezados publicanos procurando a Jesus e Jesus procurando os publicanos.
4. Jesus, o hóspede do pecador; e o pecador, herdeiro da salvação.

II – O Alcance da Compaixão Divina.
1. Na pessoa do que procura.
a) O Filho do homem tornou-Se o Filho de Deus, Deus na carne.
2. Na maneira de quem procura.
a) Sua humilhação. - Filip. 2.
b) Seu desprendimento. - Mat. 8:19,20.
c) Sua decisão.
3. Na pessoa que procura – "o que estava perdido".
a) Não somente perdido no erro, mas em pecado.
b) Não somente perdido do bem, mas para Deus.
c) Não somente perdido para esta vida, mas para sempre.

A NOITE ESCURA
João 13:30

A noite mais triste da História
I – Foi Noite para Jesus.
1. A densa nuvem da Sua paixão. Vergonha, agonia, solidão, sacrifício.
2. Por que Jesus enfrentou aquela noite? - Heb. 2:10.

II – Foi Noite para os Discípulos.
1. Sombra de separação próxima.
2. Trevas de dúvida, de tristeza e temor, derrota e morte.

II – Foi Noite para o Mundo.
1. Os poderes das trevas estavam controlados, apesar de Satanás parecer estar controlando as nuvens.
2. O ódio concentrado das forças do maligno descarregava-se sobre a vítima inocente.
3. A cruenta cruz lançava sua sombra.

IV – Foi Noite para Judas.
1. Noite na qual Judas não encontrava paz para a consciência em desespero. - Sal. 139:7-12.
2. Judas suportou aquela noite infindável e horrível. Ele foi o responsável por ela.
3. Judas teve sua oportunidade, mas condescendeu-se com o pecado.

V – É Noite para Cada Alma sem Cristo.
1. Noite para o indiferente, morno e apostatado cristão.
2. Noite para o inconverso; amargo remorso e temor de Deus.
Noite na vida, na morte e no juízo final.

VI – A Presença de Jesus Desfaz a Noite.
1. Jesus é a luz do mundo que ilumina a cada pessoa. Luz nas trevas do pecado.
2. Luz na hora da morte e no juízo final.























REMIDOS – LAR DOS

O LAR DOS REMIDOS
João 14:1-4

I – Somos peregrinos nesta grande viagem da vida.
1. Os sofrimentos são provas.
2: Os sofrimentos só cessam com a morte.
3. A morte é um descanso.

II – Estamos indo para o lar.
1. Não um lar de sofrimentos, mas de felicidades. - Apoc. 21:1-7.
2. Nesse lar os dias serão eternamente belos. - Isa. 35:10.
3. Nesse lar entrarão os que nesta vida aceitarem a Jesus e andaram fielmente em Seus caminhos. Dan. 12:2; Mat. 25:34; Amós 4:12.

O EVANGELHO DO REINO
Mat. 24:14

I – O Reino
1. Preparado desde a fundação do mundo. - Mat. 25:34.
2. O plano de Deus. - Isa. 41:18.
3. Deus entregou esse reino ao homem. - Heb. 2:7.
a) Pela falta de nossos pais, o reino passou às mãos de Satanás. - Luc. 4:5-7; João 16:11.
b) Todos os pecadores pertencem a esse reino. - I João 3:8; Efés. 6:12.

II – O Reino Restaurado.
1. Cristo veio para desfazer as obras do diabo e tomar o reino.
- I João 3:8;. Luc. 19:10.
2. Cristo venceu o diabo, expulsou-o desse reino. - Heb. 2:14,15; João 12:31; Apoc, 12:10.
a) Transportou-nos para o reino. - Col. 1:13.
3. A profecia da restauração. - Miq. 4:8.
4. Quando o Senhor tomará posse desse reino. - Apoc. 11:15; Mat. 25:34.

III – A Constituição interna desse Reino.
1. O Rei e os súditos.
a) Jesus será o Rei. - Isa. 9:6; 32:1; Apoc, 17:14.
b) Os salvos serão os súditos. - Dan. 7:13; 18.
c) Andam na Lei do Senhor. - Sal. 119:1-3; Apoc. 22:14.
2. O território do Reino.
a) Por mil anos no Céu. - Apoc. 20:1-5.
b) Depois aqui na Terra - Apoc. 5:9, 10; Isa. 65:17.
3. Somos embaixadores desse reino e por isso temos a obrigação de anunciá-lo ao mundo e com brevidade. - II Cor. 5:20.

"E ALI NÃO HAVERÁ MAIS NOITE"
Apoc. 22:5

1. Noite é um emblema de ignorância.
a) Céu é conhecimento.
2. Noite é um emblema de enfermidade.
a) Céu é perfeição.
3. Noite é um emblema de calmaria.
a) Céu é um desenvolvimento.
4. Noite é um emblema de vicissitude.
a) Céu é lugar de bonança.
5. Noite é um emblema de insegurança.
a) Céu é lugar de tranqüilidade e felicidade.
6. Noite é um emblema de mistério.
a) Céu é uma visão aberta.
7. Noite é um emblema de isolação.
a) Céu é companheirismo - Jesus, santos.
8. Noite é um emblema de maldade.
a) Céu é sem maldade.
9. Noite é um emblema de morte.
a) Céu é vida eterna.

O PARAÍSO RESTAURADO

Introdução:
a) Descrever o que os nossos olhos contemplam das belezas dêste mundo.
b) Isso não é o Céu. Coisa melhor e real nos é prometida.
c) Deus tem prometido esta terra aos mansos. - Mat. 6:4.

I – O Plano Original de Deus.
1. Que a terra fosse habitada por seres justos. Isa. 45:18; Gên. 1:26.
a) Esse plano foi impedido pela entrada do pecado. Explicar isso pela parábola do semeador. - Mat. 13:24.
b) O plano original de Deus será cumprido à risca. - Miq. 4:8.

II – Esta Terra Tornar-se-á o Lar dos Salvos.
1. O testemunho de Cristo. - Mat. 25:31-34.
2. Esta Terra, com o pecado e morte, será destruída pelo fogo e renovada. - II Ped. 3:10-14; Apoc. 21:1.
Quando renovada para habitação dos Santos.

III – Belas Descrições Bíblicas da Terra.
Quando renovada para habitação dos Santos.
1. Um lugar de alegria. - Isa. 35:1-10.
2. Nada que arruíne ou estrague. - Isa. 1:16-9.
3. Não haverá dor, lágrimas e morte. - Apoc. 21:4.
4. Será um grande prazer encontrar a Jesus face a face. Ele foi preparar um lugar para você e para mim. - João 14:1-3.
O convite. Apoc. 22:17.

A ÁGUA DA VIDA

I – Seu Caráter.
1. Viva. - João 4:10.
2. Clara. - Apoc. 22:1.
3. Pura. - Apoc. 22:1.
4. Abundante. - Ez. 47:1-9.
5. Gratuita. - Apoc. 21:6.

II – Para Quem Provida?
1. Ao sedento. - Apoc. 21:16.
2. A quem quiser. - Apoc. 22:17.

III – O Meio de Obtê-la.
1. Vir. - Apoc. 22:17.
2. Tomá-la. - Apoc. 22:17.

O QUE RECEBEREMOS NA VIDA ALÉM
Mat. 19:16-29

1. Um novo nome. - Apoc. 2:17; Isa. 56:5.
2. Vestes brancas. - Apoc. 3:4,5; Isa; 64:6; 61-10.
3. Coroa. - Apoc. 2:10; II Tim. 4:8; I Ped. 5:4.
4. Um novo cântico. - Apoc. 5:9; 14:3.
5. Morada com Deus. - João 14:2.
6. Lugar no trono. - Apoc . 3 : 21 ; 1 Cor. 6 : 2.
7. Água da vida. - Apoc. 7:17.
8. Participação da árvore da vida. - Apoc. 2:7.
9. Força. - Sal, 18 :32.
10. Alegria. - Isa. 35:10.
11. Vida eterna. - João 10 :28.
12. Paz. – João 14:17; Isa. 32:17,18.
A CONDIÇÃO PARA RECEBER. - Apoc. 1:3.

A VIDA QUE REALMENTE É VIDA
I Tim. 6:19, BLH

I – A Vida Atual e Suas Agruras.
1. O que disseram, G. Junqueira, J. Deus e Tiago.
a) "A vida é o mal". "A vida é o dia de hoje, é aí que mal soa". "A vida é o vapor que aparece e desaparece".
2. As agruras da vida.
a) A luta pela subsistência e as diversidades de negócios.
b) As desigualdades sociais, injustiças.
c) A vida suburbana: misérias, fome, alimentos, restos do mercado, os albergues noturnos etc.
d) Doenças, pestes, desastres, mortes etc.
3. Será esta a vida de que Paulo fala? Não!
a) O que observou o sábio Salomão. - Ecl. 2:17,23.

lI – A Vida Que é Realmente Vida.
1. Não será aqui na Terra pecaminosa. - Miq.'2:10.
a) Não será passageira, mas eterna. - Heb. 11:13,16; Filip. 3:20.
2. As condições da vida que será realmente vida verdadeira, serão diametralmente apostas às da vida presente.
a) Viveremos em paz e segurança. - Isa. 32 :18; 60:18.
b) Ficaremos livres de doenças. - Isa. 33:24.
c) Os defeitos físicos desaparecerão. - Isa. 35:4-6.
d) Não morreremos. - Apoc. 21:4.
e) Viveremos sempre felizes. - Isa. 35:10.
3. Essa será a vida real. - I Cor. 2:9.
a).A vida atual é ilusória e passageira. - I João 2:15-17.
Você quer entrar nessa vida? - Mat. 11:28-30.

PRAZERES CELESTIAIS
Apoc. 7:16-17

I – O Céu Será Livre do Mal.
1. Dos sofrimentos do corpo.
a) Dor, pobreza, doenças.
2. Dos males espirituais.
a) Tentação, condenação etc.
3. Das preocupações e ingratidões humanas.
a) Não haverá lembrança das coisas passadas.

II – No Céu Será a Perfeição da Nossa Natureza.
1. Do corpo.
s) Na ressurreição – semelhantes ao corpo de Jesus.
b) Seremos semelhantes a Ele.
2. Na alma.
a) Afeições, pensamentos e vontade.

III – O Céu Será um Lugar Abençoado - Isa. 35:1-10.
1. Um lugar de sossego.
2. Um lugar de delicias.
3. Um lugar de plenitude.
4. Um lugar de segurança.
5. Um lugar de eterna alegria.



O GOVERNO CELESTIAL
Col. 1:12

I – O Lugar – "Herança".
1. Um mundo real.
a) Jesus o prometeu. - Jo. 14:1-3.
b) Os apóstolos aguardavam a promessa. - II Ped. 3:13-14.
c) A realidade confirmada. - Apoc. 22:1-5,6.
2. Uma herança.
a) Concedida por Cristo. - Rom. 8:16-17.

II – Seus Habitantes – "Os Santos".
1. Seu número. - Apoc. 7:9-10; 21:27.
2. Sua pureza. - Apoc, 14:4-5; 22:14.
3. Sua dignidade. - Apoc. 3:21,12; 2:26-28.
4. Seu trabalho. - Apoc. 7:15-17.

III – Sua Condição – "Na Luz".
1. Livres do pecado. - Apoc . 22 :1-3.
2. Livres das trevas. - Apoc. 22:5.
3. Livres do sofrimento e morte. - Apoc. 21:3-4.
4. Alegres e felizes. - Isa. 35:10; 65:17.
Quem não fará parte? - Apoc. 22:15; 21:8.

COISAS CELESTIAIS REVELADAS
I Cor. 2:9-10

I – O Homem Natural não pode Conhecer as Coisas de Deus.
1. A verdade eterna não pode ser percebida através da sensação.
2. A verdade eterna não é alcançada por boatos.
3. A verdade eterna não é revelada pelo coração.

II – As coisas Celestiais são Assuntos de Revelação.
1. O Espírito Santo é o Revelador.
2. A faculdade espiritual do homem é a recebedora.

III – As Condições Desta Revelação.
1. Amor.
2. Obediência.
3. Consagração.

O CÉU

I – Um Lugar de Felicidades - Apoc. 21:4.
1. Prazer para sempre. - Sal. 16:11.
2. "Grande é a vossa recompensa". - Mat. 5:12.

II – Um Lugar de Alegria Eterna - Isa. 35:10.
1. "Vida eterna". - João 6:47.
2. "Herança que não perece". - I Ped. 1:4.
3. "O mesmo Pai vos ama". - João 16:27.

III – Empenhar-se para Entrar Nele - Luc. 13:24,25.
1. Pensar nas coisas de cima. - Col. 3:2.
2. Guardar Seus mandamentos". - Apoc. 22:14.

IV – Ali Receberemos Coroas Imperecíveis.
1. "Uma coroa de vida". - Apoc. 2:10.
2. "Uma coroa incorruptível". - I Cor. 9 :25.
3. "Uma coroa de glória". - I Tess. 2:19; 1 Ped. 5:4.
4. "Uma coroa de justiça". - II Tim. 4:8.



SALVAÇÃO

A SALVAÇÃO

Salvação é a libertação do homem do pecado e a sua real integração em Deus.
1. A salvação vem de Deus. - Sal. 3:8; 37:9.
a) Unicamente de Deus. - Sal. 62:2,6.
2. A salvação é para todos. - Sal. 98:3; Luc. 3:6; Tito 2:11.
a) Porque "todos pecaram". - Rom. 3:23; I Reis 8:46.
b) Porque o convite do Evangelho é universal. - Isa. 55:1; Mat. 11:28.
e) Porque o amor de Deus é infinito e, portanto, dispensado a todos. - João 3 :16; Oséias 11:4.
3. A salvação é para os mansos ou humildes. - Sal. 149:4; Mat. 18:3,4.
4. A salvação exige confiança. - Sal. 78:22.
5. A salvação não está ao alcance daqueles que não buscam a Palavra de Deus. - Sal. 119:155; Cf. João 5:39; Isa. 34:16.
Conclusão - "Vinde, que já tudo está preparado".

A SALVAÇÃO
Definição de salvação.
I – Mostrada - Sal. 91:16.
1. Aos pecadores. - Sal. 25:8; João 14:6.
2. Por meio de estatutos e juízos. - Ez. 20:11.
3. Deus vai adiante do homem. - Deut. 1:33.

II – Anunciada - Sal. 98:2.
1. Pelos profetas. - Isa. 40:9. "Eis aqui está o vosso Deus".
2. Pelo servo do Senhor. - Isa. 42:9.
3 . Pelos apóstolos. - Atos 16 :17.

III – Oportunidades - II Cor. 6:2. Agora! "Convertei-vos agora". . . Jer. 35:16.
1. Depois da morte não haverá mais oportunidade: segue-se o juízo. - Heb. 9:27.
2. Cristo virá em breve. - Apoc . 3:11; Filip. 4:5.
3. A oportunidade desperdiçada: A porta estreita. Luc. 13:22-27.
A triste história das cinco virgens loucas. Mat. 25:1-13.

Conclusão - A Salvação está somente em Cristo pela fé. - Atos 4:12; Ef. 2:8,9. "Vinde, que já está tudo preparado".

SINAIS DA SALVAÇÃO
I João 5:13

1. Fé em Cristo. - At. 16:31.
2. Abandono do pecado. - Isa. 55:7,8.
3. Tristeza pelo pecado. - Sal. 51:1,2.
4. Amor para com o povo de Deus. - I João 14:21.
5. O testemunho do Espírito. - Gál. 4:6.
6. A obediência à Sua Palavra. - João 14:21.
7. O fruto do Espírito. - Gál. 5:22,23.
8. Ansiedade pela volta de Cristo. - I Tess. 1:9,10.

ARITMÉTICA DA SALVAÇÃO

1. Pecado subtraído.
2. Graça adicionada.
3. Paz multiplicada.
4. Dons divididos.

O PECADOR E O SALVADOR

1. Ele veio salvar o pecador. - João 2:9.
2. Ele morreu pelo pecador. - Rom. 5:8.
3. Ele veio chamar o pecador. - Mat. 9:13.
4. Ele recebe o pecador. - Luc. 15:2.

O MANÁ – TIPO DA SALVAÇÃO
João 6:32

1. Vinha do céu. - João 6:32.
2. Não havia outro alimento. - At. 4:12.
3. Só veio naquele tempo, nunca antes nem depois. - Heb. 9:28.
4. Foi provido por Deus. - Efés. 2:8.
5. Era gratuito: não podia ser pago. - Isa. 55:1.
6. Era para todos, para quantos quisessem. - João 1:12.
7. Era preciso a cooperação pessoal. - "Colhei dele". - João 1:39.
8. Sustentava a vida. - João 6:35.
9. Era presente: só podia ser encontrado no tempo marcado por Deus. - Isa. 55:6.
10. Nunca falhava. - Heb. 7:25.
11. Se alguém perecesse, era por sua própria culpa. - João 5:40.

COMO PODEMOS SER SALVOS?

I – Um Passo Simples – "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" - Atos 16:31.
1. Não há grandes e custosos preparativos para fazer.
2. Cristo em toda a plenitude de Sua pessoa e obra, consumou o necessário para nossa salvação.
3. Nós não poderios acrescentar nada à Sua perfeição e não precisamos fazê-lo.
4. Cristo pagou todo o preço da nossa redenção e no-la oferece de graça.

II – Um Passo Solene – "O que crer e for batizado, será salvo, mas o que não crer será condenado". - Mar. 16:16.
1. Nossa atitude para corri Cristo, determina nossa sorte eterna.
2. Depende de nós cremos ou não crermos nEle.
3. A oferta se faz em boa fé, porém nós somos responsáveis por escutar, crer e receber. - João 1:11; 3:36; 20:31.

III – Um Passo Separativo – "Eu sou a porta, o que por Mim entrar, será salvo". - Jo. 10:9 - Quando se passa por uma porta, tomamos uma decisão e fazemos distinção marcada entre os que estão dentro e os que ficaram fora. Efés. 2:12,13.

IV – Um Passo Sincero - "Se confessares... ao Senhor Jesus e creres em teu coração que Deus O levantou dos mortos, serás salvo". - Rom. 10:9. Há necessidade de que o coração e a boca estejam em harmonia. Não são meras palavras mais sim uma realidade de experiência no mais íntimo do nosso ser.

SALVAÇÃO POR CRISTO
I Tim. 1:15

1. Quem veio.
a) Cristo (Luc. 2:11) – Jeová; o Ungido; o Criador; o "Eu Sou"; "O mesmo ontem, hoje e eternamente".
b) Jesus (Luc. 1:31) – Senhor; Jesus de Nazaré.
2. Onde veio.
a) Ao mundo – ao Planeta – à Sociedade.
b) Condescendência – Glória – Manjedoura.
c) Verdade da afirmação – Seus efeitos – Importância.
3. Porque veio.
a) "Para salvar" – "Jesus". Salvador do corpo e da alma.
Saúde e salvação.
b) Único objetivo de Sua vinda ao mundo.
4. A. quem veio salvar.
a) Aos pecadores perdidos (a todos).
b) Não aos justos, mas aos injustos (imperfeitos, perdidos).

SALVAÇÃO SEM BATISMO

Primeiro a salvação, depois o batismo.
1. A mulher pecadora. - Luc. 7:36,50.
2. Zaqueu. - Luc . 19:1-10.
3. João Batista. - Mat. 3:14.
4. Lázaro, o mendigo. - Luc. 16:20-30.
5. Simeão. - Luc. 2:25-32.
6. Os inocentes de Belém. - Mat. 2:16.
7. A casa de Cornélio. - At. 15:8-9.
8. O ladrão convertido na cruz. - Luc. 23:39-43.

A SALVAÇÃO

1. Autor – Cristo. - João 2:9.
2. Modo – Crer. - Rom. 10:8-13.
3. Conhecimento. - I João 5:3.
4. Alegria. – I Pedro 1:8.
5. Tempo – Hoje. - II Cor. 6:2.
6. Duração – Eterna. - Heb. 5:9.




SALVAÇÃO PERFEITA
Filip. 1:6

Inteiramente de Deus e inteiramente de graça.
1. No seu início – "Aquele que em vós começou a boa obra". – Passado.
2. Na sua continuação – "A aperfeiçoará" – Presente.
3. Na sua consumação – "Até o dia de Jesus Cristo" – Futuro.
Deus começa a obra; Deus a continua; Deus a acaba com perfeição.

A SALVAÇÃO DE DEUS
Atos 28:28

1. A salvação grande. - Heb. 2 : 3.
2. A salvação presente. - II Cor. 6:2.
3. A salvação comum. - Jud. 3.
4. A salvação conhecida. - Luc. 1:77.
5. A salvação eterna. - Heb. 5:9.

SALVAÇÃO GRATUITA A TODOS
Isa. 55

1. "A todos os sedentos". A sede vem do muito trabalho, da febre, do sol abrasador. No Evangelho todo o profundo desejo do coração, acha sua satisfação.
2. "As águas" representam a salvação, a vida eterna. - Apoc. 22:17.
3. Esforços inúteis. - Dinheiro gasto, trabalho realizado, porém sem obter alívio espiritual. A alma se encontra desanimada e também desesperada.
4. Temos que buscar a Deus (V. 6). E sem demora. - II Cor. 6:2.
5. Temos que deixar nossas idéias. - (Vs. 7-9). A Palavra de Deus é a única autoridade suficiente para a alma sincera.
Naamã teve que deixar seus pensamentos e caminhos. (II Reis 5:11-15) e ater-se à palavra de Eliseu, para curar-se.
6. Os resultados de receber o que Deus oferece. - (Vs.12-13).
Alegria e nova vida para sempre.

A SALVAÇÃO VEM DO SENHOR
Sal. 3:8; Gên. 49:18; Sal. 15:6

1. Se a salvação vem do Senhor, então são inúteis nossos esforços para operá-la. Examinem-se as seguintes passagens: Sal. 127:1-2; Rom. 4:5. Os Judeus junto ao Mar Vermelho se inquietaram inutilmente. Quem poderá dizer: "Sofri, não pecarei mais"? (Jó 34:31) .
2. Se a salvação vem do Senhor, então devemos "buscá-la". Buscá-la como quem busca a luz do Sol, expondo-se a ela. O profeta Isaías, falando em nome do Senhor, diz: "Buscai ao Senhor, enquanto se pode achar".
3. Se a salvação do Senhor, então é uma salvação perfeita e completa. Se já a temos, temo-la perfeitamente. Cristo fez tudo completo. Nada deixou por fazer.
Verifique-se Tiago 1:17.

SEM CRISTO
Efés. 2:12

Estar sem Cristo é estar sem:
1. Deus – "Deus estava em Cristo". - II Cor. 5:15.
2. Vida – "Eu sou a Vida". - João 14:6.
3. Luz – "Eu sou a Luz do afundo". - João 8:12.
4. Promessa – "Participantes da promessa em Cristo". - Ef. 3:6.
5. Salvação – "Em nenhum outro há salvação". - At. 4:12.
6. Esperança – "Não tendo esperança". - Efés. 2:12.
7. Amor – "O amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor". - Rom. 8 :39.

SALVAÇÃO PELA GRA.ÇA, MEDIANTE A FÉ - Ef. 2:8

I – Salvação.
1. Três estágios: um ato definitivo, um processo, uma consumação gloriosa.
2. Termos descritivos do ato salvador: Justificação, Reconciliação, Regeneração, Adoção, Santificação, União com Cristo Redenção: não são atos diferentes, e sim, aspectos diferentes da mesma experiência salvadora.

II – A Graça – "Pela graça sois salvos".
1. Paulo sempre maravilhado pela graça de Deus.
2. A graça superabundante:
a) Especialmente se vê na "pobreza" voluntariamente sofrida por Jesus. - II Cor. 8:9; Filip. 2:5-8.
b) Manifesta-se no eterno propósito de Deus. - Efés. 2:3-11.
c) Todo o crédito da nossa salvação pertence a Deus, Foi Ele quem tomou a iniciativa.
3. Em Cristo é que experimentamos a graça de Deus.
a) Não vem de obras, é dom de Deus.
b) Não há conflito entre Paulo e Tiago.

III – Fé - "Mediante a fé".
Fé – inseparável do arrependimento.
1. O objeto único da fé.
2. Dois aspectos essenciais da fé.
a) Recebemos Cristo como Salvador.
b) Submetemo-nos a Cristo como Senhor nosso.

A SALVAÇÃO
Isa. 45:22

1. Um simples ato. – "Olhai".
2. Uma Pessoa divina – "Para Mim".
3. Uma grande certeza – "E sereis salvos".
4. Uma questão pessoal – "Vós".
5. Um convite amplo – "Todos os moradores da Terra".
6. Um único Salvador – "Deus justo e Salvador não há além de mim.  Porque Eu sou Deus, e não há outro". - V. 21.

A SALVAÇÃO DO CRENTE É ETERNA

I – Introdução:
1. A salvação é toda de Deus – não parcialmente do homem.
2. A regeneração garante a perpetuidade da fé e uma natureza

lI – A nossa certeza da salvação eterna apóia-se em:
1. A promessa de Jesus. - João 3;16; 5 :24; 6 :47; 10 :27-30.
2. O propósito eterno de Deus. - João 6 :39; Efés. 1:3-6, 9, 11; Rom. 8:28-30.
3. O sacerdócio de Cristo. - Heb. 7:24,25; I João 2:2. Um exemplo da obra intercessória de Cristo: Luc. 22:31,33; João 17:11-15.

TRÊS PERGUNTAS SOBRE A SALVAÇÃO

1. A pergunta do curioso: "Senhor, são poucos os que se salvam? - Luc. 13:23.
Resposta: Que importa a você se são poucos ou muitos? O que você deve a importar é se você será um deles!
2. A pergunta do incrédulo: "Quem poderá, então, salvar-se?" - Mat. 19:25.
Resposta: Deus pode salvar a todos, sejam ricos ou pobres.
A riqueza não ajuda ninguém a salvar-se; a pobreza não o impede.
3. A pergunta do ansioso: "Que é necessário fazer para me salvar?" - Atos 16:30.
Resposta: Deus Se deleita em responder a tal pergunta e a tal pessoa: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo".

A SALVAÇÃO
Luc. 14:15-24

Salvação é a libertação do homem do pecado e a sua integração em Deus. Ela confere ao homem LUZ, SANTIFICAÇÃO e ALEGRIA.

I – Tocha acesa - Is. 62:1.
1. A LUZ:
a) Dá vida, conforta, anima.
b) Ilumina.
c) Guia.
d) É suave. - Ecl. 11:7.
– Jesus é a LUZ DO MUNDO - (João 12:46; 8:12; Isa. 9:2). Os judeus foram exortados a crerem na luz. (João 12:35,36). Nós somos luz (Mat. 5:14). Nós somos filhos da luz (I Tess. 5:5). Vivendo como filhos da luz (Efés. 5:8). Deus é luz (Sal. 27:1).

II – Santificação - Fil. 2:12.
1. Vida de aperfeiçoamento. - Mat. 5:48.
2. Crescimento espiritual. - Efés. 4:15.
3. Consagração. - Rom. 12:1-2.

III – Alegria da salvação - Sal. 9:14; 21:1.
1. As alegrias do Evangelho.
2. O homem salvo é um ser alegre.
Mui triste eu andava, sem gozo e sem luz,
Mas eu hoje tenho alegria eficaz,
E constantemente bendigo a meu Deus,
E é claro o motivo, pois sou de Jesus.
3. A recomendação do apóstolo. - Filip. 4:4.
4. O exemplo dos cristãos primitivos. - At. 15:3; 13:48; 2:46.

IV – A alegria perdida
1. Sal. 51:12.
2. Mal. 3:4.
3. Apoc. 2:4.

V – Devemos anunciar a salvação
1. Sal. 96:2; Jer. 51:10;
2. O "Ide" de Cristo.
Conclusão: "Vinde, que tudo está preparado".

"OLHAI PARA MIM E SEDE SALVOS"
Isa. 45:22

I – A coisa mais simples – "Olhai". Um menino pequeno, uma pessoa enferma, que não pode levantar-se, pode olhar. Núm. 21:4-9.
II – A maior autoridade – "Olhai a Mim".
1. Para Deus não há segredos, Ele tudo conhece.
2. Para Deus não há problemas, porque tudo Ele pode.
3. Para Deus não há distância, Ele está perto de você e de mim.

III – A bênção mais desejável – "Sereis salvos".
1. Ele salvará o Seu povo de seus pecados. - Mat. 1:21.
2. "Por Ele seremos salvos da ira". - Rom. 5:9.
3. "Pode salvar perfeitamente". - Heb. 7:25.

IV – Não há limite – "Todos os termos da Terra". Há um convite sem condições: ricos, pobres ignorantes e sábios, de todas as nações.

V – A mais poderosa razão – "Porque Eu Sou Deus e não há outro".
a) Fora com os ídolos. – I João 5:20-21.
b) "Não há outro nome". Atos 4:12.

A SALVAÇÃO
Heb. 2:3

1. Seu Autor - Jon. 2:9. - "O Senhor".
2. Sua Condição. - Atos, 16:31. Fé - "Crê".
3. Seu Conhecimento. - Luc. 1:77 - "Pela pregação".
4. Sua Alegria. - Sal. 51:12 - "Pelo arrependimento".
5. Seu Tempo. - II Cor. 6:12 - "Hoje".
6. Sua Duração. - Heb. 5:9 - "Eterna".

REDENÇÃO

1. Como somos redimidos.
a) Pelo sangue de Jesus. - I Ped. 1:19.
b) Pelo poder de Jesus. - Nee. 1:10.
2. De que somos redimidos.
a) Da escravidão. - Êx. 6:6.
b) Do inimigo. - Sal. 106:10.
c) Da iniqüidade. - Tito 2:1.
d) Da maldição da Lei. - Gál. 3:12.
3. O que Cristo redime.
a) O corpo. - Rom. 8:23.
b) A alma. - Sal. 49:8.
c) A vida. - Sal. 103:4.
4. A beleza da redenção.
a) Abundante. - Sal. 130:7.
b) Preciosa. - Sal. 49:8.
c) Eterna. - Heb. 9 :12.

A SALVAÇÃO
Luc. 14:15-24

SALVAÇÃO é a libertação do homem do pecado e a sua real integração em Deus.

I – Abundante - Isa. 33:6.
1. Em Graça. - Rom. 5 :17.
2. Em Obras. - II Cor. 9:8; Efés. 2:10.
3. Em Paz e Verdade. - Jer. 33:6.

II – Grande - Heb. 2:3.
1. Seu Autor é grande: Pastor. - Heb. 13:20.
Sumo Sacerdote. - Heb. 4:14.
Profeta. - Luc. 7:16.
2. Grande em recompensa. - Mat. 5:12; Heb. 10:35.
3. Grande em Suas promessas. - II Ped. 1:4.
a) Paz com Deus. - Rom. 5:1.
b) A promessa do Espírito Santo. - Gál. 3:14.
c) A promessa de vida, agora e no porvir. I Tim. 4:8; I João 2 :25.
d) Coroa da Vida. - Tia. 1:12.

III – Eterna - Heb. 5:9; Isa. 45:17.
1. Seu Autor é eterno. - Heb. 13:8.
2. Jesus assegurou a eternidade da Salvação. - João 5:24; 10:28.
3. Quem é salvo é renascido, é nascido do Alto. - João 3:3. Não se pode admitir que alguém possa algum dia reverter o nascimento!
Conclusão: A água das fontes. - Isa. 12:3; João 7:37-38; 1:13-14. "Vinde, que tudo já está preparado".

DE QUE CRISTO NOS SALVOU

1. Do poder do pecado. - Rom. 6:18,20.
2. De toda a iniqüidade. - I Ped. 1:18,19.
3. Da maldição da Lei. - Gál. 3:13.
4. Dos inimigos espirituais. - Sal. 135:24.
5. Do mal e da angústia. - Sal. 124:22.
6. Do presente século mau. - Gál. 1:4.
7. Do poder da morte. - Sal. 48:16.

SETE ASPECTOS DA JUSTIFICAÇÃO

1. Justificados por Deus, como Autor. - Rom. 8 :33.
2. Justificados pela Graça, como Fonte. - Rom. 3:24.
3. Justificados pelo Sangue, como Fundamento. - Rom. 5:17.
4. Justificados pela Ressurreição (de Cristo), como Testemunho. - Rom. 4:25.
5. Justificados pela Fé, como Meio. - Rom. 5:1.
6. Justificados por Palavras, como Evidências. - Tiago 2:21.
7. Justificados pelas Obras, como Fruto. - Tiago 2:21.

POR QUE TÃO POUCOS SE SALVAM?

I – Quem Pode Salvar-se?
1. Muitos chamados – poucos escolhidos. - Mat. 19:25; Luc. 18:18-30; I João 1:7-9.
2. Os amigos da Verdade? –  Os presos dizem: Sou cristão.
3. Os amigos da Igreja? – Políticos, criminosos, posições.
4. Os amigos de Jesus? – Só têm o nome nos lábios. "Em vão Me veneram".
5. Os amigos da Bíblia? – Andam com ela embaixo do braço. Lêem e não cumprem.
a) Os amigos – A pergunta do Rei: "Amigo...". - Mat. 22:12.
b) O amigo íntimo O traiu. "Amigo, a que vieste?"
c) Os amigos de Jó fugiram.
6. Os parentes – Inimigos. - Mat. 11:36.
7. Os ricos? – dificilmente. - Luc. 18:24; Mat. 6:31-33.
a) Desculpas - "Comprei uma propriedade". - II Tim. 6:17 e 18.
8. Os poderosos? - Apoc. 6:15.
9. Os sábios, pastores e sacerdotes? Perseguiram e condenaram a Jesus. - I Cor. 1:19,20,26-29; Mat. 11:25.
10. Os trabalhadores? - Luc. 20:9-16.
11. Os filhos? - Mat. 10:35,36.
12. O pai e a mãe? - Mat. 24:40,41.

II – Então Quem?
1. "Nem todo o que Me diz..." - Mat. 7:21,22.
2. Larga é a porta da perdição e apertado o caminho.
a) Esforçar-se – Assim corro e assim combato para ver se de alguma maneira posso alcançar. .
b) Olhando pa.ra o Autor e Consumador.

III – Os que aceitam.
1. Aquele que crer. - Mar. 16:15-16.
2. O que tem fé:
a) "Vai, tua fé te salvou". - João 14:21-23.
b) "Vai, não peques mais". - Atos 3:19.
c) "A Minha graça te basta."

IV – Vão e tragam todos, até que Minha casa se encha.
1. A pecadora, os leprosos, aleijados, mancos.
2. "Deixai vir a Mim as criancinhas."
3. O fim de tudo: "Teme a Deus e guarda". - Ecl. 12:12.
4. "Ainda que esteja morto, viverá."
5. O conselho de Tiago. - Tia. 1:19-29; 2:14-18.
6. Jesus tem interesse em você. Lança sobre Ele seus cuidados. - Núm. 6:24-26.

PERTO DO REINO, PORÉM FORA
Marcos 12:28-40

Depois de lermos estas passagens, podemos falar sobre os privilégios dos que escutaram as palavras ditas pelo Senhor Jesus pessoalmente. Podemos ver, também, que nossos privilégios são maiores ainda, pois recebemos a completa mensagem do Evangelho.
1. Pode ser que, tenha maior efeito em nós, como se vê na parábola do Semeador. - Mar. 4:1-20. Fracassaram as três primeiras classes, não houve colheita nelas, embora na terceira se veja mais que na primeira. Dura mais tempo o efeito, porém no fim não dá fruto. .
2. Os construtores da arca de Noé (seus auxiliares) podiam descrever a construção, porém no fim pereceram como qualquer outro dos que estavam fora e não tinham ajudado na construção da arca.
3. Judas foi chamado por Jesus, associado com Ele. enviado para pregar, porém por fim se perdeu.
4. Herodes fez muitas coisas, por causa da verdade pregada. Mar. 6:20 - porém, não querendo abandonar o pecado, pereceu como escravo do vício.
5. Os ladrões na cruz. - Luc. 23:39-43 - estavam tão perto do Salvador, porém um se perdeu mesmo ali, menosprezando o precioso sangue de Jesus Cristo.

SEIS COISAS DIGNAS DE CONSIDERAÇÃO
Lucas 13:22-30

Parte final do ministério de Jesus.
Sua determinação: "caminhando para Jerusalém". - V. 22.
Muitos não o veriam mais.

I – Sua solene indagação.
1. São poucos os que se salvam? V. 23.
(Pergunta talvez feita levianamente, por mera curiosidade).
2. A porta estreita caracterizada em Mat. 7:13.

II – A solene resposta de Jesus.
O Senhor não Se preocupou tanto com o número mas com as características dos que se salvam.
1. Só há uma porta: a porta estreita. - Mat. 7:13 (Cf. João 10:7,9).
2. Modo de entrar: Porfiai! V. 24.
3. A porta será fechada. V. 25.
4. As desculpas e alegações dos iníquos. V. 26.
5. A positiva negação: "Não sei de onde sois". V. 25.
6. A razão da repulsa: "Vós que obrais iniqüidade". V. 27.

III – A solene congregação dos salvos.
1. Ali estarão Abraão, Isaque, Jacó.
2. Todos profetas.
3. Deverão estar os apóstolos, todos os cristãos genuínos de todos os tempos: heróis, mártires, pregadores, missionários, crentes humildes mas fiéis.
4. Virá gente do Oriente, do Ocidente, do Norte e do Sul.
5. Estaremos nós lá?


IV – A solene separação.
1. "Apartai-vos de mim". V. 27.
2. "Ali haverá choro e ranger de dentes". V. 28.
3. "E vós lançados fora". V. 28.

V – A solene e grande salvação.
1. "E assentar-se-ão à mesa no reino de Deus". V. 29.
2. Virão dos quatro quadrantes da T.erra. V. 29.
3. Que gloriosa companhia!
4. Que abundância, que gozo, que vida!

VI – A solene advertência.
Jesus fala em derradeiros e primeiros. Ordem invertida.
1. Igrejas do Oriente, em grande parte anuladas.
2. A grande oportunidade que a Igreja de Roma perdeu por falta de fidelidade a Cristo.
3. Os perigos do protestantismo moderno.
4. Nações que estão negligenciando a sua grande oportunidade.
5. Interessados e até membros de igrejas que não sabem viver o presente momento.
6. Primeiros. . . Derradeiros. . , onde você estará classificado?

O CHAMADO NÃO ACEITO

I – De Muitas Maneiras Cristo nos Chama.
Pode ser pela criação magnífica, por Suas providências especiais: Sua bondade, as calamidades nacionais e mundiais; por meio da Bíblia, folhetos evangélicos, reuniões, etc.

II – Cristo Veio "Chamar os Pecadores". Mar. 2:17. Chamou Mateus. Mat: 9:9, e aos outros apóstolos. Chama às bodas. Mat.. 23:37. "Muitos chamados".
III – O Homem não Responde.
Não se dá conta de sua necessidade. Está por demais entretido com as coisas materiais e suas próprias idéias. Mat. 23:37; João 5:40.

IV – A Amarga Colheita.
"Então vocês me chamarão, mas eu, a Sabedoria, não responderei.". Prov. 1:28, BLH. O castigo não é arbitrário, é o resultado natural de sua própria ação, e assim, se vê que "a prosperidade dos néscios, os levará à perdição". v. 32.
Seu próprio bem-estar no mundo, em vez de produzir agradecimento, resulta no olvido de Deus, e termina naturalmente na perdição eterna.

UM OLHAR DE VIDA - Isa. 45:22

1. Significação.
"Olhar" com referência a Deus significa:
a) Admitir a realidade de Deus.
b) Dirigir-se a Ele por meio da oração.
c) Reconhecer que só por Ele vem a salvação.
2. O Estímulo para Olhar.
a) Por ser um mandamento de Deus – "Olhai".
b) Por ser uma promessa de Deus – "E sereis salvos".
c) A Sua própria Pessoa – "Porque Eu sou Deus".
3. O Melhor Tempo para Olhar. AGORA, porque:
a) O mandamento está no presente - "Olhai".
b) A promessa é: "E sereis salvos".
c) A vossa necessidade de salvação é urgente.
d) O único tempo que vos pertence é hoje.
Hoje é o tempo de Deus!
Ilustração – A serpente no deserto. - Núm. 21:8; cf. João 3:14.

A GRANDE CEIA
Luc. 14:16-24

1. A Ceia.
a) Gratuita.
b) Abundante.
c) Satisfatória.

2. O Convite.
a) Urgente.
b) compreensivo.
c) Extensivo.

3. A Razão.
a) O Hospedeiro –  O Rei dos reis.
b) Os mensageiros.
c) O festejo – está preparado.

4. Os Convidados.
a) Os pecadores de todas as classes.
b) Os pecadores por ignorância.
c) Os que seguem falsas religiões.

5. Os Indignos da Ceia.
a) Os sacrílegos.
b) Os de coração endurecido.
c) Os não regenerados, que desprezam a voz do Espírito Santo.
Cristo, o único Libertador do pecado.
A única fonte de felicidade.
O Céu simbolizado pela Grande Ceia.


BUSCAI PRIMEIRO
Mat. 6:33

I – Um objeto digno.
1. O reino de Deus. Reconhecer Seu domínio é, portanto, obedecer a Seus mandamentos: "Arrependam-se e creiam no Evangelho", é um mandamento do Senhor.
2. Sua justiça. Como se adquire?
a) Não é justiça humana. - Rom. 10:1-2.
b) Não vem pelas obras. - Tito 3:6-7.
c) Só pela fé, na virtude do sangue de Cristo. - Rom. 5:1,9.

II – Uma busca intensa.
1. Não é um desejo perecível, que nada alcança. - Prov. 13:4.
a) Como buscam os enfermos a saúde?
b) Como buscam o ouro para se enriquecer?
2. Como devemos buscar a salvação? - Luc. 13 :24.

III – Um seguro resultado:
1. O homem salvo está apto para viver e pronto para morrer.
- I Tim. 4:8.
2. Deus cumpre Sua promessa.

COISAS NOVAS
Apoc. 21:5

1. Nesta vida.
a) Um novo mandamento. - João 13:34.
b) Uma nova doutrina. - At. 17:19.
c) Um novo caminho. - Heb. 10:20.
d) Um novo homem. - Col. 3:9,10.
2. Na vida futura.
a) Um novo céu e uma nova terra. - II Ped. 3:13.
b) Um novo nome. - Apoc. 3:12.
c) Um novo cântico. - Apoc. 5:9.
4) A Nova Jerusalém. - Apoc. 21:2.

SALVAÇÃO PARA VOCÊ
Mat. 28:18-20; Atos 13:26

A ordem de Jesus e a provável objeção de Pedro – "Pregar aos que Te mataram?"
Jesus lhe teria dito: "Vá, pregue a Pilatos, aos que me maltrataram, ao que me fez a coroa de espinhos, ao que me pregou e vazou o meu lado."
A salvação deveria ser proclamada a todos, começando em Jerusalém . - Atos 13:26.

I – O que é a palavra dessa salvação?
1. É o testemunho da promessa do Salvador. - V. 23.
a) Os judeus rejeitaram-nO.
2. A palavra que promete o perdão de todos os pecados é fé em Jesus. - Vs. 38,39.
a) O único meio é Jesus. - I João 1:9.
3. É a proclamação da perfeita salvação por Jesus ressuscitado. - Vs. 32,33.
a) É um Jesus vivo que nos salva.
4. É a palavra das boas novas – paz e Jesus.
a) Foi a mensagem ao nascer o Salvador. - Luc. 2 :13,14.
b) É a mensagem deixada e dada por Ele – paz. - João 14:27.

II – A posição em que essa mensagem nos coloca.
1. De singular favor – Profetas e reis morreram sem ouvir o que ouvimos. - Mat. 13:16,17; Luc. 2:28-32.
2. De um débito notável aos mártires e homens de Deus, pois eles viveram e morreram para nos darem os dons do Evangelho.
3. De grande esperança: se a aceitarmos, viveremos vida feliz com Jesus.
4. De séria responsabilidade, pois se a negligenciarmos, como escaparemos? - Heb. 2:3.
O que fazer: aceitar ou rejeitar essa tão grande salvação?
Ela é concedida gratuitamente por Jesus, o grande autor da salvação!
Mat. 11:28-30; Isa. 55:1,3,6.

A ESCADA DA SALVAÇÃO
II Ped. 1:1-21

A vida na sua menor forma é de constante progresso – assim na vida cristã.

I. Crer em Cristo e no Seu poder – Fé. João 3:16.
1. Não é fé superficial. - Tia. 2:19.
2. É fé substancial. - I João 4:2,3.
a) Exige crer na Sua divindade. - Col. 2:9.
b) Crendo na divindade, crer no poder. - I Ped. 5:7.
c) Esta é a fé de Jesus. - Apoc. 14:12.
3. É infantil, mas espiritual. - Dan. 3:14-16,17.

II. Confessar e abandonar os pecados: Arrependimento e decisão:
1. A Jesus devemos confessar. - I João 1:8,9.
2. Devem ser confessados e abandonados. - Sal. 55:7 e Prov. 28:13.
a) Pecados encobertos são maldição. - Núm. 32:23.
Exemplo do pecado de Acã.
b) Devemos seguir o exemplo do filho pródigo.

III. Olhar para Jesus – Adquirir Sua Semelhança.
1. Não devemos nunca olhar aos homens.
a) É um grande perigo. - Ex. : Pedro sobre as ondas.
2. Só a Jesus devemos olhar. - Heb. 12:1,2.
a) Ele nos guiará com Seus olhos - Ex. : A mãe e a filha.
3. Ele refletirá em nós a Sua imagem.
a) Olhando a alguém, aparecem em nossos olhos a imagem.
b) Olhando para Jesus, refletiremos a imagem de Jesus. - II Cor. 3:18; I João 3:2.

IV. Obediência – Prova do Discipulado.
1. A Obediência é necessária em tudo.
2. Para Deus é a coisa mais agradável. - I Sam. 15:22.
3. A obediência nos causa felicidade completa.
4. Por causa da desobediência é que tanto sofremos.

V. Perseverança até alcançar o alvo – Prova de recompensa.
1. Perseverança, implica orar e vigiar. - I Ped. 4:7.
2. Paciência nas lutas. - Filip. 3:13,14; Heb. 12:1,2.

A TORRE QUE TOCA O CÉU
Gên. 11:1-9; Mat. 1:21

I – A Torre de Babel que não tocou o céu.
1. Os prováveis motivos do povo.
a) Segurança, caso Deus mandasse o dilúvio.
b) Sinal para o perdido em viagem.
c) Meio de esquadrinhar o céu.
2. Essa obra não foi completada, por ser contra a vontade de Deus.

II – Outras torres que não tocam o céu.
1. O paganismo com as suas ramificações.
a) Crença em muitos deuses.
b) Culto a outros seres, senão a Deus.
2. Boas qualidades.
3. Boas obras.

III – Torre que toca o céu.
1. O arquiteto foi Deus, Pai.
2. O construtor foi Deus, Filho.
3. O vigário de Deus na terra é o Espírito Santo, e Este nos guiará à porta.
A porta é a fé e o arrependimento.

O GANHO DO MUNDO E A PERDA DA ALMA
Mar. 8:36,37

I – O que é o mundo, que é ganho, e a alma que é perdida?
1. O mundo (I João 2:15-17).
Tudo que apela aos sentidos: "o desejo da carne a cobiça dos olhos, e o orgulho da vida". Ganhar o mundo significa ter tudo que ele tem para dar, mencionado nestas linhas.
2. A alma (Luc. 9:25 - o homem "mesmo").
O interior, a natureza do homem e da mulher. Perder a alma significa, a si mesmo, perder-se.
3. O valor da alma:
a) Pela sua origem divina.
b) Pelo preço pago pela sua redenção.
c) Pela grande contenda pela sua possessão.
d) Pelo destino eterno que a aguarda.

II – Há grande perigo de perder a alma.
1. Há um sentido em que ela já está perdida.
2. Há, porém, uma sorte final que tomará lugar no futuro.
3. Como a alma pode ser perdida em experimentar ganhar o mundo.
Esse ganho pode ser caracterizado como:
a) Um ganho suposto: "se".
b) Um ganho incerto (cf. Luc. 12:20).
c) Um ganho difícil (cf. I Tim. 6:10).
d) Um ganho que não satisfaz (cf. Ecl. 1,2).
4. A perda da alma é permanente, irreparável; nenhuma mudança pode salvá-la quando uma vez pronunciada sua sorte.

A FORÇA DO CORAÇÃO - Salmo 27:14

I – A situação geral.
1. A fraqueza espiritual de coração – quase universal.
- Luc. 21:25,26.
a) Porque rejeitaram a Palavra do Senhor. - Jer. 8:9.
2. A condição descrita por Deus. - Deut. 20:8.
a) Em tal condição não pode batalhar nem esperar vitória.
- Prov. 4:10.
b) Quão fraco está teu coração? - Ez. 16:30. Demasiado fraco para resistir às tentações. - Heb. 12:12.
c) Nestas condições não se pode trabalhar para Deus. - Isa. 1:5,6.
3. O que devemos fazer. - Isa. 35:3,4.
4. A importância e necessidade de força de coração. - Prov. 4:23.
a) O tempo de angústia. - Dan. 12:1.
b) Um coração forte, dá braço forte. - Prov. 14:30.

II – Como fortalecer o coração.
1. Oração. - Luc. 18:1.
2. Estudo da Palavra. - Mat. 4:4; Isa. 37:31; Sal. 119:11; 130; João 6:23; Atos 20:32.
3. Meditação. - Jos. 1:8; I Tim. 4:15; Sal. 27:14.

A GRANDE SALVAÇÃO
Mat. 22:1-7; Heb. 2:3

I – O autor da salvação.
1. Foi planejada e efetuada por Deus.
2. O preço de sua construção foi pago por Jesus em cinco prestações:
a) O sacrifício de Seu trono.
b) O nascimento ignominioso.
c) O sofrimento no mundo.
d) O julgamento injusto.
e) A Sua morte na cruz.

II – A necessidade da salvação.
1. Por natureza o homem é pecador.
2. Continua no pecado por sua livre vontade.

UMA GRANDE SALVAÇÃO – SUA REJEIÇÃO E PENALIDADE
Heb. 2:3

A preeminência do cristianismo sobre o judaísmo.
I – A salvação oferecida.
1. Salvação: seu significado – o quê?
2. Grande: Como e por quê?
a) Pelo seu Autor (v. 3). A trindade empenhada em sua obra.
b) Pelo que ela pode fazer.
c) Pela natureza das provas, divina e humana, de sua genuinidade. - V. 4.

II – Uma atitude descrita.
1. Negligência. O que significa? - V. 1.
a) Recusando dar atenção.
b) Consentindo em ser desviado por negligência.
c) Recusando aceitar a verdade bem confirmada. - Vs. 3,4.
d) Simplesmente nada fazendo, deixando as coisas correrem. V.1.

III – A penalidade.
1. Certa. - V. 2,3; 12:25-29.
2. Justa. - V. 2.
3. Comparada com privilégios. - Vs. 2,3.
4. Descrita. - Cap. 10:26-29.
Conclusão: Uma ilustração mostrando o perigo e fatais conseqüências da negligência.

O FILHO PRÓDIGO
Luc. 15:11-32

Embora muito já se falou sobre esta parábola, sempre se descobrem novos aspectos que podem ser apresentados com proveito:

I – O Objeto da Graça. Um filho indigno, que não tem direito de esperar misericórdia. Quanta maldade foi manifestada nele!
1. Orgulho: crê que pode dirigir a sua vida melhor que seu pai.
2. Rebeldia: quer afastar-se da disciplina e boa ordem do lar.
3. Egoísmo: quer receber tudo o que pode do Pai.
4. Ingratidão: apesar do autor desdobrado de seu pai, volve as costas ao lar.
5. Pecado: mete-se em toda classe de vícios, esbanjando seus bens.

II – A Manifestação da Graça. O que se vê no Pai.
1. O beijo. Fala-nos do perdão de todos os seus pecados.
2. O vestido – ou seja a justificação.
3. O anel – o selo do Espírito – a Santificação.
4. Os sapatos – adoção de filho.
5. O banquete – a satisfação eterna que goza a alma reconciliada e salva.

A PREPARAÇÃO NECESSÁRIA - Amós 4:12

A preparação feita aqui no mundo, quando é anunciada a chegada de alguma pessoa preeminente. Ex. : - o príncipe de Gales. O presidente da Argentina.
Nossa preparação antes da chegada de algum visitante distinto.

I – A volta de Jesus anunciada por:
1. Jesus mesmo, quando dava os sinais precedentes à Sua vinda. - Mat. 24:29-34.
2. Pelos anjos. - Atos 1:11.
a) Vendo pelos sinais que a volta do Filho do homem está perto, precisamos estar preparados. - Mat. 24:36-44; II Ped. 3:10.

II – A preparação necessária
1. A preparação material.
a) Tornando o nosso corpo em verdadeiro templo do Espírito Santo. - I Cor. 6:9.
b) Conservando o nosso corpo. - II Tess. 5:23.
c) Vivendo uma vida imaculada. - II Ped. 3:14.
2. Preparação espiritual.
a) Deixando a Palavra de Deus penetrar em nosso Espírito.
- Heb. 4:12.
b) Olhando para Jesus (Heb. 12:2) e crescer nEle. - Heb. 3:18.
e) Observando os mandamentos de Deus. - I João 2:3-6.

III – A recompensa final.
1. O que acontecerá se não estivermos preparados. - Apoc 6:15,16 (10 virgens).
2. Recompensa aos que estiverem preparados. Isa. 25:9; Mat. 25:34.
3. A advertência. - Amós 4:12; Apoc. 3:20.

A REDENÇÃO
Êx. 12:1-1>3, 21-23; 13

I – A condenação.
1. Como os israelitas estavam escravizados aos egípcios, assim nós somos escravos do pecado.
2. Como os israelitas se achavam em grandes perigos, assim nós também.

II – A substituição.
1. Um cordeiro era o sacrifício dos israelitas; mas Jesus, o Cordeiro de Deus, é o nosso.

III – A aplicação.
1. Como os israelitas tinham de aplicar, à porta, o sangue do Cordeiro, nós também temos de aproveitar o sacrifício de Cristo.
2. A fé em Jesus é indispensável à nossa salvação.
3. Obediência é a prova de nossa fé.

O GRANDE PLANO DA SALVAÇÃO
(A revelação do amor de Deus)

I – O pecado e suas conseqüências.
1. A desobediência de nossos primeiros pais acarretou-nos todo este mar de sofrimentos e misérias.
2. Separou-nos de Deus – Nunca mais Deus andou com o homem.
- Gên. 3:23,24.
3. Trouxe-nos a morte. - Rom. 3 :23; 6 :23.

II – O plano da redenção.
1. Deus previa a possibilidade da queda do homem, e por isso promoveu um meio, caso o homem falhasse, para ser auxiliado. - Apoc. 13:8.
2. Para que nossos pais compreendessem isso, deu-lhes figuras significativas – os sacrifícios.
a) Deus mesmo deu-lhes primeiramente a lição. - Gên. 3:21.
b) Deus desejava habitar com o povo. - Êx. 25:8,9.
(1) Nesse santuário, diariamente, o povo tinha a oportunidade de ver o plano de Deus por meio dos sacrifícios que apontavam para Jesus.

III – A revelação do amor de Deus.
1. A Cruz é a revelação do amor de Deus. - João 3:16.
2. Por Sua morte Jesus nos redime da maldição da lei.
a) Concilia-nos com Deus.
3. O sacrifício de Jesus é a maior revelação do amor de Deus. - Rom. 5:8-11.
4. Sendo reconciliados com Deus, estamos habilitados a entrar naquele paraíso donde nossos primeiros pais foram expulsos. - Isa. 43:18-20; 35:3-6.



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